<?xml version='1.0' encoding='UTF-8'?><?xml-stylesheet href="http://www.blogger.com/styles/atom.css" type="text/css"?><feed xmlns='http://www.w3.org/2005/Atom' xmlns:openSearch='http://a9.com/-/spec/opensearchrss/1.0/' xmlns:georss='http://www.georss.org/georss' xmlns:gd='http://schemas.google.com/g/2005' xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'><id>tag:blogger.com,1999:blog-8820602537982176322</id><updated>2012-01-23T06:22:47.705-08:00</updated><title type='text'>O GRITO</title><subtitle type='html'></subtitle><link rel='http://schemas.google.com/g/2005#feed' type='application/atom+xml' href='http://danielcouri.blogspot.com/feeds/posts/default'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8820602537982176322/posts/default?max-results=100'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://danielcouri.blogspot.com/'/><link rel='hub' href='http://pubsubhubbub.appspot.com/'/><author><name>Daniel Couri</name><uri>http://www.blogger.com/profile/06840073946798204108</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/-rA_WPmgchDU/TvvF_HIsolI/AAAAAAAAAcM/-ymBHNcmGQw/s220/msn1.jpg'/></author><generator version='7.00' uri='http://www.blogger.com'>Blogger</generator><openSearch:totalResults>60</openSearch:totalResults><openSearch:startIndex>1</openSearch:startIndex><openSearch:itemsPerPage>100</openSearch:itemsPerPage><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8820602537982176322.post-5280467761415419551</id><published>2012-01-23T05:55:00.000-08:00</published><updated>2012-01-23T06:04:32.289-08:00</updated><title type='text'>De socialite a extremista</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Patricia Campbell Hearst, mais conhecida como Patty Hearst, virou celebridade nos anos 70 no&amp;nbsp;mundo todo. Mas naquela época o buraco era mais embaixo, bem diferente de hoje, com as pessoas se&amp;nbsp;vendendo por qualquer trocado na ânsia desenfreada para aparecer nos meios de comunicação. Basta falar qualquer&amp;nbsp;besteira no Youtube ou participar do Big Brother para ter seus 15 minutos de fama e virar&amp;nbsp;"personalidade de mídia". Mas naquele tempo não, camarada.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/-4KGhRRt84kM/Tx1jtwRkRzI/AAAAAAAAAkY/dOE1a4rNeaQ/s1600/patty_2TIMES.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="209" src="http://4.bp.blogspot.com/-4KGhRRt84kM/Tx1jtwRkRzI/AAAAAAAAAkY/dOE1a4rNeaQ/s320/patty_2TIMES.jpg" width="320" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Patty fez o caminho inverso. Ela é nada menos que neta do magnata das comunicações William&amp;nbsp;Randolph Hearst (que inspirou o filme &lt;i&gt;Cidadão Kane&lt;/i&gt;) e tornou-se famosa em 1974, quando foi&amp;nbsp;seqüestrada por membros do Exército Simbionês de Libertação. Após sofrer uma lavagem cerebral,&amp;nbsp;passou a adotar o nome de Tania, juntando-se aos seqüestradores num assalto a banco e inúmeros&amp;nbsp;outros delitos. Ela foi um dos primeiros casos da chamada Síndrome de Estocolmo (estado&amp;nbsp;psicológico desenvolvido por algumas vítimas de seqüestro, em que elas acabam simpatizando com&amp;nbsp;seu captor na tentativa de conquistar a simpatia dele e podem até se apaixonar).&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;table align="center" cellpadding="0" cellspacing="0" class="tr-caption-container" style="margin-left: auto; margin-right: auto; text-align: center;"&gt;&lt;tbody&gt;&lt;tr&gt;&lt;td style="text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/-WkWpUUxn_7g/Tx1jOpoeWdI/AAAAAAAAAkI/fBfW18QcOQQ/s1600/patty_ontem_hoje.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: auto; margin-right: auto;"&gt;&lt;img border="0" height="216" src="http://1.bp.blogspot.com/-WkWpUUxn_7g/Tx1jOpoeWdI/AAAAAAAAAkI/fBfW18QcOQQ/s320/patty_ontem_hoje.jpg" width="320" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;tr&gt;&lt;td class="tr-caption" style="text-align: center;"&gt;Patty no passado e no presente: quem te viu, quem te vê... &lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;A &lt;i&gt;Folha de S. Paulo&lt;/i&gt; de 19 de setembro de 1975 trouxe uma matéria detalhada sobre o caso:&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;blockquote class="tr_bq" style="text-align: justify;"&gt;A quatro de fevereiro do ano passado, Patricia Hearst encontrava-se em seu luxuoso apartamento de&amp;nbsp;Berkeley, na Califórnia, em companhia de seu noivo, Steve Weed, quando foi seqüestrada. Os seus&amp;nbsp;gritos atraíram os vizinhos, que logo foram imobilizados por dois homens, enquanto um terceiro,&amp;nbsp;um negro, tratava de levar a filha do magnata da imprensa norte-americana para um conversível&amp;nbsp;branco, que partiu em disparada.&amp;nbsp;&lt;/blockquote&gt;&lt;blockquote class="tr_bq" style="text-align: justify;"&gt;Patricia Hearst havia sido raptada por integrantes do Exército Simbionês de Libertação (ESL), uma&amp;nbsp;organização extremista que "luta para salvar o povo que sofre". Os sequestradores exigiram 400&amp;nbsp;milhões de dólares de resgate, além de imporem à familia Hearst a condição de que deveria&amp;nbsp;distribuir alimentos aos pobres e aos desempregados de toda a Califórnia, para ter sua filha de&amp;nbsp;volta.&amp;nbsp;&lt;/blockquote&gt;&lt;blockquote class="tr_bq" style="text-align: justify;"&gt;O magnata William Randolph Hearst Junior depositou em banco 250 mil dólares, como prêmio para&amp;nbsp;quem revelasse o paradeiro de sua filha. A soma de dinheiro para a recompensa subiu no final do&amp;nbsp;ano para 2,5 milhões de dólares, quase o montante exigido para o resgate. Nessa época, porém, o&amp;nbsp;prêmio não era mais para quem desse informações sobre Pat Hearst, mas de uma jovem de 21 anos,&amp;nbsp;procurada por 18 delitos: Pat havia convertido-se ao terrorismo integrando o Exército Simbionês&amp;nbsp;de Libertação. Um mês após o seqüestro, a jovem enviara uma fita gravada ao pai, afirmando que&amp;nbsp;ele não havia feito o possível para libertá-la, apesar do programam elaborado pelos Hearst para a&amp;nbsp;distribuição de alimentos. E dois meses depois, em outra fita, Pat afirmava que decidia "ficar&amp;nbsp;com o ELS e continuar a lutar".&lt;/blockquote&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/-RukKrOBo_FU/Tx1j8RYMaII/AAAAAAAAAkg/6tlZVkehvP8/s1600/patty_newsweek.png" imageanchor="1" style="clear: right; float: right; margin-bottom: 1em; margin-left: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="320" src="http://3.bp.blogspot.com/-RukKrOBo_FU/Tx1j8RYMaII/AAAAAAAAAkg/6tlZVkehvP8/s320/patty_newsweek.png" width="243" /&gt;&lt;/a&gt;Imagine o &lt;i&gt;bas-fond&lt;/i&gt; no &lt;i&gt;high society&lt;/i&gt; americano: como os Hearst podiam admitir que a jovem, dedicada&amp;nbsp;estudante de História de Arte, havia renunciado ao noivo e à fabulosa herança da família?&amp;nbsp;Patricia passou a ser a pessoa mais procurada dos Estados Unidos e sua busca mobilizou milhares&amp;nbsp;de agentes policiais e do FBI. Meses depois a polícia cercou uma residência em Los Angeles e&amp;nbsp;matou os guerrilheiros do ESL durante um tiroteio. Mas nada de Tania.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Em meados de 1974 o FBI conseguiu finalmente capturá-la em San Francisco, após muito trabalho,&amp;nbsp;informações falsas e especulações mundo afora. Durante seu paradeiro, a jovem gravava fitas e as&amp;nbsp;enviadas para emissoras de rádio e para a família Hearst, dizendo que havia "renascido" no dia 4&amp;nbsp;de fevereiro e que não tinha "medo de morrer".&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Em março de 1976 Patty foi condenada a 35 anos de prisão, mas teve sua pena reduzida para 7 anos&amp;nbsp;e, antes mesmo disso, recebeu um indulto do então presidente dos Estados Unidos Jimmy Carter, em&amp;nbsp;fevereiro de 1979. Dois meses depois se casou com Bernard Shaw, seu ex-guarda-costas, com quem&amp;nbsp;teve duas filhas.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Em 1988 a história de Patricia ganhou uma versão cinematográfica com o filme &lt;i&gt;O Seqüestro de Patty&amp;nbsp;Hearst&lt;/i&gt;, de Paul Schrader (que dirigiu &lt;i&gt;Gigolô Americano&lt;/i&gt; e &lt;i&gt;A Marca da Pantera&lt;/i&gt;, entre outros). Quem fez&amp;nbsp;o papel de Patty foi a britânica Natasha Richardson (morta em 2009 após um acidente de&amp;nbsp;carro; esposa de Liam Neeson). O filme foi baseado na autobiografia de Patty, &lt;i&gt;Every Secret Thing&lt;/i&gt;,&amp;nbsp;lançada em 1982.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;table align="center" cellpadding="0" cellspacing="0" class="tr-caption-container" style="margin-left: auto; margin-right: auto; text-align: center;"&gt;&lt;tbody&gt;&lt;tr&gt;&lt;td style="text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/-f2ciaWAAemY/Tx1kTdMfwoI/AAAAAAAAAko/3voPwhveSac/s1600/patty_natasha.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: auto; margin-right: auto;"&gt;&lt;img border="0" height="198" src="http://4.bp.blogspot.com/-f2ciaWAAemY/Tx1kTdMfwoI/AAAAAAAAAko/3voPwhveSac/s320/patty_natasha.jpg" width="320" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;tr&gt;&lt;td class="tr-caption" style="text-align: center;"&gt;&lt;span style="font-size: small; text-align: justify;"&gt;Natasha Richardson e Patty em 1988&lt;/span&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/-jshKXGSaLEQ/Tx1lR-ioi4I/AAAAAAAAAk4/TEbnhDXC0PI/s1600/patty_filme.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" src="http://1.bp.blogspot.com/-jshKXGSaLEQ/Tx1lR-ioi4I/AAAAAAAAAk4/TEbnhDXC0PI/s1600/patty_filme.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Desde então Patty virou uma espécie de ícone pop e musa do diretor de cinema John Waters, famoso&amp;nbsp;por ser o papa do &lt;i&gt;kitsch&lt;/i&gt;. Patty atuou em vários filmes dele como &amp;nbsp;&lt;i&gt;Cry Baby&lt;/i&gt; (1990), &lt;i&gt;Mamãe é de&amp;nbsp;Morte&lt;/i&gt; (&lt;i&gt;Serial Mom&lt;/i&gt;, 1993), &lt;i&gt;Pecker&lt;/i&gt; (1998) e&amp;nbsp;&lt;i&gt;Cecil Bem Demente&lt;/i&gt; (&lt;i&gt;Cecil B. DeMented&lt;/i&gt;, 2000), além de&amp;nbsp;várias participações em seriados de TV.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;table align="center" cellpadding="0" cellspacing="0" class="tr-caption-container" style="margin-left: auto; margin-right: auto; text-align: center;"&gt;&lt;tbody&gt;&lt;tr&gt;&lt;td style="text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/-POgRmsxyJA4/Tx1lA2DZ2_I/AAAAAAAAAkw/5GgA7vrvmP0/s1600/Patty_johnwaters.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: auto; margin-right: auto;"&gt;&lt;img border="0" height="320" src="http://3.bp.blogspot.com/-POgRmsxyJA4/Tx1lA2DZ2_I/AAAAAAAAAkw/5GgA7vrvmP0/s320/Patty_johnwaters.jpg" width="270" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;tr&gt;&lt;td class="tr-caption" style="text-align: center;"&gt;John Waters e Patty&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Para apagar de vez qualquer mal estar (?) que ainda pudesse pairar sobre a conservadora sociedade&amp;nbsp;americana, ela recebeu do presidente Bill Clinton total perdão por seus crimes, em janeiro de&amp;nbsp;2001.&amp;nbsp;Hoje, prestes a completar 58 anos, Patty vive a típica vida amena de uma socialite e herdeira de&amp;nbsp;uma imensa fortuna. Suas atuais aventuras, além de aparições esporádicas na TV, nem de longe&amp;nbsp;lembram os atos de terrorismo do passado. Entre seus feitos recentes mais anárquicos destaca-se o&amp;nbsp;prêmio que sua cadelinha Diva recebeu no festival "Westminster Kennel Club Dog Show", em Nova&amp;nbsp;York. Como diria Narcisa, "Ai que loucura!"&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/-7zJrebLxwhg/Tx1jiNX5H-I/AAAAAAAAAkQ/k1VOloqba2Y/s1600/patty_hearst_dog.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" src="http://3.bp.blogspot.com/-7zJrebLxwhg/Tx1jiNX5H-I/AAAAAAAAAkQ/k1VOloqba2Y/s1600/patty_hearst_dog.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;table align="center" cellpadding="0" cellspacing="0" class="tr-caption-container" style="margin-left: auto; margin-right: auto; text-align: center;"&gt;&lt;tbody&gt;&lt;tr&gt;&lt;td style="text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/-1XdszDgvVUg/Tx1mZ9A7BqI/AAAAAAAAAlA/vbtgZyiu258/s1600/patty_veja.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: auto; margin-right: auto;"&gt;&lt;img border="0" src="http://2.bp.blogspot.com/-1XdszDgvVUg/Tx1mZ9A7BqI/AAAAAAAAAlA/vbtgZyiu258/s1600/patty_veja.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;tr&gt;&lt;td class="tr-caption" style="text-align: center;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8820602537982176322-5280467761415419551?l=danielcouri.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://danielcouri.blogspot.com/feeds/5280467761415419551/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8820602537982176322&amp;postID=5280467761415419551' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8820602537982176322/posts/default/5280467761415419551'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8820602537982176322/posts/default/5280467761415419551'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://danielcouri.blogspot.com/2012/01/de-socialite-extremista.html' title='De socialite a extremista'/><author><name>Daniel Couri</name><uri>http://www.blogger.com/profile/06840073946798204108</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/-rA_WPmgchDU/TvvF_HIsolI/AAAAAAAAAcM/-ymBHNcmGQw/s220/msn1.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/-4KGhRRt84kM/Tx1jtwRkRzI/AAAAAAAAAkY/dOE1a4rNeaQ/s72-c/patty_2TIMES.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8820602537982176322.post-202675818190135425</id><published>2012-01-15T11:17:00.000-08:00</published><updated>2012-01-15T11:38:02.028-08:00</updated><title type='text'>Masculinas, femininas... tem diferença?</title><content type='html'>&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/-sblpVnAwG-g/TxMgJInSzpI/AAAAAAAAAhg/Mwct9W-gAZw/s1600/mensmag.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="207" src="http://4.bp.blogspot.com/-sblpVnAwG-g/TxMgJInSzpI/AAAAAAAAAhg/Mwct9W-gAZw/s320/mensmag.jpg" width="320" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;i&gt;&lt;br /&gt;&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;i&gt;&lt;b&gt;"O sol nas bancas de revista&lt;/b&gt;&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;i&gt;&lt;b&gt;Me enche de alegria e preguiça&lt;/b&gt;&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;i&gt;&lt;b&gt;Quem lê tanta notícia&lt;/b&gt;&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;i&gt;&lt;b&gt;Eu vou..."&lt;/b&gt;&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;b&gt;(Caetano Veloso, "Alegria Alegria")&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;i&gt;&lt;br /&gt;&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/-qARfMeyTfhg/TxMgTYPcnDI/AAAAAAAAAho/ZPmIfRQSdMg/s1600/womensmag.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="205" src="http://2.bp.blogspot.com/-qARfMeyTfhg/TxMgTYPcnDI/AAAAAAAAAho/ZPmIfRQSdMg/s320/womensmag.jpg" width="320" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Passeando semana passada pela Livraria Cultura, resolvi entrar na seção de jornais e revistas.&amp;nbsp;Estava a fim de comprar uma revista interessante. E já digo que por "interessante" quero dizer&amp;nbsp;exatamente isso: que desperte algum interesse, não necessariamente algo importante como a crise&amp;nbsp;na economia, a paz mundial e ou a destruição da camada de ozônio. Estou longe de ser aquele tipo&amp;nbsp;que só lê publicações &lt;i&gt;cult&lt;/i&gt;, com assuntos cabeça e de relevância nacional ou mundial. De vez em&amp;nbsp;quando até leio uma matéria ou outra assim, mas no geral, gosto de revistas que distraiam,&amp;nbsp;divirtam e informem o leitor de alguma forma, de preferência que não subestime sua inteligência.&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Desde pequeno ir à banca de revistas sempre foi um dos meus pequenos (grandes) prazeres. Mas de uns&amp;nbsp;tempos pra cá o que tenho visto é um monte de revistas parecidas, com matérias e capas pouco&amp;nbsp;criativas, para não dizer bobas. Procuro, procuro e não acho nada que me atraia minimamente.&amp;nbsp;Até as revistas de frivolidades estão chatas e repetitivas, cheias de subcelebridades e testes imbecis.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;As revistas femininas são TODAS iguais. É sempre a mesma capa anunciando bobagens do tipo "Os 5&amp;nbsp;segredos do orgasmo", "Nova dieta de verão para você arrasar na praia", "Você já foi traída?",&amp;nbsp;"Como acabar com as cólicas", "Emagreça sem sofrer" e coisas assim. Tudo bem que esses temas&amp;nbsp;exercem atração sobre grande parte das mulheres, mas será que não há mais NADA a ser explorado no&amp;nbsp;universo feminino além de dietas e dicas para esquentar o relacionamento?&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Na última década vimos algo parecido acontecer, só que com os homens. Começaram a pipocar revistas&amp;nbsp;masculinas pelas bancas do país todo. E não é que elas também seguem o mesmíssimo padrão? A falta de&amp;nbsp;originalidade é gritante. OK, não dá para ser original sempre, mas também não precisa copiar&amp;nbsp;os mesmos temas descaradamente. "Como ter uma barriga de tanquinho em 15 dias", "Aumente sua&amp;nbsp;massa muscular", "A dieta que vai deixar você sarado para o verão", "Acabe com os pêlos", " As 5 melhores cantadas" e por aí&amp;nbsp;vai.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: right;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Se fugirmos das revistas femininas e masculinas, cairemos onde? Nas publicações GLS. As revistas&amp;nbsp;gay, além de trazerem páginas e páginas de rapazes nus e depilados fazendo cara &lt;i&gt;blasé&lt;/i&gt; de modelos entediados,&amp;nbsp;só falam de "babados", "bafos" e "baladas". O conteúdo é patético e o leitor é tratado como se todos&amp;nbsp;os gays fossem pessoas simplórias, sexualmente compulsivas e limitadas intelectualmente. Será que&amp;nbsp;não existe um meio termo? Não estou querendo ler nenhum tratado de sociologia e nem uma análise&amp;nbsp;sobre a queda da bolsa de valores. (In)felizmente ainda conservo uma boa dose de alienação. Mas&amp;nbsp;nem por isso preciso ter minha inteligência subestimada, não é?&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;table cellpadding="0" cellspacing="0" class="tr-caption-container" style="float: right; text-align: right;"&gt;&lt;tbody&gt;&lt;tr&gt;&lt;td style="text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/-eOPfn6D-ZlE/TxMo5-2Nh0I/AAAAAAAAAiQ/Lz2TbO_6SIA/s1600/caua_capa_torta.jpg" imageanchor="1" style="clear: right; margin-bottom: 1em; margin-left: auto; margin-right: auto;"&gt;&lt;img border="0" height="320" src="http://2.bp.blogspot.com/-eOPfn6D-ZlE/TxMo5-2Nh0I/AAAAAAAAAiQ/Lz2TbO_6SIA/s320/caua_capa_torta.jpg" width="257" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;tr&gt;&lt;td class="tr-caption" style="text-align: center;"&gt;A &lt;i&gt;GQ&lt;/i&gt; brasileira&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Estou falando isso tudo para chegar à GQ (&lt;i&gt;Gentlemen's Quarterly&lt;/i&gt;), tradicional revista masculina&amp;nbsp;lançada em 1957 nos Estados Unidos e que ganhou uma versão brasileira em abril de 2011. Para quem&amp;nbsp;não sabe, a GQ é muito associada à metrosexualidade. O escritor Mark Simpson cunhou o termo em um&amp;nbsp;artigo para o jornal britânico &lt;i&gt;Independent&lt;/i&gt;, sobre sua visita a uma exposição da GQ em Londres: "A&amp;nbsp;promoção da metrosexualidade foi deixada para os homens do estilo das revistas como a GQ,&amp;nbsp;Esquire, Arena e FHM; os novos meios de comunicação, que atingiram seu auge nos anos 80,&amp;nbsp;continuam crescendo... Eles com suas revistas cheias de imagens de homens jovens narcicistas e desportivos, com moda, roupas e acessórios. E persuadiram outros homens jovens para estudá-las&amp;nbsp;com uma mistura de inveja e de desejo."&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;table align="center" cellpadding="0" cellspacing="0" class="tr-caption-container" style="margin-left: auto; margin-right: auto; text-align: center;"&gt;&lt;tbody&gt;&lt;tr&gt;&lt;td style="text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/-99N-60tjgxU/TxMgmcbZMVI/AAAAAAAAAhw/xsnkhm1WNyI/s1600/GQ_50_60.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: auto; margin-right: auto;"&gt;&lt;img border="0" height="210" src="http://3.bp.blogspot.com/-99N-60tjgxU/TxMgmcbZMVI/AAAAAAAAAhw/xsnkhm1WNyI/s320/GQ_50_60.jpg" width="320" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;tr&gt;&lt;td class="tr-caption" style="text-align: center;"&gt;A revista &lt;i&gt;GQ&lt;/i&gt; nos anos 50 e 60&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Quando folheei a edição deste mês da GQ brazuca fiquei meio decepcionado: a maioria das páginas é&amp;nbsp;de propagandas (coisas caríssimas por sinal: perfumes importados, roupas de grife e bugigangas&amp;nbsp;eletrônicas de última geração), as matérias são curtas e o resto são só fotos de moda, acessórios&amp;nbsp;e algumas poucas mulheres seminuas, só pra lembrar ao público de que a revista é masculina!&amp;nbsp;(risos)&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;table align="center" cellpadding="0" cellspacing="0" class="tr-caption-container" style="margin-left: auto; margin-right: auto; text-align: center;"&gt;&lt;tbody&gt;&lt;tr&gt;&lt;td style="text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/-PxLB8ZcexrU/TxMg6vjtB6I/AAAAAAAAAh4/9A_EizwJ6bU/s1600/GQ_70_80.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: auto; margin-right: auto;"&gt;&lt;img border="0" height="217" src="http://2.bp.blogspot.com/-PxLB8ZcexrU/TxMg6vjtB6I/AAAAAAAAAh4/9A_EizwJ6bU/s320/GQ_70_80.jpg" width="320" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;tr&gt;&lt;td class="tr-caption" style="text-align: center;"&gt;A &lt;i&gt;GQ&lt;/i&gt; nos anos 70 e 80&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;A questão é: as chamadas revistas masculinas e femininas estão cada vez mais parecidas. Ainda mais agora, que os homens também se ligam em moda, cosmética e comportamento, temas que eram quase exclusivamente consumidos pelo público feminino até duas décadas atrás. E na boa, nem faz muita diferença ler a GQ ou a Nova. Tirando algumas diferenças, temos sempre mais do mesmo.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;table align="center" cellpadding="0" cellspacing="0" class="tr-caption-container" style="margin-left: auto; margin-right: auto; text-align: center;"&gt;&lt;tbody&gt;&lt;tr&gt;&lt;td style="text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/-l3WYEC-ORtM/TxMigMHHO6I/AAAAAAAAAiA/Mrg-tEj2nxQ/s1600/GQ_90_2000.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: auto; margin-right: auto;"&gt;&lt;img border="0" height="215" src="http://2.bp.blogspot.com/-l3WYEC-ORtM/TxMigMHHO6I/AAAAAAAAAiA/Mrg-tEj2nxQ/s320/GQ_90_2000.jpg" width="320" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;tr&gt;&lt;td class="tr-caption" style="text-align: center;"&gt;A &lt;i&gt;GQ&lt;/i&gt; nos anos 90 e 2000&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8820602537982176322-202675818190135425?l=danielcouri.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://danielcouri.blogspot.com/feeds/202675818190135425/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8820602537982176322&amp;postID=202675818190135425' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8820602537982176322/posts/default/202675818190135425'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8820602537982176322/posts/default/202675818190135425'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://danielcouri.blogspot.com/2012/01/masculinas-femininas-tem-diferenca.html' title='Masculinas, femininas... tem diferença?'/><author><name>Daniel Couri</name><uri>http://www.blogger.com/profile/06840073946798204108</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/-rA_WPmgchDU/TvvF_HIsolI/AAAAAAAAAcM/-ymBHNcmGQw/s220/msn1.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/-sblpVnAwG-g/TxMgJInSzpI/AAAAAAAAAhg/Mwct9W-gAZw/s72-c/mensmag.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8820602537982176322.post-2703722498295214335</id><published>2012-01-06T17:10:00.000-08:00</published><updated>2012-01-06T17:10:48.591-08:00</updated><title type='text'>As disputas e intrigas de "Dallas" estão de volta</title><content type='html'>&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/-pDiVCvxrvNM/TweY_ldfIAI/AAAAAAAAAfo/1KTckCkNEyw/s1600/DallasLogo.jpg" imageanchor="1" style="clear: right; float: right; margin-bottom: 1em; margin-left: 1em;"&gt;&lt;img border="0" src="http://4.bp.blogspot.com/-pDiVCvxrvNM/TweY_ldfIAI/AAAAAAAAAfo/1KTckCkNEyw/s1600/DallasLogo.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Podem me chamar de conservador, mas nunca escondi que detesto remakes, exceto raríssimas&amp;nbsp;exceções. Mas embora a questão aqui nem seja &lt;i&gt;remake&lt;/i&gt;, me cheira a comida (velha) requentada. Dá&amp;nbsp;para acreditar que a super-hiper-ultra famosa novela americana &lt;i&gt;Dallas&lt;/i&gt; vai ganhar uma continuação?&amp;nbsp;A série durou 13 anos (de 1978 a 1991) e esgotou todas as possibilidades de tramóias,&amp;nbsp;reviravoltas, tramas e subtramas.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Apesar de ser fã incondicional de &lt;i&gt;Dallas&lt;/i&gt;, fico com o pé atrás porque acho que certas coisas -&amp;nbsp;principalmente quando dão muito certo - devem permanecer preservadas e lembradas como eram. Nos&amp;nbsp;anos 80 não havia quem não se prendesse na frente da TV para acompanhar as disputas de poder e&amp;nbsp;intrigas familiares dos Ewing, o clã de barões do petróleo do Texas. A trama contava a história&amp;nbsp;de duas famílias rivais, os Ewing e os Barnes. A rixa entre elas passou por várias gerações. Ao&amp;nbsp;que tudo indica, está prestes a passar por mais uma este ano.&lt;/div&gt;&lt;table align="center" cellpadding="0" cellspacing="0" class="tr-caption-container" style="margin-left: auto; margin-right: auto; text-align: center;"&gt;&lt;tbody&gt;&lt;tr&gt;&lt;td style="text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/-vZ08Z5yE6VA/TweZ7hNVRSI/AAAAAAAAAgI/8etT0ZbSS6c/s1600/dallas1978.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: auto; margin-right: auto;"&gt;&lt;img border="0" height="320" src="http://3.bp.blogspot.com/-vZ08Z5yE6VA/TweZ7hNVRSI/AAAAAAAAAgI/8etT0ZbSS6c/s320/dallas1978.jpg" width="255" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;tr&gt;&lt;td class="tr-caption" style="text-align: center;"&gt;Dallas - Elenco de 1978&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;A TNT, atual detentora dos direitos da série, já tinha anunciado em 2010 que faria a continuação.&amp;nbsp;A nova versão de &lt;i&gt;Dallas&lt;/i&gt; dará continuidade à antiga, contando as histórias e dramas dos filhos dos&amp;nbsp;protagonistas originais. Do elenco original estão de volta Larry Hagman (o famigerado J.R.),&amp;nbsp;Patrick Duffy (Bobby) e Linda Gray (Sue Ellen). O restante do elenco é composto por Josh&amp;nbsp;Henderson, Jesse Metcalfe, Brenda Strong, Jordana Brewster e Julie Gonzalo, que vivem os&amp;nbsp;descendentes dos Ewing. A história inicialmente vai girar em torno da disputa entre os irmãos&amp;nbsp;J.R. e Bobby sobre o futuro dos negócios da família, assim como o próprio destino do rancho&amp;nbsp;Southfork.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;table align="center" cellpadding="0" cellspacing="0" class="tr-caption-container" style="margin-left: auto; margin-right: auto; text-align: center;"&gt;&lt;tbody&gt;&lt;tr&gt;&lt;td style="text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/-7f4RdVd4f2I/TweZQES0qeI/AAAAAAAAAfw/PPGVejztNF8/s1600/Sdallas2012Capa.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: auto; margin-right: auto;"&gt;&lt;img border="0" height="156" src="http://2.bp.blogspot.com/-7f4RdVd4f2I/TweZQES0qeI/AAAAAAAAAfw/PPGVejztNF8/s320/Sdallas2012Capa.jpg" width="320" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;tr&gt;&lt;td class="tr-caption" style="text-align: center;"&gt;Dallas - Elenco de 2012&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;i&gt;Dallas&lt;/i&gt; estreou em abril de 1978 no canal americano CBS e chegou ao fim em maio de 1991. A novela&amp;nbsp;fez enorme sucesso na época e virou febre mundo afora. O episódio "Quem atirou em J.R.?", exibido&amp;nbsp;em novembro de 1980, chegou a ser assistido por aproximadamente 83 milhões de pessoas e se tornou&amp;nbsp;o terceiro episódio mais assistido na história da TV norte-americana. Aqui no Brasil a série só&amp;nbsp;passou a ser exibida em novembro de 1981 pela Rede Globo, um atraso compreensível se levarmos em&amp;nbsp;conta as limitações daquela época.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;A revista Veja de 4 de novembro de 1981 trouxe uma matéria de duas páginas que começava assim:&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;blockquote class="tr_bq" style="text-align: justify;"&gt;"Em Joanesburgo, os cinemas mudaram de horário e em Atenas os bares ficavam às moscas nas noites&amp;nbsp;de exibição. Homens de negócios americanos gastaram fortunas telefonando de Hong Kong para suas&amp;nbsp;mulheres para saber dos capítulos que seriam apresentados a seguir na colônia inglesa e, na&amp;nbsp;Turquia, líderes muçulmanos fundamentalistas exigiram sua retirada, acusando-os de serem&amp;nbsp;'degradantes' e constituírem uma 'ameaça à família turca'".&lt;/blockquote&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/-IvRAywR_84U/TweZkX_Yo1I/AAAAAAAAAf4/aAmjsSBqQ7E/s1600/ABBA_-_The_Day_Before_You_Came.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="320" src="http://1.bp.blogspot.com/-IvRAywR_84U/TweZkX_Yo1I/AAAAAAAAAf4/aAmjsSBqQ7E/s320/ABBA_-_The_Day_Before_You_Came.jpg" width="320" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Nem a gélida Suécia ficou incólume: a letra de &lt;i&gt;The Day Before You Came&lt;/i&gt;, uma das últimas canções&amp;nbsp;lançadas pelo ABBA, em 1982, fazia menção direta à série: "I'm sure I had my dinner watching&amp;nbsp;something on TV / There's not, I think, a single episode of Dallas that I didn't see" [Tenho&amp;nbsp;certeza de que jantei assistindo algo na TV / Acho que não há um capítulo sequer de Dallas que eu&amp;nbsp;não vi]. A matéria da Veja, em outro trecho, dizia:&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;blockquote class="tr_bq" style="text-align: justify;"&gt;"O sucesso do seriado Dallas não arrastou apenas seu país de origem, os Estados Unidos, onde&amp;nbsp;mobilizava todas as sextas-feiras um público de 44 milhões de pessoas. Na Inglaterra ele se&amp;nbsp;transformou em delírio nacional, talvez por oferecer uma mistura explosiva de sexo, violência,&amp;nbsp;catástrofes e toda gama de mau-caratismo em contraste com os pálidos programas da BBC. Cerca de&amp;nbsp;30 milhões de ingleses - a metade da população - assistiram ao sensacional capítulo final da&amp;nbsp;segunda série, quando o personagem principal, J.R. Ewing - a quintessência do vilão simpático e&amp;nbsp;inescrupuloso - leva dois tiros".&lt;/blockquote&gt;&lt;table align="center" cellpadding="0" cellspacing="0" class="tr-caption-container" style="margin-left: auto; margin-right: auto; text-align: center;"&gt;&lt;tbody&gt;&lt;tr&gt;&lt;td style="text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/-eYQd7YeI1c8/TweZr-G4htI/AAAAAAAAAgA/CBO2AekZVAU/s1600/irmaos_ontem_hoje.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: auto; margin-right: auto;"&gt;&lt;img border="0" height="130" src="http://1.bp.blogspot.com/-eYQd7YeI1c8/TweZr-G4htI/AAAAAAAAAgA/CBO2AekZVAU/s320/irmaos_ontem_hoje.jpg" width="320" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;tr&gt;&lt;td class="tr-caption" style="text-align: center;"&gt;Os irmãos J.R. e Bobby Ewing: rivalidade ontem e hoje&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Foi exibida em 130 países, na maioria deles com o sucesso registrado nos Estados Unidos, e&amp;nbsp;dublada ou legendada em cerca de 70 idiomas. Mas será que vale a pena fazer uma continuação mais&amp;nbsp;de 20 anos depois? Tenho minhas dúvidas... Acho que grande parte do charme de &lt;i&gt;Dallas&lt;/i&gt; era ser um&amp;nbsp;produto dos anos 70/80. Sem falar no elenco. Mesmo com um trio de artistas do elenco original,&amp;nbsp;não sei se a série tem fôlego para uma temporada em pleno século 21. Aguardemos...&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;table align="center" cellpadding="0" cellspacing="0" class="tr-caption-container" style="margin-left: auto; margin-right: auto; text-align: center;"&gt;&lt;tbody&gt;&lt;tr&gt;&lt;td style="text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/-ZsKT0-3yjlc/TweaO1-6O9I/AAAAAAAAAgQ/Ls2I_M6foBs/s1600/dallas-promo04.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: auto; margin-right: auto;"&gt;&lt;img border="0" height="176" src="http://2.bp.blogspot.com/-ZsKT0-3yjlc/TweaO1-6O9I/AAAAAAAAAgQ/Ls2I_M6foBs/s320/dallas-promo04.jpg" width="320" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;tr&gt;&lt;td class="tr-caption" style="text-align: center;"&gt;Os Ewings: ainda com fôlego em pleno século 21?&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8820602537982176322-2703722498295214335?l=danielcouri.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://danielcouri.blogspot.com/feeds/2703722498295214335/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8820602537982176322&amp;postID=2703722498295214335' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8820602537982176322/posts/default/2703722498295214335'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8820602537982176322/posts/default/2703722498295214335'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://danielcouri.blogspot.com/2012/01/as-disputas-e-intrigas-de-dallas-estao.html' title='As disputas e intrigas de &quot;Dallas&quot; estão de volta'/><author><name>Daniel Couri</name><uri>http://www.blogger.com/profile/06840073946798204108</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/-rA_WPmgchDU/TvvF_HIsolI/AAAAAAAAAcM/-ymBHNcmGQw/s220/msn1.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/-pDiVCvxrvNM/TweY_ldfIAI/AAAAAAAAAfo/1KTckCkNEyw/s72-c/DallasLogo.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8820602537982176322.post-6285381291057726794</id><published>2011-12-31T12:09:00.000-08:00</published><updated>2011-12-31T12:09:45.795-08:00</updated><title type='text'>LUTO</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;"Parada de fim de ano. Volto no dia 11. Feliz 2012 para todos nós."&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;table align="center" cellpadding="0" cellspacing="0" class="tr-caption-container" style="margin-left: auto; margin-right: auto; text-align: center;"&gt;&lt;tbody&gt;&lt;tr&gt;&lt;td style="text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/-8IXh9UZqOlk/Tv9qpWvTHFI/AAAAAAAAAeo/cGBKXSV2_5c/s1600/IMAGEM_NOTICIA_3.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: auto; margin-right: auto;"&gt;&lt;img border="0" src="http://2.bp.blogspot.com/-8IXh9UZqOlk/Tv9qpWvTHFI/AAAAAAAAAeo/cGBKXSV2_5c/s1600/IMAGEM_NOTICIA_3.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;tr&gt;&lt;td class="tr-caption" style="text-align: center;"&gt;Daniel Piza (1970 - 2011)&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Foi assim que o jornalista Daniel Piza escreveu o último post em seu blog, dia 28 de dezembro.&amp;nbsp;Levei enorme susto hoje de manhã ao ficar sabendo, pelo twitter, que ele havia falecido, na noite desta sexta-feira (30), vítima de um acidente vascular cerebral (AVC), aos 41 anos.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/-VOjPRJfV4zg/Tv9poISsV3I/AAAAAAAAAeQ/c4XtSronhiY/s1600/cultural.jpg" imageanchor="1" style="clear: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" src="http://1.bp.blogspot.com/-VOjPRJfV4zg/Tv9poISsV3I/AAAAAAAAAeQ/c4XtSronhiY/s1600/cultural.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;Daniel era, além de meu xará, um dos meus ídolos. Desde o começo da minha faculdade de Jornalismo, acompanho o trabalho de Piza, seus ensaios, textos e matérias. Ele foi tudo o que sempre sonhei: um respeitadíssimo jornalista cultural, como poucos no Brasil. Foi seu livro &lt;i&gt;Jornalismo Cultural&lt;/i&gt; (Contexto, 2003), que me chamou a atenção para esse grande e admirável jornalista.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Nascido em São Paulo (SP), começou a carreira de jornalista no Estadão em 1991. Na década de 1990, trabalhou nas editorias de cultura dos jornais &lt;i&gt;Estado&lt;/i&gt;, &lt;i&gt;Folha de S. Paulo&lt;/i&gt; e &lt;i&gt;Gazeta Mercantil&lt;/i&gt;, na cobertura de literatura e artes visuais. Em maio de 2000, retornou ao Estado como editor-executivo e colunista cultural. Ainda trabalhou como tradutor de seis títulos, de autores como Herman Melville e Henry James, e organizou seis outros, nas áreas de jornalismo cultural e literatura brasileira.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/-8CH-clbYYEA/Tv9o1e7G3DI/AAAAAAAAAeE/K1nTcCIjigg/s1600/images.jpg" imageanchor="1" style="clear: right; float: right; margin-bottom: 1em; margin-left: 1em;"&gt;&lt;img border="0" src="http://1.bp.blogspot.com/-8CH-clbYYEA/Tv9o1e7G3DI/AAAAAAAAAeE/K1nTcCIjigg/s1600/images.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;Escreveu 17 livros e também fez os roteiros dos documentários &lt;i&gt;São Paulo - Retratos do Mundo&lt;/i&gt; e &lt;i&gt;Um Paraíso Perdido - Amazônia de Euclides&lt;/i&gt;. Apresentava os programas &lt;i&gt;Estadão no Ar&lt;/i&gt; e &lt;i&gt;Direto da Redação&lt;/i&gt; na rádio Estadão ESPN. Para esse último, tive a honra de ser entrevistado por ele há dois meses, quando divulguei meu livro &lt;i&gt;&lt;a href="https://pandabooks.websiteseguro.com/livro/445/mamma-mia.html" target="_blank"&gt;Mamma Mia!&lt;/a&gt;&lt;/i&gt; Fiquei duplamente feliz: primeiro porque foi uma tremenda honra ser entrevistado por Daniel e segundo porque tive a chance de divulgar meu trabalho no programa dele.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Infelizmente ele partiu cedo demais, antes mesmo do término deste ano. Seu legado, que tanto enriquece o jornalismo cultural do país, será eterno, além de motivo de orgulho para o Brasil. Que a partir de 2012 Daniel Piza continue inspirando os interessados em jornalismo cultural, só que agora de outro plano...&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8820602537982176322-6285381291057726794?l=danielcouri.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://danielcouri.blogspot.com/feeds/6285381291057726794/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8820602537982176322&amp;postID=6285381291057726794' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8820602537982176322/posts/default/6285381291057726794'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8820602537982176322/posts/default/6285381291057726794'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://danielcouri.blogspot.com/2011/12/luto.html' title='LUTO'/><author><name>Daniel Couri</name><uri>http://www.blogger.com/profile/06840073946798204108</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/-rA_WPmgchDU/TvvF_HIsolI/AAAAAAAAAcM/-ymBHNcmGQw/s220/msn1.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/-8IXh9UZqOlk/Tv9qpWvTHFI/AAAAAAAAAeo/cGBKXSV2_5c/s72-c/IMAGEM_NOTICIA_3.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8820602537982176322.post-7920644245698476294</id><published>2011-12-30T21:11:00.000-08:00</published><updated>2011-12-30T21:11:33.968-08:00</updated><title type='text'>Feliz medo novo!</title><content type='html'>&lt;div class="MsoNoSpacing" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;span style="font-size: 16px;"&gt;“Hoje é um novo dia de um novo tempo que começou...”&lt;/span&gt; &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNoSpacing" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: 12pt;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Assim diz a vinheta de final de ano da Globo. E cada vez mais eu me espanto com esse “novo tempo” que começou não sei quando. Aliás, está sempre começando. E cada vez parece passar mais rápido.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNoSpacing" style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNoSpacing" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: 12pt;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Remexendo na minha papelada guardada, entre revistas e livros empoeirados e amarelados, reli uma crônica que o jornalista Fausto Wolff (1940-2008) escreveu para O Pasquim em janeiro de 1979, intitulada “Meu medão”. Tudo bem, os tempos eram outros, mas os medos são medos. Ontem e hoje. Com algumas variações, claro, mas é impossível não sentir.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNoSpacing" style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: left;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNoSpacing" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: 12pt;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Não quero ser pessimista, só estou aqui pensando com meus botões que apesar de sempre fazermos dezenas de promessas em toda virada de ano e de desejarmos sempre coisas lindas, nossos medos estão sempre ali, encobertos pelos votos de felicidade, amor, paz, saúde dinheiro etc... Os novos tempos começam, acabam, recomeçam e os medos ressurgem. Por isso resolvi transcrever uma (grande) parte dessa crônica que fala justamente dos medos que pairam sobre nós enquanto tentamos afugentá-los e esquecê-los temporariamente. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNoSpacing" style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;blockquote class="tr_bq"&gt;&lt;b style="font-size: 12pt;"&gt;Meu medão&lt;/b&gt;&lt;/blockquote&gt;&lt;blockquote class="tr_bq"&gt;&lt;i&gt;O Pasquim&lt;/i&gt; - janeiro / 1979&amp;nbsp;&lt;/blockquote&gt;&lt;blockquote class="tr_bq"&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: 12pt;"&gt;A verdade, meus chapinhas, é que estou entrando no ano novo com medo. Sempre tive medo, mas nunca tanto quanto agora: estão roubando gente do Brasil para engaiolar no Uruguai; 296 milhões de dólares desaparecem no caminho do Bonn; estão querendo emancipar os índios, ou seja, exterminá-los de uma vez para sempre; o governo explica as eleições mas não explica as acusações de fraude e corrupção nos altos escalões; a verba para o Ministério do Exército é de 400 bilhões de cruzeiros e até agora não se sabe a da educação: Jarbas Passarinho pede que a oposição não seja agressiva se quer evitar represálias (eufemismo para um sexto ato); um sujeito por uma fatalidade qualquer cai numa cadeia brasileira e jamais se saberá o que aconteceu com ele. E isso tudo somente aqui em casa! Se eu começar a pensar nos genocídios do Irã e da Nicarágua; nos americanos doidinhos para tomarem cianureto com Fanta Uva; nos russos que podem matar à grande distância, com raios laser; na matança do criouléu na África do Sul, aí mesmo é que o meu medo se torna metafísico e invade o macrocosmo. (...) Cuidado leitor, este mesmo cidadão também tem a sua bombinha preparada para a sua cabeça, para a cabeça que pensa que as notícias que ouve no rádio, vê na televisão ou lê nos jornais se passam numa outra dimensão, em um inferno particular reservado especialmente para OS OUTROS. Cautela, amigo, os outros somos nós.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="font-size: 12.0pt;"&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: 12pt;"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: 12.0pt;"&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/-Sv2iM0mTR2Q/Tv6WNo4LPEI/AAAAAAAAAdg/0Qe9kL11XQ4/s1600/blog2012.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="320" src="http://3.bp.blogspot.com/-Sv2iM0mTR2Q/Tv6WNo4LPEI/AAAAAAAAAdg/0Qe9kL11XQ4/s320/blog2012.jpg" width="275" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: 12pt;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/span&gt;&lt;/blockquote&gt;&lt;blockquote class="tr_bq" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: 12pt; text-align: justify;"&gt;Meu medão começou na manhã seguinte à minha visita à Usina Atômica de Angra dos Reis. Depois de sonhar com o velho Mao Tsé-tung afogando-se dentro de uma garrafa de Coca-Cola tendo nas mãos o I Ching, acordei todo suado. Na longa viagem até o banheiro encontrei uma das filhas da minha mulher que me disse qualquer coisa simpática. Seus bracinhos pesavam sobre os meus ombros cansados. Minha boca recusou-se a dar passagem a uma linguagem de invento. Afinal, ela aos seis anos de idade, já sabe tudo sobre &lt;/span&gt;&lt;i style="font-size: 12pt; text-align: justify;"&gt;Dancin' Days&lt;/i&gt;&lt;span style="font-size: 12pt; text-align: justify;"&gt;. Em frente ao espelho olhei para os meus 38 anos e automaticamente passei a pasta de dentes sobre a escova. Fiquei com medo do dentifrício. Que fórmula estou botando na minha boca? Até onde estou me poluindo? Medo do desodorante. Medo de toda a quimicália que nos circunda para nos fazer mais limpos, mais higiênicos, mais belos, mais glamourosos, mais escravos.&lt;/span&gt;&lt;/blockquote&gt;&lt;blockquote class="tr_bq"&gt;&lt;span style="font-size: 12.0pt;"&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/-IC-osPgFQx0/Tv6WjSiKKmI/AAAAAAAAAds/yhaZ_jRCWoc/s1600/fausto_wolff.jpg" imageanchor="1" style="clear: right; float: right; margin-bottom: 1em; margin-left: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="320" src="http://2.bp.blogspot.com/-IC-osPgFQx0/Tv6WjSiKKmI/AAAAAAAAAds/yhaZ_jRCWoc/s320/fausto_wolff.jpg" width="230" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-size: 12pt;"&gt;Meus caros pais e mães de família: antes de se deleitarem com &lt;/span&gt;&lt;i style="font-size: 12pt;"&gt;Dancin' Days&lt;/i&gt;&lt;span style="font-size: 12pt;"&gt; hoje à noite, tenham em mente os seguintes números: Estados Unidos, Rússia, Inglaterra, França, Índia e China já explodiram bombas atômicas. Os seguintes países terão bombas atômicas nos próximos anos: Japão, Canadá, Argentina, Brasil, Paquistão, África do Sul, Israel, Suécia, Espanha, Suíça e Alemanha Ocidental. (...) Que tal? Querem ou não querem me matar? Tenho ou não tenho que ter medo de algo mais que os pivetes da Saint Roman? (...)&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/span&gt;&lt;/blockquote&gt;&lt;blockquote class="tr_bq"&gt;&lt;span style="font-size: 12pt; text-align: justify;"&gt;Cassandra informou os troianos sobre o perigo do cavalo grego. Será que não está na hora de começarmos a procurar o cavalo antes que a bomba nuclear caia na minha cabeça? Fora de brincadeira, meus chapinhas, eu estou com medo. Feliz Ano Novo!&lt;/span&gt;&lt;/blockquote&gt;&lt;div class="MsoNoSpacing" style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNoSpacing" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: 12pt;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;O texto pode ser lido na íntegra no livro &lt;i&gt;O dia em que comeram o ministro&lt;/i&gt; (Ed. Codecri, 1982), uma reunião de crônicas que Fausto Wolff escreveu para o Pasquim.&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family: 'Times New Roman', serif;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8820602537982176322-7920644245698476294?l=danielcouri.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://danielcouri.blogspot.com/feeds/7920644245698476294/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8820602537982176322&amp;postID=7920644245698476294' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8820602537982176322/posts/default/7920644245698476294'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8820602537982176322/posts/default/7920644245698476294'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://danielcouri.blogspot.com/2011/12/feliz-medo-novo.html' title='Feliz medo novo!'/><author><name>Daniel Couri</name><uri>http://www.blogger.com/profile/06840073946798204108</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/-rA_WPmgchDU/TvvF_HIsolI/AAAAAAAAAcM/-ymBHNcmGQw/s220/msn1.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/-Sv2iM0mTR2Q/Tv6WNo4LPEI/AAAAAAAAAdg/0Qe9kL11XQ4/s72-c/blog2012.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8820602537982176322.post-9221143436422203464</id><published>2011-12-28T17:19:00.000-08:00</published><updated>2011-12-28T17:36:04.177-08:00</updated><title type='text'>Capas antigas, memórias presentes</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Engraçado como certas imagens podem marcar tanto a vida da gente. Não sei se isso acontece com&amp;nbsp;todo mundo ou se eu é que sou muito apegado a determinadas lembranças. "Nostálgico". Só sei que minha mente não apaga jamais ilustrações de livros antigos, revistas e capas de discos com as quais convivi durante toda a minha infância.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;A internet, esse túnel do tempo virtual, tem o dom de trazer essas imagens de volta num simples clique. Depois de tantos anos, reencontramos pedaços do passado impresso em imagens antigas... Igual&amp;nbsp;aquelas garrafas com mensagens lançadas ao mar e redescobertas muitos anos depois. E o&amp;nbsp;sentimento, por mais banal que possa parecer, por vezes enche os olhos de lágrimas. O simples&amp;nbsp;estalo ao rever uma figura marcante da infância traz um filme inteiro de volta à memória.&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Lugares, cores, cheiros, sensações, situações, palavras... Quanta coisa é desenterrada&amp;nbsp;simplesmente ao olhar a capa amarelada de um LP.&amp;nbsp;Cresci ouvindo os discos dos meus pais, especialmente os da minha mãe. Aquelas músicas - a&amp;nbsp;maioria dos anos 60 - eram ouvidas por mim nos anos 80 com certa estranheza. Mas rapidamente&amp;nbsp;caíam no meu gosto. Um tanto quanto exótico para uma criança, admito, mas que de alguma forma&amp;nbsp;moldaram meus pensamentos e atitudes. Loucura? Talvez.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Fiz uma seleção dessas capas que me acompanharam desde que me entendo por gente. Alguns desses&amp;nbsp;discos ainda estão na casa dos meus pais, (quase) esquecidos no armário. Outros desapareceram ou se deterioraram com o tempo. Felizmente hoje em dia é possível baixar praticamente tudo na internet, até aquelas&amp;nbsp;músicas raríssimas que a gente achava impossível ouvir de novo ou sequer sabia o nome.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/-YGPGblIBuV0/Tvu8wJ_jZ1I/AAAAAAAAAZ8/Y2yLyfp9ctU/s1600/percy_faith_-_Themes_For_Young_Lovers-1963.JPG" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="311" src="http://4.bp.blogspot.com/-YGPGblIBuV0/Tvu8wJ_jZ1I/AAAAAAAAAZ8/Y2yLyfp9ctU/s320/percy_faith_-_Themes_For_Young_Lovers-1963.JPG" width="320" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;i&gt;Themes For Young Lovers&lt;/i&gt; - Percy Faith (CBS, 1963)&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/-IDStGsp7LEU/Tvu88qtUDCI/AAAAAAAAAaI/gGfLVriqrkI/s1600/herb-alpert-presents-sergio-mendes-brasil-66.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="320" src="http://4.bp.blogspot.com/-IDStGsp7LEU/Tvu88qtUDCI/AAAAAAAAAaI/gGfLVriqrkI/s320/herb-alpert-presents-sergio-mendes-brasil-66.jpg" width="320" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;i&gt;Herb Alpert presents Sergio Mendes &amp;amp; Brasil '66&lt;/i&gt; (A&amp;amp;M, 1966)&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/-mgLibPbeAV4/Tvu9EE9evJI/AAAAAAAAAaU/QNs9XLAzpWY/s1600/whipped+cream.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="320" src="http://1.bp.blogspot.com/-mgLibPbeAV4/Tvu9EE9evJI/AAAAAAAAAaU/QNs9XLAzpWY/s320/whipped+cream.jpg" width="313" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;i&gt;Whipped Cream &amp;amp; Other Delights&lt;/i&gt; - Herb Alpert's Tijuana Brass (A&amp;amp;M, 1967)&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/-giricsL7kq8/Tvu9N7pGbKI/AAAAAAAAAag/Ig9tKLFJTCk/s1600/sgt+peppers.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" src="http://2.bp.blogspot.com/-giricsL7kq8/Tvu9N7pGbKI/AAAAAAAAAag/Ig9tKLFJTCk/s1600/sgt+peppers.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;i&gt;Sgt. Pepper's Lonely Hearts Club Band&lt;/i&gt; - The Beatles (Capitol, 1967)&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/-gt1xJSuiZLo/Tvu9YwlxQnI/AAAAAAAAAas/M6VQV5FojgA/s1600/Turn_Around_Look_At_Me.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" src="http://1.bp.blogspot.com/-gt1xJSuiZLo/Tvu9YwlxQnI/AAAAAAAAAas/M6VQV5FojgA/s1600/Turn_Around_Look_At_Me.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;i&gt;Turn Around Look At Me&lt;/i&gt; - Ray Conniff (CBS, 1968)&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/-Xg-7p2r5xdo/Tvu9h1Th7hI/AAAAAAAAAa4/8iCQhKL0aVY/s1600/roberto+carlos.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="320" src="http://2.bp.blogspot.com/-Xg-7p2r5xdo/Tvu9h1Th7hI/AAAAAAAAAa4/8iCQhKL0aVY/s320/roberto+carlos.jpg" width="320" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;i&gt;O Inimitável&lt;/i&gt; - Roberto Carlos (CBS, 1968)&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/-P_JX3b5aKic/Tvu9rZv9zPI/AAAAAAAAAbE/Gx6bbsAOnRQ/s1600/Paul_Mauriat_vol_5_-_1968_1G-Front.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" src="http://2.bp.blogspot.com/-P_JX3b5aKic/Tvu9rZv9zPI/AAAAAAAAAbE/Gx6bbsAOnRQ/s1600/Paul_Mauriat_vol_5_-_1968_1G-Front.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;i&gt;A Grande Orquestra de Paul Mauriat &lt;/i&gt;(Philips, 1968)&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/-AykhX129lQI/Tvu9xjMJUGI/AAAAAAAAAbQ/Ja-Zmfg-JD8/s1600/franck_pourcel.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="313" src="http://3.bp.blogspot.com/-AykhX129lQI/Tvu9xjMJUGI/AAAAAAAAAbQ/Ja-Zmfg-JD8/s320/franck_pourcel.jpg" width="320" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;i&gt;Um Mundo de Melodias Vol. 8 &lt;/i&gt;- Franck Pourcel (EMI Odeon, 1969)&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/-0s-hebf6wJU/Tvu93LTscVI/AAAAAAAAAbc/DvsVhOe-h1Y/s1600/waldo.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" src="http://2.bp.blogspot.com/-0s-hebf6wJU/Tvu93LTscVI/AAAAAAAAAbc/DvsVhOe-h1Y/s1600/waldo.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;i&gt;Sinfonias&lt;/i&gt; - Waldo de los Rios (Hispa Vox, 1971)&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/-RWX-g7rLx4c/Tvu-waNAuvI/AAAAAAAAAb0/ZXnBlqeCbUM/s1600/simon_and_garfunkel_-_greatest_hits.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="314" src="http://2.bp.blogspot.com/-RWX-g7rLx4c/Tvu-waNAuvI/AAAAAAAAAb0/ZXnBlqeCbUM/s320/simon_and_garfunkel_-_greatest_hits.jpg" width="320" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;i&gt;Greatest Hits&lt;/i&gt; - Simon &amp;amp; Garfunkel (CBS, 1972)&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/-wbP5jBkYRi8/Tvu-JreufNI/AAAAAAAAAbo/w-HukyXCP9c/s1600/cabocla.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="320" src="http://3.bp.blogspot.com/-wbP5jBkYRi8/Tvu-JreufNI/AAAAAAAAAbo/w-HukyXCP9c/s320/cabocla.jpg" width="315" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;i&gt;Cabocla&lt;/i&gt; - Trilha sonora da novela (Som Livre, 1979)&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/-y4mYn7mBn8s/Tvu-8LLU69I/AAAAAAAAAcA/4m8lrpNPCQI/s1600/au+revoir.JPG" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="313" src="http://4.bp.blogspot.com/-y4mYn7mBn8s/Tvu-8LLU69I/AAAAAAAAAcA/4m8lrpNPCQI/s320/au+revoir.JPG" width="320" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;i&gt;Au Revoir&lt;/i&gt; - Vários artistas (Som Livre, 1985)&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8820602537982176322-9221143436422203464?l=danielcouri.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://danielcouri.blogspot.com/feeds/9221143436422203464/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8820602537982176322&amp;postID=9221143436422203464' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8820602537982176322/posts/default/9221143436422203464'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8820602537982176322/posts/default/9221143436422203464'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://danielcouri.blogspot.com/2011/12/capas-antigas-memorias-presentes.html' title='Capas antigas, memórias presentes'/><author><name>Daniel Couri</name><uri>http://www.blogger.com/profile/06840073946798204108</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/-rA_WPmgchDU/TvvF_HIsolI/AAAAAAAAAcM/-ymBHNcmGQw/s220/msn1.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/-YGPGblIBuV0/Tvu8wJ_jZ1I/AAAAAAAAAZ8/Y2yLyfp9ctU/s72-c/percy_faith_-_Themes_For_Young_Lovers-1963.JPG' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8820602537982176322.post-468839421841609946</id><published>2011-08-27T08:59:00.000-07:00</published><updated>2011-08-28T07:10:02.959-07:00</updated><title type='text'>O que Rod Stewart e Jorge Ben(jor) têm em comum?</title><content type='html'>&lt;div style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none; text-align: justify;"&gt;Muito antes de virar o rei da regravação de &lt;em&gt;standards&lt;/em&gt; da música americana em meados dos anos 2000, com sua série de CDs The &lt;em&gt;Great American Songbook&lt;/em&gt;, o hoje respeitável senhor Rod Stewart já havia balançado muito o esqueleto no Studio 54.&lt;/div&gt;&lt;div style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;table align="center" cellpadding="0" cellspacing="0" class="tr-caption-container" style="margin-left: auto; margin-right: auto; text-align: center;"&gt;&lt;tbody&gt;&lt;tr&gt;&lt;td style="text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/-QQSHFIwEcNI/TlkROsSeKBI/AAAAAAAAAWY/TBCbKSiqwos/s1600/rod_2.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: auto; margin-right: auto;"&gt;&lt;img border="0" height="226px" qaa="true" src="http://2.bp.blogspot.com/-QQSHFIwEcNI/TlkROsSeKBI/AAAAAAAAAWY/TBCbKSiqwos/s320/rod_2.jpg" width="320px" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;tr&gt;&lt;td class="tr-caption" style="text-align: center;"&gt;Rod Stewart em 1979 e em 2004: quem te viu, quem te vê...&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;&lt;div style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none; text-align: justify;"&gt;Performático, o cantor escocês ficou conhecido nos anos 70 por suas baladas que mesclavam soul e blues, além do rock que o consagrou, claro. Mas no finalzinho dos anos 70, mostrou uma nova faceta, que lhe rendeu muitos novos fãs mas, em contrapartida, custou-lhe o repúdio dos antigos fãs. &lt;/div&gt;&lt;div style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none; text-align: justify;"&gt;O hit era &lt;em&gt;Da Ya Think I'm Sexy? &lt;/em&gt;A maior parte da melodia foi composta pelo baterista Carmine Appice, que tinha acabado de se juntar à banda de Stewart. Appice comenta: "Estávamos no estúdio e &lt;em&gt;Miss You&lt;/em&gt;, dos Rolling Stones, era sucesso na época. Rod sempre foi um cara que costumava ouvir o que acontecia ao redor dele. Estava sempre de olho nas paradas musicais, ouvindo tudo, e era fã dos Rolling Stones. Então, quando eles lançaram &lt;em&gt;Miss You&lt;/em&gt;, o som discoteca era a sensação do momento. Rod queria gravar uma espécie de canção com influência da &lt;em&gt;disco music&lt;/em&gt;, algo mais ou menos como &lt;em&gt;Miss You&lt;/em&gt;, mas que não fosse tão &lt;em&gt;disco&lt;/em&gt; como Gloria Gaynor".&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none; text-align: justify;"&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/-NozRH_NmO_s/TlkPYIKL1MI/AAAAAAAAAWE/MmsJcxKhjUY/s1600/da-ya-think-im-sexy_SINGLE.jpg" imageanchor="1" style="clear: right; cssfloat: right; float: right; margin-bottom: 1em; margin-left: 1em;"&gt;&lt;img border="0" qaa="true" src="http://1.bp.blogspot.com/-NozRH_NmO_s/TlkPYIKL1MI/AAAAAAAAAWE/MmsJcxKhjUY/s1600/da-ya-think-im-sexy_SINGLE.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;Carmine continua: "Ele sempre nos falava, 'quero uma canção desse jeito' ou 'quero uma canção daquele jeito'. Fui para casa e bolei uma melodia. Apresentei ao Rod através de um amigo, Duane Hitchings, um compositor que tinha um pequeno estúdio. Fomos para o estúdio dele com as baterias e teclados e ele deu uma lapidada na melodia. Entregamos ao Rod um demo dos versos e a estrofe e Rod criou o refrão. Tocamos repetidas vezes com a banda antes de acertarmos os arranjos com Tom Dowd" (lendário produtor musical).&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;Assim nasceu a canção, que abria o lado A do LP &lt;em&gt;Blondes Have More Fun&lt;/em&gt;, lançado em novembro de 1978. Mas o rebu que estava por vir não demorou muito: aqui no Brasil, Jorge Ben (antes de virar Benjor) botou a boca no trombone e acusou Rod Stewart de plágio. Rod havia usado a linha melódica do trecho "tê-tetere-tetetê", da música &lt;em&gt;Taj Mahal&lt;/em&gt;, no refrão de &lt;em&gt;Da Ya Think I'm Sexy?&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;em&gt;Taj Mahal&lt;/em&gt; havia sido composta por Jorge Ben e lançada em 1972, no álbum &lt;em&gt;Ben&lt;/em&gt;. É uma das canções mais cultuadas e conhecidas do cantor. (&lt;em&gt;Taj Mahal&lt;/em&gt; é uma referência clara à história do mausoléu situado na Índia). Jorge Ben já estava encaminhando um processo contra Stewart quando o escocês, com a música polêmica, chegou ao primeiro lugar das paradas internacionais. Saia justíssima. A canção impulsionou o álbum &lt;em&gt;Blondes Have More Fun&lt;/em&gt; a vender 4 milhões de cópias, indo para o número 1 da Billboard (a bíblia da música americana). A canção perdeu o processo por plágio. &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/-UyNtSI99bec/TlkPhr1iQ5I/AAAAAAAAAWU/dIXIk62Du5w/s1600/jorgebenben1972image010vl9.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="320px" qaa="true" src="http://2.bp.blogspot.com/-UyNtSI99bec/TlkPhr1iQ5I/AAAAAAAAAWU/dIXIk62Du5w/s320/jorgebenben1972image010vl9.jpg" width="320px" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Jorge Ben acabou ganhando na Justiça, mas não levou um tostão. Os direitos autorais relativos à canção foram sabiamente doados à UNICEF, o órgão da ONU que auxilia crianças carentes. Esse foi o truque que o advogado de Stewart encontrou para abafar a história. Como "punição", Rod teve que concordar em doar os royalties de sua canção para a UNICEF e cantá-la no &lt;em&gt;The Music for UNICEF Concert&lt;/em&gt;. &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/-vKZkJLJGzCA/TlkPVAVlqPI/AAAAAAAAAWA/psqyjOTOgLU/s1600/Music_for_Unicef_Concert_TV_Guide_Ad.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" qaa="true" src="http://3.bp.blogspot.com/-vKZkJLJGzCA/TlkPVAVlqPI/AAAAAAAAAWA/psqyjOTOgLU/s1600/Music_for_Unicef_Concert_TV_Guide_Ad.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;em&gt;A Gift of Song - The Music For UNICEF Concert&lt;/em&gt; foi um grande evento beneficente realizado em janeiro de 1979 na Assembléia Geral das Nações Unidas, em Nova York. A festa de gala - televisionada para vários países - foi apresentada pelos Bee Gees e contava com os grandes nomes da indústria musical da época: ABBA, Donna Summer, Olivia Newton-John, Andy Gibb, Earth Wind &amp;amp; Fire, John Denver e Rita Coolidge. (Elton John também estava na lista, mas não compareceu).&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/-f0x39tu4r3o/TlkPcrovruI/AAAAAAAAAWM/JLplREyAdaw/s1600/The_Music_for_Unicef_Concert.JPG" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="320px" qaa="true" src="http://2.bp.blogspot.com/-f0x39tu4r3o/TlkPcrovruI/AAAAAAAAAWM/JLplREyAdaw/s320/The_Music_for_Unicef_Concert.JPG" width="307px" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;O &lt;em&gt;Fantástico&lt;/em&gt; de 18 de fevereiro de 1979 apresentou uma matéria sobre o caso:&lt;/div&gt;&lt;blockquote&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;"A música Taj Mahal, de Jorge Ben, é o pivô de uma briga internacional. De acordo com especialistas, a canção &lt;em&gt;Da Ya Think I’m Sexy?&lt;/em&gt;, cantada por Rod Stewart, possui as mesmas notas musicais do refrão da música do cantor brasileiro. As pautas musicais, reproduzidas por um maestro, vão servir de base para que o advogado de Jorge Ben entre com uma representação contra a gravadora de Rod Stewart".&lt;/div&gt;&lt;/blockquote&gt;&lt;div class="separator" style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none; clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/-_P7mufTF1FY/TlkPaSY9MkI/AAAAAAAAAWI/fx27Hy5bm1Q/s1600/rod-stewart-blondes-have-more-fun.jpg" imageanchor="1" style="clear: right; cssfloat: right; float: right; margin-bottom: 1em; margin-left: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="320px" qaa="true" src="http://2.bp.blogspot.com/-_P7mufTF1FY/TlkPaSY9MkI/AAAAAAAAAWI/fx27Hy5bm1Q/s320/rod-stewart-blondes-have-more-fun.jpg" width="320px" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Mas a história ficou por isso mesmo, já que Rod havia cedido os lucros da canção para a UNICEF. E todos foram felizes para sempre. Na edição de maio de 1995 da revista Mojo, Stewart falou sobre &lt;em&gt;Da Ya Think I'm Sexy&lt;/em&gt;: "Acho que é uma daquelas músicas que faz todo mundo se lembrar do que estava fazendo naquele ano em particular. Foi uma das 10 canções que resumiu todo o período &lt;em&gt;dance&lt;/em&gt;/&lt;em&gt;disco&lt;/em&gt;. E é justamente para isso que serve a música, para trazer lembranças".&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Em 2004 a música entrou na lista das 500 melhores canções da revista Rolling Stone e é inegavelmente um hit inconfundível, assim como sua 'irmã' tupiniquim &lt;em&gt;Taj Mahal&lt;/em&gt;. Jorge Ben virou Jorge Benjor e hoje, mais de 30 anos depois, quase ninguém nem se lembra mais daquele dançante rebu da indústria fonográfica do final dos anos 70.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8820602537982176322-468839421841609946?l=danielcouri.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://danielcouri.blogspot.com/feeds/468839421841609946/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8820602537982176322&amp;postID=468839421841609946' title='3 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8820602537982176322/posts/default/468839421841609946'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8820602537982176322/posts/default/468839421841609946'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://danielcouri.blogspot.com/2011/08/o-que-rod-stewart-e-jorge-benjor-tem-em.html' title='O que Rod Stewart e Jorge Ben(jor) têm em comum?'/><author><name>Daniel Couri</name><uri>http://www.blogger.com/profile/06840073946798204108</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/-rA_WPmgchDU/TvvF_HIsolI/AAAAAAAAAcM/-ymBHNcmGQw/s220/msn1.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/-QQSHFIwEcNI/TlkROsSeKBI/AAAAAAAAAWY/TBCbKSiqwos/s72-c/rod_2.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>3</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8820602537982176322.post-9123827251406078740</id><published>2011-08-21T08:09:00.000-07:00</published><updated>2011-08-22T13:40:17.738-07:00</updated><title type='text'>Gina: tesouro escondido</title><content type='html'>&lt;em&gt;"Sentada na beira da calçada, os pés nus na água barrenta que corria, a boneca de pano apertada no braço direito, Gina esperava a mãe que se despedia das vizinhas, lá no fundo do cortiço".&lt;/em&gt; &lt;br /&gt;&lt;div style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none; text-align: justify;"&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/-gZJpESo5gRI/TlEc3IO_tpI/AAAAAAAAAV0/G6cpXP6drUA/s1600/eramos-seis1.jpg" imageanchor="1" style="clear: right; cssfloat: right; float: right; margin-bottom: 1em; margin-left: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="320px" qaa="true" src="http://1.bp.blogspot.com/-gZJpESo5gRI/TlEc3IO_tpI/AAAAAAAAAV0/G6cpXP6drUA/s320/eramos-seis1.jpg" width="206px" /&gt;&lt;/a&gt;Se eu disser o nome Maria José Dupré é capaz de muita gente se lembrar dos livros &lt;em&gt;A Ilha Perdida&lt;/em&gt; ou &lt;em&gt;Éramos Seis&lt;/em&gt;, durante vários anos os carros-chefe da Série Vaga-Lume (coleção de livros lançada pela Editora Ática a partir de 1972, com obras voltadas principalmente para o público infanto-juvenil). Claro, Maria José Dupré é a autora dos livros. Lembro-me que li &lt;em&gt;Éramos&amp;nbsp;Seis&lt;/em&gt; quando tinha uns 11 anos e fiquei muito envolvido pela história. Alguns anos depois, em 1994, o SBT produziu uma das melhores telenovelas brasileiras, &lt;em&gt;Éramos Seis&lt;/em&gt;, baseada no livro. (A TV Tupi já havia feito o mesmo 1977). &lt;/div&gt;&lt;div style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none; text-align: justify;"&gt;Mais de 20 anos depois de ler&lt;em&gt; A Ilha Perdida&lt;/em&gt; e &lt;em&gt;Éramos Seis&lt;/em&gt;, me deparei com &lt;em&gt;Gina&lt;/em&gt;, da mesma autora. E fiquei igualmente fascinado. Ao mesmo tempo, me dei conta de como essa grande autora brasileira é subestimada. Infelizmente as novas gerações têm cada vez menos contato com os livros, principalmente depois da invasão esmagadora da internet. A Série Vaga-Lume, tão popular entre os anos 70 e 90, é praticamente desconhecida dos jovens hoje. Quando eu estudava, os livros dessa série eram sempre pedidos nas escolas e mesmo quando não eram, líamos assim mesmo. &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Meu "reencontro" com Maria José Dupré não poderia ter sido mais feliz: &lt;em&gt;Gina&lt;/em&gt; prende o leitor do começo ao fim. É impossível não se sentir impelido a ir fundo na saga da personagem-título e a torcer por ela. A orelha da edição de 1978 do livro diz: "&lt;strong&gt;Gina&lt;/strong&gt; é um romance chocante, humanamente chocante porque nos faz refletir sobre nossos critérios de valor. Nele, preconceitos e estereótipos são sentidos na alma e na carne de uma menina 'ultrajada pela existência', como diria Dostoievski".&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/-eddPDlr_1MQ/TlEc0OAOYGI/AAAAAAAAAVs/VGOkEG9ERuo/s1600/gina_grande.jpg" imageanchor="1" style="clear: left; cssfloat: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="320px" qaa="true" src="http://3.bp.blogspot.com/-eddPDlr_1MQ/TlEc0OAOYGI/AAAAAAAAAVs/VGOkEG9ERuo/s320/gina_grande.jpg" width="214px" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none; text-align: justify;"&gt;A descrição continua: "Este romance faz bem a todo mundo, principalmente aos que julgam as pessoas pelos atos, independentemente das circunstâncias e da influência do meio ambiente. Quem se interessa por conhecer melhor as pessoas, encontrará em &lt;strong&gt;Gina&lt;/strong&gt; um manual vivo de Psicologia. Ali estão os mais variados tipos de pessoas, cabalmente descritos pela pena de Maria José Dupré que o crítico Roberto Alvim Correa colocou ao ao lado de Máximo Gorki".&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Assim como já havia feito em &lt;em&gt;Éramos Seis&lt;/em&gt;, em &lt;em&gt;Gina&lt;/em&gt; a autora consegue colocar o leitor tão perto dos personagens que é como se ele estivesse realmente convivendo naquela realidade descrita na história. Foi a mesma sensação que tive ao ler &lt;em&gt;Éramos Seis&lt;/em&gt;. Impossível não se sentir tocado. No artigo &lt;a href="http://www.linguagemviva.com.br/222.pdf"&gt;Livros Esquecidos II&lt;/a&gt;, a escritora e crítica literária Maria Lúcia Silveira Rangel explica:&lt;/div&gt;&lt;div style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;blockquote&gt;Maria José Dupré (Senhora Leandro Dupré) é a nossa Margaret Mitchell. Tal como a autora norteamericana com seu livro “...E o vento levou”, a obra literária de Maria José Dupré é tão atrativa que prende o leitor até o final do romance.&lt;/blockquote&gt;&lt;blockquote&gt;Ignoro se ainda perduram ecos do retumbante sucesso literário de Margaret Mitchell, o mundo atual se caracteriza pela velocidade, valendo apenas o hoje que será obumbrado pelo amanhã inexorável. &lt;/blockquote&gt;&lt;/div&gt;&lt;blockquote&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;A nossa escritora com seus inegáveis méritos parece um tanto esquecida e nada é mencionado sobre seus romances que alcançaram grande sucesso na época em que foram escritos, tendo sido “Éramos seis” transformado em novela e em filme argentino.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none; text-align: justify;"&gt;Seu estilo, com notável poder descritivo, a trama conduzida antes pelos diálogos vívidos que pelo aprofundamento íntimo, traduz, no entanto, uma real agudeza no que se refere ao conhecimento psicológico e à sensibilidade dos personagens.&lt;/div&gt;&lt;/blockquote&gt;&lt;table cellpadding="0" cellspacing="0" class="tr-caption-container" style="float: right; margin-left: 1em; text-align: right;"&gt;&lt;tbody&gt;&lt;tr&gt;&lt;td style="text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/-edLvseegUDg/TlEc0_BjUfI/AAAAAAAAAVw/MDe4x9iKSJc/s1600/maria_jose_dupre_credito_divulgacao.jpg" imageanchor="1" style="clear: right; cssfloat: right; margin-bottom: 1em; margin-left: auto; margin-right: auto;"&gt;&lt;img border="0" qaa="true" src="http://3.bp.blogspot.com/-edLvseegUDg/TlEc0_BjUfI/AAAAAAAAAVw/MDe4x9iKSJc/s1600/maria_jose_dupre_credito_divulgacao.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;tr&gt;&lt;td class="tr-caption" style="text-align: center;"&gt;Maria José Dupré (Sra. Leandro Dupré)&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;&lt;div style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none; text-align: justify;"&gt;Maria José Dupré nasceu em 1898 em Botucatu (SP) e morreu em 1984 em Guarujá (SP). Sua primeira obra de ficção, publicada em 1941, foi &lt;em&gt;O Romance de Teresa Bernard&lt;/em&gt;. Seu maior êxito literário, no entanto, continua sendo &lt;em&gt;Éramos Seis&lt;/em&gt; (1943), premiado pela Academia Brasileira de Letras. O curioso é que, embora &lt;em&gt;Éramos Seis&lt;/em&gt; tenha sido adaptado várias vezes para a televisão, sempre com sucesso, o mesmo não aconteceu com &lt;em&gt;Gina&lt;/em&gt;.&lt;/div&gt;&lt;div style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;Gina&lt;/em&gt; chegou a ser adaptada para a televisão em 1978, por Rubens Ewald Filho e Sílvio de Abreu (que já haviam adaptado &lt;em&gt;Éramos Seis&lt;/em&gt; no ano anterior para a Tupi). Mas &lt;em&gt;Gina&lt;/em&gt; não obteve sucesso no formato telenovela devido a uma série de problemas estruturais, como explica Nilson Xavier no site &lt;a href="http://www.teledramaturgia1.kit.net/gina.htm"&gt;Teledramaturgia&lt;/a&gt;.&lt;/div&gt;&lt;div style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none; text-align: justify;"&gt;Fica então a dica: quando você estiver cansado da profusão de novidades literárias que nos são empurradas goela abaixo diariamente, dê uma olhada em Maria José Dupré. Tenho certeza que a surpresa será boa.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8820602537982176322-9123827251406078740?l=danielcouri.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://danielcouri.blogspot.com/feeds/9123827251406078740/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8820602537982176322&amp;postID=9123827251406078740' title='3 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8820602537982176322/posts/default/9123827251406078740'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8820602537982176322/posts/default/9123827251406078740'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://danielcouri.blogspot.com/2011/08/gina-tesouro-escondido.html' title='Gina: tesouro escondido'/><author><name>Daniel Couri</name><uri>http://www.blogger.com/profile/06840073946798204108</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/-rA_WPmgchDU/TvvF_HIsolI/AAAAAAAAAcM/-ymBHNcmGQw/s220/msn1.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/-gZJpESo5gRI/TlEc3IO_tpI/AAAAAAAAAV0/G6cpXP6drUA/s72-c/eramos-seis1.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>3</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8820602537982176322.post-6574570191323798381</id><published>2011-08-19T06:09:00.000-07:00</published><updated>2011-08-19T06:09:13.788-07:00</updated><title type='text'>"Rastro aproxima as pessoas". Lembra?</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Não tem como não sentir o cheirinho de Rastro e não se lembrar da infância - isto é, se você tem no mínimo 30 anos. Houve um tempo (adoro esse começo) em que os mais chiques e clássicos não podiam dispensar a colônia Rastro.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none; clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/-g4Rr2RA6DbU/Tk5eQkmoBSI/AAAAAAAAAVc/OJ0qIUD9StA/s1600/rastro_museu.jpg" imageanchor="1" style="clear: left; cssfloat: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="320px" qaa="true" src="http://3.bp.blogspot.com/-g4Rr2RA6DbU/Tk5eQkmoBSI/AAAAAAAAAVc/OJ0qIUD9StA/s320/rastro_museu.jpg" width="245px" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;A história começa em 1956, quando o estilista e artista plástico Aparício Basílio da Silva abriu a Rastro, uma glamurosa boutique na Rua Augusta, em São Paulo. Naquela época o endereço era o &lt;em&gt;crème de la crème&lt;/em&gt; da capital. Em sociedade com uma amiga, começou vendendo praticamente tudo na área de roupas e adereços, muitos desenhados por ele&amp;nbsp;próprio. &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Durante anos, no entanto, ele alimentou a idéia de lançar uma fragrância de qualidade, mas com um toque de brasilidade. Queria que seus clientes buscassem o requinte dos perfumes importados em uma marca nacional. Após muito trabalho, em 1965 Aparício lançou, com o irmão João Carlos, químico, a água-de-colônia Rastro, que entrou para a história dos hábitos de consumo da sociedade brasileira. O sucesso foi imediato.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Rastro é considerado o primeiro perfume 100% nacional e uma grande inovação na época. Não demorou muito para que a colônia se tornasse objeto de desejo e fosse procurada por todos. Por muito tempo o perfume manteve a característica de ser fabricado quase artesanalmente. &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Em 1978, quando a ditadura ainda vigorava no país, uma campanha publicitária para promover o perfume deu o que falar: "Contatos irresistíveis de primeiro, segundo, terceiro ou qualquer grau. Rastro". Três fotografias estampavam três propagandas impressas diferentes: a de um elegante casal, a de uma cena de carícia entre duas mulheres e a de um jovem e um homem de meia idade posando juntos. Uma ousadia para a época.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/-UKfIGnznlrg/Tk5eVWlOplI/AAAAAAAAAVk/rh2i7_pkrlk/s1600/rastro_tipos.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="320px" qaa="true" src="http://1.bp.blogspot.com/-UKfIGnznlrg/Tk5eVWlOplI/AAAAAAAAAVk/rh2i7_pkrlk/s320/rastro_tipos.jpg" width="255px" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;A cor da embalagem do perfume Rastro – rosa-choque – encantava as mulheres, apesar de ter sido o primeiro perfume nacional realmente voltado para o universo masculino. Nos anos 70,&amp;nbsp;com a volta&amp;nbsp;da moda dos aromas florais, Rastro viveu seu auge. Nos anos 80, os aromas orientais (fragrâncias fortes) é que dominaram o mercado, mas ainda assim o Rastro se manteve bastante popular.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Só para facilitar a compreensão, uma explicação rápida da revista &lt;a href="http://galileu.globo.com/edic/116/rep_perfumes.htm"&gt;Galileu&lt;/a&gt;:&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;blockquote&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Um perfume possui três notas (cheiros) principais. O tipo de perfume depende da quantidade de cada nota.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;1 - As notas de cabeça são responsáveis pelo primeiro cheiro que a pessoa sente quando abre o perfume. Elas evaporam rapidamente. Ex.: Cítricos.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;2 - As notas de corpo ou coração são as que classificam o perfume. Elas dão o cheiro das primeiras quatro horas após a aplicação da fragrância. Ex.: Florais.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;3 - As notas de fundo ou base são as mais densas, que impregnam a pele após um longo período. Ex.: Amadeirado.&lt;/div&gt;&lt;/blockquote&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Seguindo nosso Rastro novamente, a popularidade da marca foi perdendo terreno no começo dos anos 90, principalmente quando seu criador, Aparício, foi brutalmente assassinado em 1992. A marca foi transferida para a Dorsay Monange e os produtos perderam o glamour das décadas anteriores. Em 2007 a marca passou para as mãos da &lt;a href="http://www.hypermarcas.com.br/marca.php?id=58"&gt;Hypermarcas&lt;/a&gt;, que comprou a Dorsay-Monange. &lt;/div&gt;&lt;table cellpadding="0" cellspacing="0" class="tr-caption-container" style="float: right; margin-left: 1em; text-align: right;"&gt;&lt;tbody&gt;&lt;tr&gt;&lt;td style="text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/-e44nNK1ilLU/Tk5eNeBmhSI/AAAAAAAAAVY/TOd58fcUqis/s1600/aparicio_rastro.jpg" imageanchor="1" style="clear: right; cssfloat: right; margin-bottom: 1em; margin-left: auto; margin-right: auto;"&gt;&lt;img border="0" qaa="true" src="http://1.bp.blogspot.com/-e44nNK1ilLU/Tk5eNeBmhSI/AAAAAAAAAVY/TOd58fcUqis/s1600/aparicio_rastro.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;tr&gt;&lt;td class="tr-caption" style="text-align: center;"&gt;Aparício Basílio da Silva&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;&lt;div style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none; text-align: justify;"&gt;Muito antes do termo "celebridade" virar lugar-comum, Aparício já era o que chamamos hoje de celebridade. Escultor, perfumista e presença constante em festas e badalações, reinou dos anos 60 até o começo dos 90 nas altas rodas ("O segredo é surgir, sorrir e sumir", gabava-se ele). Chegou a presidir o Museu de Arte Moderna e escreveu críticas de arte, mas sua fama foi mesmo o Rastro, sua marca registrada. &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Foi encontrado morto em um terreno em São Bernardo do Campo (SP), com 97 perfurações, após uma noitada em uma boite gay da Rua Bela Cintra, em São Paulo, em 19 de outubro de 1992. Tinha apenas 56 anos. Dois homens e uma mulher foram presos pelo crime.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Difícil pensar que Aparício - considerado um dos homens mais elegantes de São Paulo em sua época - criou o primeiro perfume brasileiro e hoje tanto seu nome quanto o de sua criação são praticamente desconhecidos da maioria da população do Brasil. No entanto, sempre que quero revisitar algum cantinho recôndito de minha infância, abro meu vidro de Rastro e borrifo um pouquinho no pescoço. &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/-Yt-dE1BWd64/Tk5eSbTHscI/AAAAAAAAAVg/DhDl0uiRz0E/s1600/rastro_atual.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" qaa="true" src="http://1.bp.blogspot.com/-Yt-dE1BWd64/Tk5eSbTHscI/AAAAAAAAAVg/DhDl0uiRz0E/s1600/rastro_atual.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Para os nostálgicos como eu, atualmente o Rastro pode ser comprado em algumas farmácias espalhadas pelo Brasil, mas não é tão fácil como antigamente não. Além da colônia, complementam a linha o sabonete e os desodorantes aerossol, spray, neutro e roll-on. Mas dê-se por satisfeito se conseguir encontrar ao menos a colônia.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8820602537982176322-6574570191323798381?l=danielcouri.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://danielcouri.blogspot.com/feeds/6574570191323798381/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8820602537982176322&amp;postID=6574570191323798381' title='3 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8820602537982176322/posts/default/6574570191323798381'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8820602537982176322/posts/default/6574570191323798381'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://danielcouri.blogspot.com/2011/08/rastro-aproxima-as-pessoas-lembra.html' title='&quot;Rastro aproxima as pessoas&quot;. Lembra?'/><author><name>Daniel Couri</name><uri>http://www.blogger.com/profile/06840073946798204108</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/-rA_WPmgchDU/TvvF_HIsolI/AAAAAAAAAcM/-ymBHNcmGQw/s220/msn1.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/-g4Rr2RA6DbU/Tk5eQkmoBSI/AAAAAAAAAVc/OJ0qIUD9StA/s72-c/rastro_museu.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>3</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8820602537982176322.post-7567170544545389808</id><published>2011-08-15T05:48:00.000-07:00</published><updated>2011-08-15T05:56:45.870-07:00</updated><title type='text'>Annie Hall à procura de Mr. Goodbar</title><content type='html'>&lt;div style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none; clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/-2kRyzi5l9-Q/TkkRzKnjrkI/AAAAAAAAAT8/o0bNpYmkt3s/s1600/annie-hall-posters.jpg" imageanchor="1" style="clear: left; cssfloat: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="320px" naa="true" src="http://2.bp.blogspot.com/-2kRyzi5l9-Q/TkkRzKnjrkI/AAAAAAAAAT8/o0bNpYmkt3s/s320/annie-hall-posters.jpg" width="207px" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/-sHGSJ6T374M/TkkR8d8UU7I/AAAAAAAAAUQ/stgMrnljtIw/s1600/Looking-for-Mr_-GoodbarPOSTER.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="320px" naa="true" src="http://1.bp.blogspot.com/-sHGSJ6T374M/TkkR8d8UU7I/AAAAAAAAAUQ/stgMrnljtIw/s320/Looking-for-Mr_-GoodbarPOSTER.jpg" width="218px" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none; text-align: justify;"&gt;Que Diane Keaton é uma das grandes atrizes de sua geração não é novidade para ninguém. Inúmeras vezes indicada a vários prêmios por suas atuações no cinema, ganhadora do Oscar, do Globo de Ouro e de outros vários troféus, Diane não explodiu no cinema da noite para o dia. Sua carreira foi se consolidando aos poucos. Mas o que pretendo com esta postagem não é contar a biografia de Diane e nem enumerar seus tantos êxitos como atriz. O que quero é falar de duas atuações em especial, que sempre me causaram espanto (no bom sentido).&lt;br /&gt;﻿﻿﻿﻿ &lt;br /&gt;&lt;table align="center" cellpadding="0" cellspacing="0" class="tr-caption-container" style="float: left; margin-right: 1em; text-align: left;"&gt;&lt;tbody&gt;&lt;tr&gt;&lt;td style="text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/-XmBSvW4p6to/TkkR0y120eI/AAAAAAAAAUA/MjX3NaF3Uos/s1600/DianeKeaton_AnnieHall.jpg" imageanchor="1" style="clear: left; cssfloat: left; margin-bottom: 1em; margin-left: auto; margin-right: auto;"&gt;&lt;img border="0" naa="true" src="http://3.bp.blogspot.com/-XmBSvW4p6to/TkkR0y120eI/AAAAAAAAAUA/MjX3NaF3Uos/s1600/DianeKeaton_AnnieHall.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;tr&gt;&lt;td class="tr-caption" style="text-align: center;"&gt;Diane Keaton em "Noivo Neurótico, Noiva Nervosa"&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;﻿﻿&lt;/div&gt;&lt;div style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none; text-align: justify;"&gt;Em 1969, Diane conheceu Woody Allen quando fazia testes para um papel em sua peça &lt;em&gt;Play It Again, Sam&lt;/em&gt; (filmada como &lt;em&gt;Sonhos de Um Sedutor&lt;/em&gt;). Diane ganhou o papel, os dois apaixonaram-se e viveram juntos por dois anos. A partir de então, tornaram-se grandes amigos. Em 1972, Francis Ford Coppola escalou a atriz para o papel de Kay Corleone em&lt;em&gt; O Poderoso Chefão&lt;/em&gt; (&lt;em&gt;The Godfather&lt;/em&gt;), e ela voltaria a interpretar o papel nas duas seqüências do filme. Até aí, nada de muito impressionante. Diane viveu a esposa de Al Pacino e seu papel se resumia a pedi-lo de vez em quando que parasse de matar pessoas e passasse mais tempo com as crianças. "Pacino estava ótimo. Robert De Niro estava ótimo. Eu era pano de fundo", disse Keaton à revista americana Time, nos anos 70.&lt;/div&gt;&lt;div style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none; text-align: justify;"&gt;Seu relacionamento amoroso-profissional com Woody Allen rendeu ótimos trabalhos na fase inicial do diretor, mas tanto a consagração de Woody quanto a de Diane veio de fato em 1977 com &lt;em&gt;Noivo Neurótico, Noiva Nervosa&lt;/em&gt; (&lt;em&gt;Annie Hall&lt;/em&gt;). O filme vai bem além da simples comédia ao estilo americano. Foi quando Keaton começou a quebrar o estigma de comediante que a acompanhava desde o início da carreira. Ganhou o Oscar de Melhor Atriz e o Globo de Ouro, além de vários outros prêmios só por esse filme. Foi um dos mais comentados daquela década, vencedor de 4 Oscar importantes (Melhor Filme, Diretor, Atriz e Roteiro Original). &lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none; clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Mas o que impressionou mesmo foi a mudança de &lt;br /&gt;&lt;table cellpadding="0" cellspacing="0" class="tr-caption-container" style="float: right; margin-left: 1em; text-align: right;"&gt;&lt;tbody&gt;&lt;tr&gt;&lt;td style="text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/-5JH2okmVRzQ/TkkR6U8z7PI/AAAAAAAAAUM/P9MORcId2h8/s1600/Looking_for_Mr_Goodbar_37658_Medium.jpg" imageanchor="1" style="clear: right; cssfloat: right; margin-bottom: 1em; margin-left: auto; margin-right: auto;"&gt;&lt;img border="0" height="230px" naa="true" src="http://4.bp.blogspot.com/-5JH2okmVRzQ/TkkR6U8z7PI/AAAAAAAAAUM/P9MORcId2h8/s320/Looking_for_Mr_Goodbar_37658_Medium.jpg" width="320px" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;tr&gt;&lt;td class="tr-caption" style="text-align: center;"&gt;Diane Keaton em "À Procura de Mr. Goodbar"&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;gênero brusca na carreira de Diane naquele ano, prova marcante de sua versatilidade e capacidade. Naquele mesmo ano, ela protagonizou &lt;em&gt;À Procura de Mr. Goodbar&lt;/em&gt; (&lt;em&gt;Looking For Mr. Goodbar&lt;/em&gt;), de Richard Brooks, um drama impactante sobre as conseqüências trágicas da liberação feminina nos anos 70. &lt;em&gt;Noivo Neurótico, Noiva Nervosa&lt;/em&gt; estreou nos cinemas americanos em abril de 1977 e &lt;em&gt;À Procura de Mr. Goodbar&lt;/em&gt; estreou em outubro daquele ano, exatamente seis meses depois. Indicada ao Globo de Ouro por seu papel no filme, Diane pulou da comédia astuta e com toques de romantismo de Woody Allen para a triste e chocante narrativa de &lt;em&gt;À Procura de Mr. Goodbar&lt;/em&gt;. &lt;/div&gt;&lt;div style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none; text-align: justify;"&gt;Pode-se dizer que nos dois filmes Diane interpretou mulheres modernas, que foram atrás de independência profissional, financeira e emocional. Sem que com isso precisassem negar suas carências, fragilidades, contradições e anseios. Mesmo nem sempre tendo conseguido o que desejavam, não se pode negar que lutaram pelo que acreditavam e não se curvaram diante da sociedade ainda machista e conservadora da década de 1970. Diane é Annie Hall no filme de Woody Allen e Theresa Dunn no filme de Richard Brooks. Ainda que ambas sejam personagens femininas marcantes, são completamente diferentes. É até difícil assistir aos dois filmes e imaginar que foram filmados quase na mesma época, o que torna as interpretações de Diane ainda mais impressionantes.&lt;/div&gt;&lt;table align="center" cellpadding="0" cellspacing="0" class="tr-caption-container" style="margin-left: auto; margin-right: auto; text-align: center;"&gt;&lt;tbody&gt;&lt;tr&gt;&lt;td style="text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/-una3PHC8--8/TkkR2nL8puI/AAAAAAAAAUE/X0lU2iob90U/s1600/DianeKeaton_Goodbar-teacher.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: auto; margin-right: auto;"&gt;&lt;img border="0" height="179px" naa="true" src="http://1.bp.blogspot.com/-una3PHC8--8/TkkR2nL8puI/AAAAAAAAAUE/X0lU2iob90U/s320/DianeKeaton_Goodbar-teacher.jpg" width="320px" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;tr&gt;&lt;td class="tr-caption" style="text-align: center;"&gt;Como a professora Theresa Dunn em "Mr. Goodbar"&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Em &lt;em&gt;Mr. Goodbar&lt;/em&gt;, Theresa Dunn é uma professora católica e reprimida de crianças surdas. Em meio à revolução sexual nos anos 70, ela descobre seu próprio apetite por prazer carnal mas tenta deixá-lo apenas no plano físico, evitando qualquer tipo de envolvimento emocional. O tempo vai passando e as caçadas noturnas de Theresa por bares e discotecas passam a atraí-la cada vez mais, a ponto de colocar seu trabalho diurno - onde ela sempre se destacou - em risco. No entanto, quando ela cai em si, já é tarde demais. Baseado no livro de Judith Rossner (que por sua vez se baseava em uma história real), esse filme deveria ser o responsável por tornar Diane Keaton uma "atriz séria", mas ela acabou levando o Oscar mesmo por &lt;em&gt;Noivo Neurótico, Noiva Nervosa&lt;/em&gt; naquele mesmo ano. (Curiosidade: &lt;em&gt;Mr. Goodbar&lt;/em&gt; foi a estréia de Richard Gere no cinema). &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;table align="center" cellpadding="0" cellspacing="0" class="tr-caption-container" style="margin-left: auto; margin-right: auto; text-align: center;"&gt;&lt;tbody&gt;&lt;tr&gt;&lt;td style="text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/-DQjhQoVUe3c/TkkR91cz11I/AAAAAAAAAUU/W_vhb6T6de8/s1600/looking-for-mr-goodbar-05.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: auto; margin-right: auto;"&gt;&lt;img border="0" height="179px" naa="true" src="http://3.bp.blogspot.com/-DQjhQoVUe3c/TkkR91cz11I/AAAAAAAAAUU/W_vhb6T6de8/s320/looking-for-mr-goodbar-05.jpg" width="320px" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;tr&gt;&lt;td class="tr-caption" style="text-align: center;"&gt;Richard Gere e Diane Keaton em "Mr. Goodbar"&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;"Eu não sabia se Diane tinha o alcance necessário", disse o diretor Richard Brooks na época em que o filme foi lançado. "E eu estava com ela em meu escritório pensando nisso, que ela não é exatamente o que você chama de uma grande beleza. Então me veio o estalo: a história é justamente sobre uma moça assim, bonita, sexy, mas não a mais bonita da classe. Alguém que passaria quase despercebida".&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Brooks e Keaton mudaram a personagem Theresa perceptivelmente. Judith Rossner, autora do livro [publicado no Brasil com o título &lt;em&gt;De Bar em Bar&lt;/em&gt;], a descreveu como uma mulher fria, meio desagradável, mas a Theresa de Diane Keaton é amável e afetuosa, especialmente na relação com sua irmã (vivida por Tuesday Weld).&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;table cellpadding="0" cellspacing="0" class="tr-caption-container" style="float: left; margin-right: 1em; text-align: left;"&gt;&lt;tbody&gt;&lt;tr&gt;&lt;td style="text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/-FSYJoaJKwnU/TkkRyGj6m_I/AAAAAAAAAT4/sqgM6v4ScNk/s1600/annie_hall_com_woodyallen.jpg" imageanchor="1" style="clear: left; cssfloat: left; margin-bottom: 1em; margin-left: auto; margin-right: auto;"&gt;&lt;img border="0" height="230px" naa="true" src="http://2.bp.blogspot.com/-FSYJoaJKwnU/TkkRyGj6m_I/AAAAAAAAAT4/sqgM6v4ScNk/s320/annie_hall_com_woodyallen.jpg" width="320px" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;tr&gt;&lt;td class="tr-caption" style="text-align: center;"&gt;Woody Allen e Diane Keaton em "Annie Hall"&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;&lt;div style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none; text-align: justify;"&gt;Annie Hall é uma cantora em início de carreira, um tanto quanto ingênua mas inteligente, embora quase sempre confusa. Às voltas com o namorado Alvy Singer, os dois estão sempre discutindo a relação e tendo cada vez mais dificuldades na vida a dois, com interesses e expectativas que começam a divergir após certo desgaste na convivência. Mas os dois se amam e não conseguem ficar longe um do outro. É lógico que reduzir o filme a isso seria simplificá-lo demais. É preciso assisti-lo para ver o quanto é genial, cheio de diálogos inteligentes e recursos que o deixam ainda mais engraçado. E olha que desbancar &lt;em&gt;Guerra nas Estrelas&lt;/em&gt; (&lt;em&gt;Star Wars&lt;/em&gt;) na disputa pelo Oscar de melhor filme do ano não deve ter sido fácil. É até difícil hoje em dia imaginar isso, já que vivemos a era das megaproduções hollywoodianas em 3D e diálogos inteligentes não mais atraem grandes bilheterias...&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;Enquanto &lt;em&gt;Noivo Neurótico, Noiva Nervosa&lt;/em&gt; te deixa com um sorriso melancólico porém romântico no canto dos lábios, com aquela vontade de embarcar em uma relação amorosa e viver todos os seus altos e baixos, &lt;em&gt;À Procura de Mr. Goodbar&lt;/em&gt; é uma experiência desconfortável em termos de relações humanas. O primeiro filme é lotado de diálogos e monólogos rápidos, cheios de sabedoria e referências culturais e intelectuais, enquanto o segundo é um filme lento, com várias cenas sem falas e por vezes até meio arrastado.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/-6ej56dS-xLE/TkkSJ8cCVvI/AAAAAAAAAUY/JH9C8iewTJs/s1600/TIME_Dine+Keaton.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="320px" naa="true" src="http://2.bp.blogspot.com/-6ej56dS-xLE/TkkSJ8cCVvI/AAAAAAAAAUY/JH9C8iewTJs/s320/TIME_Dine+Keaton.jpg" width="242px" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none; text-align: justify;"&gt;A edição de 26 de setembro de 1977 da revista americana&amp;nbsp;&lt;em&gt;Time&lt;/em&gt;, que teve Diane Keaton na capa, publicou uma extensa matéria sobre a atriz e seus dois filmes daquele ano. E propôs um questionamento:&amp;nbsp; "Theresa é muito segura para que seja possível acreditar que seria vítima de sua própria alienação? O humor que ela demonstra reflete muita sanidade? Pior, reflete muito de Annie Hall?". Fica a pergunta.&amp;nbsp;Os dois filmes são imperdíveis. Basta assisti-los&amp;nbsp;e tentar responder.&amp;nbsp;Isto é, se alguém conseguir.&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8820602537982176322-7567170544545389808?l=danielcouri.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://danielcouri.blogspot.com/feeds/7567170544545389808/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8820602537982176322&amp;postID=7567170544545389808' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8820602537982176322/posts/default/7567170544545389808'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8820602537982176322/posts/default/7567170544545389808'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://danielcouri.blogspot.com/2011/08/annie-hall-procura-de-mr-goodbar.html' title='Annie Hall à procura de Mr. Goodbar'/><author><name>Daniel Couri</name><uri>http://www.blogger.com/profile/06840073946798204108</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/-rA_WPmgchDU/TvvF_HIsolI/AAAAAAAAAcM/-ymBHNcmGQw/s220/msn1.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/-2kRyzi5l9-Q/TkkRzKnjrkI/AAAAAAAAAT8/o0bNpYmkt3s/s72-c/annie-hall-posters.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8820602537982176322.post-3652826087206991671</id><published>2011-08-13T08:33:00.000-07:00</published><updated>2011-08-13T08:33:13.209-07:00</updated><title type='text'>Batismo gritante</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;A partir de hoje este blog passa a se chamar O GRITO. Na verdade há muitos anos pensei nesse nome para um site, mas acabei abandonando (tanto a idéia quanto o site). Sempre achei esse nome interessante e como me incomodava a idéia de ter um blog com meu próprio nome, resolvi que era hora de rebatizá-lo de O GRITO.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Sob o título, quatro figuras de gritos famosos. A primeira é a pintura &lt;em&gt;O Grito&lt;/em&gt;, uma das minhas favoritas. O norueguês Edvard Munch (1863-1944) pintou &lt;em&gt;O Grito&lt;/em&gt; em 1893, aos 30 anos. Considerada sua obra máxima - e uma das mais importantes da história do expressionismo - o quadro retrata uma figura andrógina num momento de profunda angústia e desespero existencial.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;A segunda foto é de Faye Dunaway no filme &lt;em&gt;Mamãezinha Querida&lt;/em&gt; (&lt;em&gt;Mommie Dearest&lt;/em&gt;, 1981), de Frank Perry,&amp;nbsp;em que representa a atriz Joan Crawford, revelada como verdadeira megera histérica e egocêntrica. Essa cena da foto é uma das mais marcantes do filme, onde ela ensina a filha, aos berros e solavancos, como esfregar bem o chão e jamais pendurar os vestidinhos em cabides de arame.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;A figura do meio é John Travolta - um dos meus atores favoritos - no cartaz do filme &lt;em&gt;Um Tiro na Noite&lt;/em&gt; (&lt;em&gt;Blow Out&lt;/em&gt;, 1981), de Brian De Palma, seguidor confesso de Alfred Hitchcock. Foi o último filme 'sério' de Travolta, antes de sua carreira estagnar nos anos 80. E a última foto é Janet Leigh no mais que cultuado &lt;em&gt;Psicose&lt;/em&gt; (&lt;em&gt;Psycho&lt;/em&gt;, 1960), do mestre Hitchcock, também um dos meus diretores preferidos. Na famosa cena do chuveiro, a personagem de Janet é esfaqueada no chuveiro e dá um dos gritos mais famosos do cinema. &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Fica então a explicação aos leitores deste blog (tem alguém aí?) que celebra o lado cult, kitsch, clássico, pop, trash, divertido ou curioso do cinema, da TV, da música, da literatura e do entretenimento (e às vezes do comportamento também).&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8820602537982176322-3652826087206991671?l=danielcouri.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://danielcouri.blogspot.com/feeds/3652826087206991671/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8820602537982176322&amp;postID=3652826087206991671' title='3 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8820602537982176322/posts/default/3652826087206991671'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8820602537982176322/posts/default/3652826087206991671'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://danielcouri.blogspot.com/2011/08/batismo-gritante.html' title='Batismo gritante'/><author><name>Daniel Couri</name><uri>http://www.blogger.com/profile/06840073946798204108</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/-rA_WPmgchDU/TvvF_HIsolI/AAAAAAAAAcM/-ymBHNcmGQw/s220/msn1.jpg'/></author><thr:total>3</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8820602537982176322.post-8238964438725744182</id><published>2011-08-10T19:00:00.000-07:00</published><updated>2011-08-11T09:02:33.278-07:00</updated><title type='text'>O irmão caçula dos Bee Gees</title><content type='html'>&lt;div class="separator" style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none; clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/-9AHmeyeK8mA/TkMyg5H3UEI/AAAAAAAAASA/Hqf5kfuOr_E/s1600/andy_young.jpg" imageanchor="1" style="clear: right; cssfloat: right; float: right; margin-bottom: 1em; margin-left: 1em;"&gt;&lt;img border="0" naa="true" src="http://1.bp.blogspot.com/-9AHmeyeK8mA/TkMyg5H3UEI/AAAAAAAAASA/Hqf5kfuOr_E/s1600/andy_young.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none; text-align: justify;"&gt;No final dos anos 70, Andy Gibb era um fenômeno da música pop, misturando harmoniosamente talento e carisma. Foi o único artista a ter seus três primeiros compactos em 1º lugar nas paradas. Apesar de seu nome ser pouco conhecido no Brasil, suas canções são ainda populares. Vendeu milhões de discos em cerca de dois anos. Tudo isso no final de sua adolescência. Soma-se a isso o fato de Andy ser o irmão mais novo dos Bee Gees, um dos mais poderosos e influentes grupos da música pop. &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none; text-align: justify;"&gt;Mas, por trás do seu visual de &lt;em&gt;teen idol&lt;/em&gt; e da voz perfeita, o garoto que queria "ser tudo" (como diz um de seus maiores hits, &lt;em&gt;I Just Want To Be Your Everything&lt;/em&gt;), estava seriamente envolvido com drogas. Quando sua morte foi anunciada, em 10 de março de 1988, por problemas cardíacos em decorrência do uso de tóxicos, muitos ficaram chocados. Digam o que quiserem: tudo aconteceu rápido demais na vida de Andy... &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Andrew Roy Gibb nasceu em 5 de março de 1958 em Manchester, Inglaterra, o caçula de uma família de cinco irmãos. Sua mãe, Bárbara, era cantora. Seu pai, Hugh, baterista e líder de uma big band. Como os empregos para músicos na Inglaterra estavam ficando escassos, a família se mudou para a Austrália. O que impulsionou a carreira dos seus três irmãos mais velhos, Barry, Maurice e Robin: os Bee Gees, que se tornaram um fenômeno australiano em meados dos anos 60. Pouco depois, de volta à Inglaterra, os Bee Gees ganharam status de astros internacionais. Andy estava sempre por perto, assimilando tudo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none; clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/-xDtkhn4ILYw/TkMybO_aycI/AAAAAAAAARw/P_nqp463pVY/s1600/andy_gibb.gif" imageanchor="1" style="clear: left; cssfloat: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" naa="true" src="http://3.bp.blogspot.com/-xDtkhn4ILYw/TkMybO_aycI/AAAAAAAAARw/P_nqp463pVY/s1600/andy_gibb.gif" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none; text-align: justify;"&gt;Em 1970, hora de outra mudança, desta vez para a pequena ilha de Ibiza, na costa espanhola. Foi quando Andy teve seus primeiros contatos reais com a música, ganhando a primeira guitarra do seu irmão Barry, aos doze anos. Cerca de um ano depois, Andy fez a sua estréia num clube turístico local. No entanto não recebia pelos shows, devido à sua idade e cidadania inglesa. Andy era uma presença constante no clube, algumas vezes acompanhado pelos irmãos. &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none; text-align: justify;"&gt;A essa altura, já estava certo de que queria ser cantor. Depois de uma rápida passagem por dois conjuntos, Melody Fayre e Zenta, Andy retornou à Austrália e começou a compor, cada vez mais determinado a seguir uma carreira solo. Em menos de dois anos, tocou em clubes e bares de Sidney e conheceu Kim Reeder, que se tornou sua esposa (quando ambos tinham apenas 18 anos).&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none; clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/-EF-wfX2PwXI/TkMyclxs1yI/AAAAAAAAAR0/jma_Q5ue2JM/s1600/Andy_Ijustwannabe.jpg" imageanchor="1" style="clear: right; cssfloat: right; float: right; margin-bottom: 1em; margin-left: 1em;"&gt;&lt;img border="0" naa="true" src="http://2.bp.blogspot.com/-EF-wfX2PwXI/TkMyclxs1yI/AAAAAAAAAR0/jma_Q5ue2JM/s1600/Andy_Ijustwannabe.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Em 1976 Robert Stigwood, o homem que arquitetou o sucesso dos Bee Gees, ouviu algumas fitas demo de Andy e resolveu investir na carreira solo do caçula. Em pouco tempo, o recém-casado Andy estava no Criteria Studios, em Miami, gravando seu primeiro álbum: &lt;em&gt;Flowing Rivers&lt;/em&gt;. Produzido por Barry Gibb e lançado em 1977, o álbum vendeu cerca de um milhão de cópias, tendo como hit &lt;em&gt;I Just Want to Be Your Everything&lt;/em&gt;. A música ficou em primeiro lugar na Billboard, seguida por &lt;em&gt;(Love is) Thicker Than Water&lt;/em&gt;. O LP teve ótimas críticas e foi indicado a dois Grammy (Revelação do Ano e Melhor Canção por &lt;em&gt;I Just Want to Be Your Everything&lt;/em&gt;). Andy também ganhou um People's Choice Award. &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Como nada vem de graça, essa relativo sucesso fácil teve seu preço: sua vida pessoal começou a passar por problemas. Ao mesmo tempo em que tinha de lidar com o assédio das fãs e o sucesso, precisava administrar sua carreira, sua vida de casado e seu papel de pai. A esposa Kim acabara de dar à luz Peta-Reeder Gibb, nascida em 25 de janeiro de 1978.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;O casamento de Andy e Kim acabou naquele mesmo ano, apenas dez dias depois do nascimento de sua filha. Familiares e amigos sentiam que Andy estava indo contra quem ele realmente era. O rapaz jovem e entusiasmado ficou irreconhecível: aos 19 anos, estava envolvido com drogas e álcool. No entanto, sua carreira ia de vento em popa, e Andy seguiu em frente.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/-Ksbfk8zOtAA/TkMye2Of8EI/AAAAAAAAAR4/oIcTF6UwCOk/s1600/andy_shadow_single.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="320px" naa="true" src="http://4.bp.blogspot.com/-Ksbfk8zOtAA/TkMye2Of8EI/AAAAAAAAAR4/oIcTF6UwCOk/s320/andy_shadow_single.jpg" width="318px" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Seu segundo álbum, &lt;em&gt;Shadow Dancing&lt;/em&gt;, cujo compacto já era platina antes mesmo do lançamento do LP, foi o mais famoso. Outros hits desse trabalho eram &lt;em&gt;An Everlasting Love e (Our Love)&lt;/em&gt; &lt;em&gt;Don't Throw it All Away&lt;/em&gt;. Sua turnê mundial obteve excelentes críticas e lotava arenas e estádios em vários os cantos do planeta. &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Andy era presença freqüente em especiais de TV (Rock Concert, Midnight Special, Dick Clark, Olivia Newton-John Special) e programas de variedades (Donnie and Marie, Bob Hope, Dinah, Mike Douglas, Phil Donahue). Um dos pontos altos de sua carreira foi durante a turnê de 1979 dos Bee Gees, &lt;em&gt;Spirits Having Flown&lt;/em&gt;, na qual se juntou aos irmãos no palco. Era o auge de sua meteórica carreira.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;table align="center" cellpadding="0" cellspacing="0" class="tr-caption-container" style="margin-left: auto; margin-right: auto; text-align: center;"&gt;&lt;tbody&gt;&lt;tr&gt;&lt;td style="text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/-KyUx6XfnTow/TkMyZC2qhpI/AAAAAAAAARo/3n7nWErtjYk/s1600/Andy_abba.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: auto; margin-right: auto;"&gt;&lt;img border="0" height="196px" naa="true" src="http://2.bp.blogspot.com/-KyUx6XfnTow/TkMyZC2qhpI/AAAAAAAAARo/3n7nWErtjYk/s320/Andy_abba.jpg" width="320px" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;tr&gt;&lt;td class="tr-caption" style="text-align: center;"&gt;Andy com o ABBA e Olivia Newton-John em 1978&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&amp;nbsp;O terceiro álbum, &lt;em&gt;After Dark&lt;/em&gt;, veio em 1980 com os hits: &lt;em&gt;Desire&lt;/em&gt; e &lt;em&gt;I Can't Help It&lt;/em&gt;, dueto com a amiga Olivia Newton-John. &lt;em&gt;Greatest Hits&lt;/em&gt;, em 1981, emplacou &lt;em&gt;Time is Time&lt;/em&gt;. Apesar da qualidade desses trabalhos, as vendas começaram a cair. Seu problema com as drogas se agravou, e nesse mesmo ano, foi despedido por seu empresário Robert Stigwood. &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;table cellpadding="0" cellspacing="0" class="tr-caption-container" style="float: right; margin-left: 1em; text-align: right;"&gt;&lt;tbody&gt;&lt;tr&gt;&lt;td style="text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/-dc5M0zUuoBE/TkMygBTzF3I/AAAAAAAAAR8/4aMjzQfe9oI/s1600/andy_victoria.jpg" imageanchor="1" style="clear: right; cssfloat: right; margin-bottom: 1em; margin-left: auto; margin-right: auto;"&gt;&lt;img border="0" height="320px" naa="true" src="http://4.bp.blogspot.com/-dc5M0zUuoBE/TkMygBTzF3I/AAAAAAAAAR8/4aMjzQfe9oI/s320/andy_victoria.jpg" width="265px" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;tr&gt;&lt;td class="tr-caption" style="text-align: center;"&gt;Andy e Victoria Principal&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Mesmo com a carreira dando os primeiros sinais de declínio, Andy ainda era atração especial em eventos, shows e programas de TV. Aliás, foi no John Davidson Show que conheceu o grande amor de sua vida, em 1981: a estrela da época, Victoria Principal (a Pamela do lendário seriado &lt;em&gt;Dallas&lt;/em&gt;), oito anos mais velha. Os dois regravaram em dueto &lt;em&gt;All I Have To Do Is Dream&lt;/em&gt;, dos Everly Brothers. Esse foi o último compacto de Andy. &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Nesse período, trabalhou em vários projetos fora do estúdio de gravação. Foi um dos apresentadores do Solid Gold, programa musical da TV. Fez também um papel coadjuvante em um filme canadense produzido para um canal a cabo, &lt;em&gt;Something's Afoot&lt;/em&gt;. Essa participação foi um passo para a Broadway, onde estreou como personagem-título de &lt;em&gt;Joseph and the Amazing Technicolor Dreamcoat&lt;/em&gt;, musical escrito por Andrew Llyod Weber.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;A carreira televisiva de Andy continuou, com participações especiais nos seriados &lt;em&gt;Gimme a Break!&lt;/em&gt; e &lt;em&gt;Punky Brewster&lt;/em&gt; (exibido no Brasil pelo SBT como &lt;em&gt;Punky - A levada da breca&lt;/em&gt;). Em 1983, Andy excursionou om seu novo show, começando por Las Vegas. Desta vez, era um outro estilo de espetáculo, mais intimista, no qual pôde mostrar toda a sua versatilidade. Cantando seus hits e músicas antigas (Beatles, Mills Brothers, Frank Sinatra, etc.), lotava casas de show por onde passava. A turnê incluiu o Brasil, em 1984, no estádio do Ibirapuera, em São Paulo. No mesmo ano, Andy participou do Festival de Viña del Mar, no Chile, ganhando o prêmio Silver Torch. &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;No entanto, os anos de consumo de drogas e álcool começaram a refletir sobre a sua saúde. Em meados de 1985, o cantor procurou auxílio médico. Lutou por quase dois anos contra a dependência química. No início de 1987, entrou também para o AA (Alcoólicos Anônimos) e parecia finalmente recuperado.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/-pp6doG-TPdA/TkMyh6_BcpI/AAAAAAAAASE/MfpE5HUapfY/s1600/andy-gibb-200ld050108.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" naa="true" src="http://1.bp.blogspot.com/-pp6doG-TPdA/TkMyh6_BcpI/AAAAAAAAASE/MfpE5HUapfY/s1600/andy-gibb-200ld050108.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Começar uma nova vida era a expectativa de Andy ao assinar um contrato com a Island Records para gravar um novo álbum. Duas músicas, compostas juntamente com Barry e Maurice, ficaram prontas: &lt;em&gt;Man on Fire&lt;/em&gt; (só lançada em 1991 no CD &lt;em&gt;Greatst Hits&lt;/em&gt;) e &lt;em&gt;Arrow Through the Heart&lt;/em&gt;, que permanece ainda inédita. Infelizmente, essa volta não aconteceu. Em 10 de março de 1988 - apenas cinco dias após completar 30 anos - uma miocardite (inflamação do músculo cardíaco, causada pelos anos de abuso de drogas e álcool), pôs um ponto final na sua curta, porém, intensa vida. &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/-nncbQyrcTV4/TkMyZzSyROI/AAAAAAAAARs/X0dXFHPU8Oc/s1600/andy_gh.jpg" imageanchor="1" style="clear: left; cssfloat: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" naa="true" src="http://1.bp.blogspot.com/-nncbQyrcTV4/TkMyZzSyROI/AAAAAAAAARs/X0dXFHPU8Oc/s1600/andy_gh.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none; text-align: justify;"&gt;"Era um grande artista, mas sem controle. Sua personalidade e emoções fortes não o deixavam lidar com o que acontecia ao seu redor, com a fama que tinha.", revelou o irmão Robin Gibb em 1997, no programa da VH1, &lt;em&gt;Behind the Music&lt;/em&gt;. Certamente, uma das mais precisas definições sobre Andy Gibb. &lt;/div&gt;&lt;div style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;Os Bee Gees compuseram a música &lt;em&gt;Wish You Were Here&lt;/em&gt; em homenagem ao irmão Andy. A música, lançada em 1989, também foi tema internacional&amp;nbsp;da novela &lt;em&gt;Top Model&lt;/em&gt; e&amp;nbsp;&amp;nbsp;obteve sucesso absoluto no Brasil, ocupando a 2ª colocação entre os compactos mais vendidos.&lt;/div&gt;&lt;div style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;Colaboração:&lt;/div&gt;&lt;div style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none; text-align: justify;"&gt;Ana Carolina Landi (RJ)&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8820602537982176322-8238964438725744182?l=danielcouri.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://danielcouri.blogspot.com/feeds/8238964438725744182/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8820602537982176322&amp;postID=8238964438725744182' title='4 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8820602537982176322/posts/default/8238964438725744182'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8820602537982176322/posts/default/8238964438725744182'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://danielcouri.blogspot.com/2011/08/o-cacula-dos-bee-gees.html' title='O irmão caçula dos Bee Gees'/><author><name>Daniel Couri</name><uri>http://www.blogger.com/profile/06840073946798204108</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/-rA_WPmgchDU/TvvF_HIsolI/AAAAAAAAAcM/-ymBHNcmGQw/s220/msn1.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/-9AHmeyeK8mA/TkMyg5H3UEI/AAAAAAAAASA/Hqf5kfuOr_E/s72-c/andy_young.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>4</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8820602537982176322.post-7306605024264048353</id><published>2011-08-07T10:49:00.000-07:00</published><updated>2011-08-07T11:04:48.432-07:00</updated><title type='text'>Os 31 aninhos de Xanadu</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;div class="separator" style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none; clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/-PBdTC92F0fY/Tj7Q_Bv565I/AAAAAAAAARQ/yZjgEsSyHAA/s1600/xanadu.jpg" imageanchor="1" style="clear: right; cssfloat: right; float: right; margin-bottom: 1em; margin-left: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="320px" src="http://4.bp.blogspot.com/-PBdTC92F0fY/Tj7Q_Bv565I/AAAAAAAAARQ/yZjgEsSyHAA/s320/xanadu.jpg" t$="true" width="233px" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;Dirigido por Robert Greenwald para a Universal Pictures, &lt;em&gt;Xanadu&lt;/em&gt; (1980) é um dos clássicos &lt;em&gt;kitsch&lt;/em&gt; mais adorados do cinema. Estrelado por Olivia Newton-John (na época, a sensação do momento), Gene Kelly (um dos maiores astros de Hollywood) e Michael Beck (que, apesar de não ser necessariamente famoso, havia sido a revelação de&lt;em&gt; The Warriors - Os Selvagens da Noite&lt;/em&gt; no ano anterior), o filme tem uma trama no mínimo inusitada: Zeus envia do Olimpo uma musa, Kira (Olivia Newton-John), para inspirar um jovem artista gráfico, Sonny (Michael Beck), desiludido com sua profissão. Sonny faz pinturas para capas de discos, mas sente-se frustrado porque seu talento não é valorizado por seu chefe tirano. Ao mesmo tempo, Danny McGuire (Gene Kelly) é um empresário aposentado também frustrado por ter deixado de lado seu passado de músico em Big Bands. Sonny conhece Danny por acaso e os dois tornam-se amigos. Kira aparece para inspirar os dois, que unem seus sonhos em um só: a inauguração a &lt;em&gt;roller-disco&lt;/em&gt; que dá título ao filme. No meio disso, Kira e Sonny se apaixonam, claro.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;em&gt;Xanadu&lt;/em&gt; teve sua pré-produção iniciada como um musical para faturar na moda da &lt;em&gt;roller-disco&lt;/em&gt; (misto de discoteca com pista de patinação), muito popular no final dos anos 70. A partir daí, misturou, além de elementos dos anos 70 e 80 (como sintetizadores, patins e disco music), modismos dos anos 40, como as Big Bands ao estilo de Glenn Miller. Se a mistura funciona, não importa. No final das contas, o filme virou "uma apoteose &lt;em&gt;kitsch&lt;/em&gt; e antológica, com Gene Kelly pagando mico na cena final", como um programa sobre cinema da extinta TV Manchete o descreveu.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;table align="center" cellpadding="0" cellspacing="0" class="tr-caption-container" style="margin-left: auto; margin-right: auto; text-align: center;"&gt;&lt;tbody&gt;&lt;tr&gt;&lt;td style="text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/-VaJbE__1kgQ/Tj7Q6txtroI/AAAAAAAAARM/xwwKeuXLMM4/s1600/onj_gene_beck.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: auto; margin-right: auto;"&gt;&lt;img border="0" height="217px" src="http://4.bp.blogspot.com/-VaJbE__1kgQ/Tj7Q6txtroI/AAAAAAAAARM/xwwKeuXLMM4/s320/onj_gene_beck.jpg" t$="true" width="320px" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;tr&gt;&lt;td class="tr-caption" style="text-align: center;"&gt;Gene Kelly, Olivia Newton-John e Michael Beck&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;Isso só conta pontos a favor do filme, claro, uma deliciosa incursão no mundo das comédias românticas musicais, como podemos dizer... pouco convencionais, para ser bem contido. Açucarado e colorido, &lt;em&gt;Xanadu&lt;/em&gt; surpreendeu pela ousadia ao colocar Gene Kelly, uma lenda viva do cinema musical - astro de filmes como &lt;em&gt;Cantando Na Chuva&lt;/em&gt; - no papel de um dos protagonistas. E o bom velhinho ainda mostra que consegue se equilibrar sobre patins! É isso mesmo, aos 68 anos de idade. Genial. Pena que foi o último filme de Gene...&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Tudo isso é embalado por uma trilha sonora ma-ra-vi-lho-sa, com canções inesquecíveis de Olivia Newton-John e do grupo Electric Light Orchestra (ELO), também super em alta nos anos 70. Hits de Olivia como &lt;em&gt;Xanadu&lt;/em&gt;, &lt;em&gt;Magic&lt;/em&gt;, &lt;em&gt;Suddenly&lt;/em&gt; (dueto com Cliff Richard) e da ELO como &lt;em&gt;All Over The World&lt;/em&gt; e &lt;em&gt;I'm Alive&lt;/em&gt; (todos compostos especialmente para o filme) são populares&amp;nbsp;ainda hoje. Até Gene Kelly fez dueto com Olivia em &lt;em&gt;Whenever You're Away From Me&lt;/em&gt;, onde tentam recriar um aconchegante clima de anos 40.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/-q6QdL9PBSPE/Tj7RPygxjJI/AAAAAAAAARg/TN9sHUTH1nQ/s1600/xanaducd_large.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="157px" src="http://1.bp.blogspot.com/-q6QdL9PBSPE/Tj7RPygxjJI/AAAAAAAAARg/TN9sHUTH1nQ/s320/xanaducd_large.jpg" t$="true" width="320px" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;As filmagens começaram no segundo semestre de 1979. Porém, muitos problemas atingiram a equipe de produção: o principal deles era a falta de um roteiro pronto (e precisava?). Os roteiristas eram obrigados a reescrever cenas o tempo todo, o que acabou afetando o trabalho dos atores. Outro problema foi o orçamento, antes modesto, e que acabou saindo do controle com a adição de grandes efeitos especiais, campanhas publicitárias excessivas (antes mesmo do término das filmagens) e a construção de um set que custou mais de um milhão de dólares.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Mesmo com as eventuais mudanças de rumo no roteiro, &lt;em&gt;Xanadu&lt;/em&gt; não foi fruto de uma viagem de LSD de seus roteiristas (como pode parecer). Excessos à parte, foi baseado na história de um filme de 1947, &lt;em&gt;Quando os Deuses Amam&lt;/em&gt; (&lt;em&gt;Down to Earth&lt;/em&gt;), com Rita Hayworth no papel da musa inspiradora que desce à Terra e se apaixona por um mortal.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none;"&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/-dE5e2gbADp4/Tj7RGCzxzuI/AAAAAAAAARU/Y2kSgP0SZsk/s1600/xanadu_cea.jpg" imageanchor="1" style="clear: left; cssfloat: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" src="http://2.bp.blogspot.com/-dE5e2gbADp4/Tj7RGCzxzuI/AAAAAAAAARU/Y2kSgP0SZsk/s1600/xanadu_cea.jpg" t$="true" /&gt;&lt;/a&gt;Com o término das filmagens, teve início um grande esquema publicitário, que envolveu desde programas especiais de &lt;em&gt;Making Of&lt;/em&gt; na TV até lojas (como a C&amp;amp;A) vendendo roupas inspiradas nos figurinos do filme, revistas, pôsteres e outros badulaques. Porém, o que mais divulgou &lt;em&gt;Xanadu&lt;/em&gt; foi sua trilha sonora, um enorme sucesso. A estréia nos Estados Unidos foi no dia 8 de agosto de 1980. Apesar de ter coberto seus custos, o filme não deu grande lucro por lá, mas fez boas bilheterias em países como Austrália, Japão, Alemanha e aqui no Brasil.&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;A crítica americana foi unânime ao classificar o filme como insosso e mal dirigido. O crítico Roger Ebert afirmou: "&lt;em&gt;Xanadu&lt;/em&gt; é uma fantasia musical sem graça e fraca, tão sem substância que constantemente evapora sob nossos olhos". No entanto, com o passar do tempo e com&amp;nbsp;os anos 80 voltando à moda, a crítica reconheceu o valor de &lt;em&gt;Xanadu&lt;/em&gt; como entretenimento. O respeitado crítico James Berardinelli publicou uma crítica, 26 anos após a estréia do filme, dizendo que "&lt;em&gt;Xanadu&lt;/em&gt; pode até não ter atingido as ambições originais de seu diretor mas, ao falhar tão espetacularmente, se tornou algo maior". Um reconhecimento mais que digno.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;table cellpadding="0" cellspacing="0" class="tr-caption-container" style="float: right; margin-left: 1em; text-align: right;"&gt;&lt;tbody&gt;&lt;tr&gt;&lt;td style="text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/-tfWSybzxxKs/Tj7RI5zWniI/AAAAAAAAARY/pPX244OkXjI/s1600/xanadu_onj_final.jpg" imageanchor="1" style="clear: right; cssfloat: right; margin-bottom: 1em; margin-left: auto; margin-right: auto;"&gt;&lt;img border="0" height="320px" src="http://4.bp.blogspot.com/-tfWSybzxxKs/Tj7RI5zWniI/AAAAAAAAARY/pPX244OkXjI/s320/xanadu_onj_final.jpg" t$="true" width="260px" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;tr&gt;&lt;td class="tr-caption" style="text-align: center;"&gt;Olivia Newton-John&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;&lt;em&gt;Xanadu&lt;/em&gt; ainda inspirou - junto com o filme do Village People, &lt;em&gt;A Música Não Pode Parar&lt;/em&gt; (&lt;em&gt;Can't Stop The Music&lt;/em&gt;) -&amp;nbsp;John Wilson a criar o &lt;a href="http://danielcouri.blogspot.com/2010/05/e-o-framboesa-vai-para.html"&gt;Troféu Framboesa&lt;/a&gt;. O curioso é que Olivia Newton-John recusou o papel principal feminino em &lt;em&gt;A Música Não Pode Parar&lt;/em&gt; (que acabou sobrando para Valerie Perrine) justamente para estrelar &lt;em&gt;Xanadu&lt;/em&gt;. Mas não houve escapatória: os dois filmes estrearam praticamente juntos e tiveram o mesmo destino: críticas péssimas, apesar das trilhas sonoras imensamente famosas. Sem falar no grande feito de terem originado o famoso Troféu Framboesa!&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Após o fracasso do filme, pouco se falou sobre ele até o início de um revival dos anos 80, no começo dos anos 2000. A trilha sonora foi recuperada em festinhas do gênero e o filme caiu no gosto de diversas tribos: a dos fãs de filmes &lt;em&gt;trash&lt;/em&gt; (por trazer efeitos considerados ingênuos e risíveis para os dias de hoje), os fãs de &lt;em&gt;camp films&lt;/em&gt; (por trazer atuações, figurinos e roteiro exagerados), fãs dos anos 80 (por ser o grande marco do final da era &lt;em&gt;disco&lt;/em&gt; e antecipar a estética da década) e dos GLS (por trazer a Olivia Newton-John no elenco e pela trilha sonora &lt;em&gt;disco&lt;/em&gt;). Em 2007 o filme ganhou até versão na Broadway, imaginem só!&amp;nbsp;Com ou sem patins,&amp;nbsp;esse mundo dá voltas...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;object width="320" height="266" class="BLOGGER-youtube-video" classid="clsid:D27CDB6E-AE6D-11cf-96B8-444553540000" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0" data-thumbnail-src="http://1.gvt0.com/vi/AhANgjGLDsE/0.jpg"&gt;&lt;param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/AhANgjGLDsE&amp;fs=1&amp;source=uds" /&gt;&lt;param name="bgcolor" value="#FFFFFF" /&gt;&lt;embed width="320" height="266"  src="http://www.youtube.com/v/AhANgjGLDsE&amp;fs=1&amp;source=uds" type="application/x-shockwave-flash"&gt;&lt;/embed&gt;&lt;/object&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8820602537982176322-7306605024264048353?l=danielcouri.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://danielcouri.blogspot.com/feeds/7306605024264048353/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8820602537982176322&amp;postID=7306605024264048353' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8820602537982176322/posts/default/7306605024264048353'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8820602537982176322/posts/default/7306605024264048353'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://danielcouri.blogspot.com/2011/08/os-31-aninhos-de-xanadu.html' title='Os 31 aninhos de Xanadu'/><author><name>Daniel Couri</name><uri>http://www.blogger.com/profile/06840073946798204108</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/-rA_WPmgchDU/TvvF_HIsolI/AAAAAAAAAcM/-ymBHNcmGQw/s220/msn1.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/-PBdTC92F0fY/Tj7Q_Bv565I/AAAAAAAAARQ/yZjgEsSyHAA/s72-c/xanadu.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8820602537982176322.post-3435592207198886341</id><published>2011-07-17T11:08:00.000-07:00</published><updated>2011-07-17T12:18:06.452-07:00</updated><title type='text'>DVD "Golpe Sujo" no Brasil</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;div class="separator" style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none; clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none;"&gt;Finalmente, mesmo com muito tempo de atraso, um dos meus filmes favoritos, &lt;em&gt;Golpe Sujo&lt;/em&gt; (&lt;em&gt;Foul Play&lt;/em&gt;, 1978) chegou ao Brasil em DVD. Há alguns anos comprei a edição americana, não consegui esperar. E agora tenho a grata surpresa de vê-lo em edição nacional, ainda que seja uma edição pobre (o DVD não traz curiosidades nem extras). Mas se serve de consolo, a edição americana não é menos pobre nesse sentido. &lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/-X9jgK7yw4yg/TiMlq6WuJ1I/AAAAAAAAAP8/ag1uu9ZL4X4/s1600/golpe_2capas.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" m$="true" src="http://3.bp.blogspot.com/-X9jgK7yw4yg/TiMlq6WuJ1I/AAAAAAAAAP8/ag1uu9ZL4X4/s1600/golpe_2capas.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none;"&gt;Só não entendi por que em DVD mudaram o nome "Golpe Sujo" para "Jogo Perigoso". (O título original, &lt;em&gt;Foul Play&lt;/em&gt;, corresponde à tradução em português - 'golpe sujo'). Quando assisti esse filme pela primeira vez, há muito mais de uma década atrás, lembro-me de tê-lo alugado (em VHS, naturalmente) em uma videolocadora. O título era &lt;em&gt;Golpe Sujo&lt;/em&gt; mesmo. Depois cheguei a revê-lo várias vezes nas madrugadas da Globo e acho que até hoje tenho a versão dublada gravada da TV. &lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;table cellpadding="0" cellspacing="0" class="tr-caption-container" style="float: right; margin-left: 1em; text-align: right;"&gt;&lt;tbody&gt;&lt;tr&gt;&lt;td style="text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/-t0zb17yVmI8/TiMluWpBF_I/AAAAAAAAAQA/u7sX-NU3bc8/s1600/golpe1.jpg" imageanchor="1" style="clear: right; cssfloat: right; margin-bottom: 1em; margin-left: auto; margin-right: auto;"&gt;&lt;img border="0" m$="true" src="http://3.bp.blogspot.com/-t0zb17yVmI8/TiMluWpBF_I/AAAAAAAAAQA/u7sX-NU3bc8/s1600/golpe1.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;tr&gt;&lt;td class="tr-caption" style="text-align: center;"&gt;Gloria Mundy (Goldie Hawn)&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;A história, uma comédia com toques de paródia hitchcockiana e várias referências, é divertidíssima. Goldie Hawn é Gloria Mundy, uma solitária bibliotecária que, voltando da festa de uma amiga, dá carona a um atraente homem que encontra na estrada. Acaba envolvida em uma teia de assassinatos ao descobrir, acidentalmente, um complô para assassinar o Papa Pio XIII durante sua visita à São Francisco, Califórnia, onde se passa o filme. &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;A pacata vida de Gloria vira de pernas para o ar quando um grupo de vilões esquisitos passa a persegui-la, em busca de uma prova que ela nem imagina qual seja. O detetive Tony Carlson (Chevy Chase, em sua bem-sucedida estréia no cinema) é designado para protegê-la dos perigosos assassinos. Entre investigações e buscas, Tony e Gloria se apaixonam. A trama parece simples, mas a história é cheia de viradas e surpresas, ainda mais quando aparece na história o azarado Stanley, personagem de Dudley Moore, que deixa tudo ainda mais atrapalhado.&amp;nbsp;&lt;/div&gt;﻿﻿ &lt;br /&gt;&lt;table align="center" cellpadding="0" cellspacing="0" class="tr-caption-container" style="margin-left: auto; margin-right: auto; text-align: center;"&gt;&lt;tbody&gt;&lt;tr&gt;&lt;td style="text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/-tW5xQBzHd14/TiMmYk9qUiI/AAAAAAAAAQM/-7gOzk-NPo8/s1600/golpe_dudley.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: auto; margin-right: auto;"&gt;&lt;img border="0" height="209px" m$="true" src="http://1.bp.blogspot.com/-tW5xQBzHd14/TiMmYk9qUiI/AAAAAAAAAQM/-7gOzk-NPo8/s320/golpe_dudley.jpg" width="320px" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;tr&gt;&lt;td class="tr-caption" style="text-align: center;"&gt;Dudley Moore vive o atrapalhado Stanley&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;﻿﻿ Goldie Hawn, que na época já era uma atriz bem conhecida (em 1970 ganhou o Oscar de Melhor Atriz Coadjuvante por &lt;em&gt;Flor de Cacto&lt;/em&gt;), teve a merecida chance de protagonizar &lt;em&gt;Golpe Sujo&lt;/em&gt; e tornou-se ainda mais popular devido ao sucesso de bilheteria do filme. Hawn se consagraria definitivamente nas décadas seguintes&amp;nbsp;ao estrelar várias comédias de sucesso como &lt;em&gt;A Recruta Benjamin&lt;/em&gt; (&lt;em&gt;Private Benjamin&lt;/em&gt;, 1980), &lt;em&gt;Um Salto Para a Felicidade&lt;/em&gt; (&lt;em&gt;Overboard&lt;/em&gt;, 1987), &lt;em&gt;Alta Tensão&lt;/em&gt; (&lt;em&gt;Bird on a Wire&lt;/em&gt;, 1990), &lt;em&gt;A Morte Lhe Cai Bem&lt;/em&gt; (&lt;em&gt;Death Becomes Her&lt;/em&gt;, 1992) e &lt;em&gt;O Clube das Desquitadas&lt;/em&gt; (&lt;em&gt;The First Wives Club&lt;/em&gt;, 1996) entre outras.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;table cellpadding="0" cellspacing="0" class="tr-caption-container" style="float: right; margin-left: 1em; text-align: right;"&gt;&lt;tbody&gt;&lt;tr&gt;&lt;td style="text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://i1.imageban.ru/out/2011/05/09/45b89931646db938882ed195eb7df2d5.jpg" imageanchor="1" style="clear: right; cssfloat: right; margin-bottom: 1em; margin-left: auto; margin-right: auto;"&gt;&lt;img border="0" m$="true" src="http://i1.imageban.ru/out/2011/05/09/45b89931646db938882ed195eb7df2d5.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;tr&gt;&lt;td class="tr-caption" style="text-align: center;"&gt;Gloria Mundy (Goldie Hawn) na biblioteca&amp;nbsp;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;&lt;div style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none;"&gt;O engraçado é que Farrah Fawcett, símbolo sexual da época, foi a primeira opção para viver a personagem Gloria Mundy. Porém a Paramount optou posteriormente por Goldie Hawn porque Farrah estava presa&amp;nbsp;a questões contratuais. "[Aaron] Spelling e [Leonard] Goldberg [produtores da série de TV &lt;em&gt;As Panteras&lt;/em&gt;] fizeram uma advertência a todos os estúdios dizendo que eles os processariam por danos caso me contratassem", declarou Farrah à Associated Press em 1979. A atriz ainda era contratada da Spelling-Goldberg Productions quando deixou &lt;em&gt;As Panteras&lt;/em&gt;, no auge da série.&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Conhecido por roteiros como &lt;em&gt;Ensina-me a Viver&lt;/em&gt; (&lt;em&gt;Harold and Maude&lt;/em&gt;, 1971) e por ter dirigido também&amp;nbsp;as comédias &lt;em&gt;Como Eliminar o Seu Chefe&lt;/em&gt; (&lt;em&gt;9 to 5&lt;/em&gt;, 1980) e &lt;em&gt;A Melhor Casa Suspeita do Texas&lt;/em&gt; (&lt;em&gt;The Best Little Whorehouse in Texas&lt;/em&gt;, 1982), Colin Higgins escreveu e dirigiu &lt;em&gt;Golpe Sujo&lt;/em&gt;. Higgins teria se tornado um prolífico especialista em comédias sofisticadas se não tivesse morrido prematuramente de AIDS, aos 47 anos. &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;table cellpadding="0" cellspacing="0" class="tr-caption-container" style="float: left; margin-right: 1em; text-align: left;"&gt;&lt;tbody&gt;&lt;tr&gt;&lt;td style="text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/-fZLvkU0ttxU/TiMlxMaqGkI/AAAAAAAAAQE/ki7Tk6hHQRw/s1600/golpe_barry.jpg" imageanchor="1" style="clear: left; cssfloat: left; margin-bottom: 1em; margin-left: auto; margin-right: auto;"&gt;&lt;img border="0" height="314px" m$="true" src="http://4.bp.blogspot.com/-fZLvkU0ttxU/TiMlxMaqGkI/AAAAAAAAAQE/ki7Tk6hHQRw/s320/golpe_barry.jpg" width="320px" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;tr&gt;&lt;td class="tr-caption" style="text-align: center;"&gt;"Ready to Take a Chance Again", hit de Barry Manilow&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;&lt;div style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none;"&gt;A trilha sonora do filme, também deliciosa, conta com Barry Manilow na composição. Duas de suas canções que aparecem no filme tornaram-se hits mundiais: &lt;em&gt;Ready to Take a Chance Again&lt;/em&gt;(composta especialmente para a personagem de Goldie Hawn e indicado ao Oscar de Melhor Canção Original em 1979) e &lt;em&gt;Copacabana&lt;/em&gt;. Aqui no Brasil, &lt;em&gt;Ready to Take a Chance Again&lt;/em&gt; foi tema de comercial do cigarro Luiz XV no final dos anos 70.&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;div style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none;"&gt;&lt;em&gt;Golpe Sujo&lt;/em&gt; é diversão gostosa, bem feita e despretensiosa, de um tempo em que as comédias não eram tão previsíveis e repetitivas como hoje.&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8820602537982176322-3435592207198886341?l=danielcouri.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://danielcouri.blogspot.com/feeds/3435592207198886341/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8820602537982176322&amp;postID=3435592207198886341' title='3 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8820602537982176322/posts/default/3435592207198886341'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8820602537982176322/posts/default/3435592207198886341'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://danielcouri.blogspot.com/2011/07/golpe-sujo.html' title='DVD &quot;Golpe Sujo&quot; no Brasil'/><author><name>Daniel Couri</name><uri>http://www.blogger.com/profile/06840073946798204108</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/-rA_WPmgchDU/TvvF_HIsolI/AAAAAAAAAcM/-ymBHNcmGQw/s220/msn1.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/-X9jgK7yw4yg/TiMlq6WuJ1I/AAAAAAAAAP8/ag1uu9ZL4X4/s72-c/golpe_2capas.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>3</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8820602537982176322.post-7968881900735266696</id><published>2011-07-10T16:27:00.000-07:00</published><updated>2011-07-10T16:39:49.174-07:00</updated><title type='text'>Isso aqui ô ô... é um pouquinho de Brasil iá iá...</title><content type='html'>&lt;table cellpadding="0" cellspacing="0" class="tr-caption-container" style="float: left; margin-right: 1em; text-align: left;"&gt;&lt;tbody&gt;&lt;tr&gt;&lt;td style="text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://www.r7.com/data/files/2C92/94A3/2BD4/E1D8/012B/E497/7FF6/01EF/Vale%20Tudo-Fot%C3%B3grafo%20Bazilio%20Calazans-Regina%20Duarte4.JPG" imageanchor="1" style="clear: left; cssfloat: left; margin-bottom: 1em; margin-left: auto; margin-right: auto;"&gt;&lt;img border="0" height="320px" m$="true" src="http://www.r7.com/data/files/2C92/94A3/2BD4/E1D8/012B/E497/7FF6/01EF/Vale%20Tudo-Fot%C3%B3grafo%20Bazilio%20Calazans-Regina%20Duarte4.JPG" width="213px" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;tr&gt;&lt;td class="tr-caption" style="text-align: center;"&gt;Regina Duarte viveu a sofrida Raquel&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;&lt;div style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none; text-align: justify;"&gt;"E o mistério chegou ao fim. Todo mundo já sabe quem matou Odete Roitman", disse William Bonner, então apresentador do Fantástico, no programa de 8 de janeiro de 1989. Um domingo que deixou saudades nos milhões de brasileiros que acompanharam os sete meses de emoção, romances, brigas pelo poder, disputas entre o bem e o mal e humor de &lt;em&gt;Vale Tudo&lt;/em&gt;.&lt;/div&gt;&lt;div style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none; text-align: justify;"&gt;Como noveleiro assumido, confesso que nunca vi uma reprise causar tanto burburinho e atrair tamanha atenção (tanto da mídia quanto do público). &lt;em&gt;Vale Tudo&lt;/em&gt;, que chega ao fim esta semana no canal a cabo Viva, ressurgiu com força total na vida de muitos brasileiros. Quando o Viva deu início à reprise, em outubro de 2010, vibrei - afinal, quando a novela foi exibida pela primeira vez, em 1988, eu tinha apenas 10 anos e acompanhei tudinho - mas não achei que essa reprise mais de vinte anos depois fosse cair na boca do povo. Por se tratar de um canal pago, julguei que só uma pequena parcela da população fosse acompanhar a novela de novo. Que nada. Esqueci que o número de assinantes de canais a cabo é cada vez maior e que mesmo para os que não assinam, é possível assistir no YouTube, na íntegra, capítulo por capítulo. &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;table cellpadding="0" cellspacing="0" class="tr-caption-container" style="float: right; margin-left: 1em; text-align: right;"&gt;&lt;tbody&gt;&lt;tr&gt;&lt;td style="text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/-R764CC3s9tA/ThozGMvxpfI/AAAAAAAAAPw/DlCw64yqnA0/s1600/vale0.jpg" imageanchor="1" style="clear: right; cssfloat: right; margin-bottom: 1em; margin-left: auto; margin-right: auto;"&gt;&lt;img border="0" height="320px" m$="true" src="http://2.bp.blogspot.com/-R764CC3s9tA/ThozGMvxpfI/AAAAAAAAAPw/DlCw64yqnA0/s320/vale0.jpg" width="220px" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;tr&gt;&lt;td class="tr-caption" style="text-align: center;"&gt;Beatriz Segall (Odete) e Glória Pires (Fátima)&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;&lt;div style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none; text-align: justify;"&gt;Infelizmente não se consegue mais hoje nas novelas a comoção de antigamente. &lt;em&gt;Vale Tudo&lt;/em&gt; é o melhor exemplo. Mesmo já tendo sido reprisada pela Globo em 1992, Vale Tudo permanece uma das novelas mais queridas e apreciadas pelo público, que nunca se cansou de clamar por sua volta. Mesmo já sabendo quem matou Odete Roitman, uma quantidade enorme de brasileiros acompanhou a reprise da novela com o entusiasmo da primeira vez. "Foi a melhor novela que a Globo já fez", declarou Beatriz Segall, a eterna Odete. Aliás, poucas vezes depois de &lt;em&gt;Vale Tudo&lt;/em&gt; uma novela conseguiu prender o público com uma intensidade como aquela. E a nova geração que não assistiu à exibição em 1988 teve a chance de se deliciar com a trama de Gilberto Braga, Aguinaldo Silva e Leonor Bassères. Aliás, dizem que desde o término da novela Gilberto e Aguinaldo não se dão muito bem. Maria Gladys, que viveu a despachada diarista Lucimar, disse ao jornal Extra de hoje (10/07): "Encontrei Gilberto na rua e agradeci pela personagem. Sabe o que ele me disse? ‘Agradeça ao Aguinaldo, é ele quem escreve os papéis de pobre’". Se a rixa existe mesmo, não importa. O que vale é que a novela, além de fazer o país parar no final dos anos 80, inovou ao abordar uma série de questões até então tabus na teledramaturgia, como a impunidade à corrupção no Brasil. &lt;/div&gt;&lt;div style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;A novela fez uma forte crítica social com a pergunta "Vale a pena ser honesto no Brasil de hoje?", algo direto demais para os padrões da época (não podemos esquecer que o Brasil tinha se livrado da ditadura apenas três anos antes). Eram tantos personagens marcantes e bem construídos, tudo era muito bem amarrado, não havia buracos nem encheção de lingüiça. Sem falar nas várias cenas antológicas, como os barracos homéricos da alcoólatra Heleninha (Renata Sorrah), as tramóias de Maria de Fátima (Glória Pires) e as tiradas ácidas e impiedosas da vilã Odete.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;table cellpadding="0" cellspacing="0" class="tr-caption-container" style="float: left; margin-right: 1em; text-align: left;"&gt;&lt;tbody&gt;&lt;tr&gt;&lt;td style="text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/-eipvT5xu_k0/Tho0S7FD_wI/AAAAAAAAAP0/PxtbcSDN-P0/s1600/vale2.jpg" imageanchor="1" style="clear: left; cssfloat: left; margin-bottom: 1em; margin-left: auto; margin-right: auto;"&gt;&lt;img border="0" m$="true" src="http://1.bp.blogspot.com/-eipvT5xu_k0/Tho0S7FD_wI/AAAAAAAAAP0/PxtbcSDN-P0/s1600/vale2.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;tr&gt;&lt;td class="tr-caption" style="text-align: center;"&gt;"O caldo nobre da galinha azul"&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;&lt;div style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none; text-align: justify;"&gt;Odete Roitman foi assassinada na véspera do Natal de 1988, mais precisamente no capítulo 193. Nem preciso dizer que não teve festa enquanto o capítulo não terminasse. O comentário da ceia natalina daquele ano foi, claro, a morte de Odete. Não havia um brasileiro sequer que não quisesse saber quem havia abatido a megera a tiros. Cada um tinha um palpite diferente. A Maggi, uma das maiores fabricantes de caldo de galinha da época (quem não se lembra do jingle "Caldo Maggi, o caldo nobre da galinha azul"?) tratou de promover um concurso para saber quem havia matado Odete Roitman. O mistério foi alvo de incontáveis apostas, rifas e sorteios. E eu, apesar de criança na época, também queria ficar rico, assim como vários personagens de &lt;em&gt;Vale Tudo&lt;/em&gt;, ora! Participei do concurso, mas infelizmente não venci, para minha grande frustração. Eu nutria a esperança, confesso, de que Odete pudesse me render o prêmio de cinco milhões de cruzados. Era só mandar uma carta para a Maggi dizendo quem tinha matado Odete Roitman e responder 'qual o caldo nobre da galinha azul'. Moleza! Mas quem ganhou foi uma menina também de Minas, não lembro a cidade agora. E era só um pouco mais velha do que eu! Odete ficou me devendo essa... &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Saiba mais sobre &lt;em&gt;Vale Tudo&lt;/em&gt; &lt;a href="http://www.teledramaturgia.com.br/tele/valetudob.asp"&gt;aqui.&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8820602537982176322-7968881900735266696?l=danielcouri.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://danielcouri.blogspot.com/feeds/7968881900735266696/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8820602537982176322&amp;postID=7968881900735266696' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8820602537982176322/posts/default/7968881900735266696'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8820602537982176322/posts/default/7968881900735266696'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://danielcouri.blogspot.com/2011/07/isso-aqui-o-o-e-um-pouquinho-de-brasil.html' title='Isso aqui ô ô... é um pouquinho de Brasil iá iá...'/><author><name>Daniel Couri</name><uri>http://www.blogger.com/profile/06840073946798204108</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/-rA_WPmgchDU/TvvF_HIsolI/AAAAAAAAAcM/-ymBHNcmGQw/s220/msn1.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/-R764CC3s9tA/ThozGMvxpfI/AAAAAAAAAPw/DlCw64yqnA0/s72-c/vale0.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8820602537982176322.post-8763709868403542869</id><published>2011-07-08T05:59:00.000-07:00</published><updated>2011-07-08T05:59:28.543-07:00</updated><title type='text'>33 anos depois... quem vai matar Salomão Hayalla?</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;É, já não se fazem mais novelas como antigamente. Isso não é novidade nenhuma. Nosso maior produto - sim, podemos nos orgulhar de produzir as melhores telenovelas do mundo, sem nenhuma vergonha - anda meio enxovalhado. Não quero generalizar, é claro que ainda existem bons autores, bons artistas e emissoras empenhadas. Mas com a morte de grandes autores (Janete Clair, Cassiano Gabus Mendes, Dias Gomes), o time de novelistas anda desfalcado há muito tempo. Vários nomes desaparecem na mesma velocidade com que surgiram e até mesmo autores de grandes sucessos da teledramaturgia brasileira nas últimas décadas (Manoel Carlos, Silvio de Abreu, Gilberto Braga) parecem estar perdendo o fôlego a cada nova trama.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/-0CMjN9-S6rw/Thb7z3XWTUI/AAAAAAAAAOU/s9sGwcNPJd4/s1600/astro1.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="161px" m$="true" src="http://4.bp.blogspot.com/-0CMjN9-S6rw/Thb7z3XWTUI/AAAAAAAAAOU/s9sGwcNPJd4/s320/astro1.jpg" width="320px" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;De uns dez anos pra cá as novelas andam menos atrativas para o grande público. Tudo bem que com o advento e a respectiva popularização da TV a cabo, dos computadores e da internet, a TV aberta perdeu uma enorme parte de seu público. As crianças e os jovens de hoje, por exemplo, passam muito mais tempo na internet e nos canais pagos (vendo as séries americanas) do que assistindo novela, como era comum até o final dos anos 90. Aliás, a maioria nem acompanha mais as novelas atuais.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Verdade seja dita: as tramas não têm conseguido prender o público como antes e perderam muito de seu apelo. Os motivos podem ser variados: escassez de boas histórias, falta de afinação nos elencos e desgaste de temas são alguns deles. O ritmo das histórias também mudou, tudo ficou subordinado ao marketing e à publicidade. O público esquece dos personagens rapidamente, ao contrário do que acontecia antigamente, quando os personagens viravam ícones nacionais por anos, até décadas. As trilhas sonoras não são mais bem exploradas e utilizadas como antes. As canções e temas não são marcantes e nem sequer são mais associadas aos personagens. O gênero passa por uma transição (ou adaptação aos novos tempos), isso é visível.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Em meio a essas mudanças, surge um filão: o &lt;em&gt;remake&lt;/em&gt; (versão atualizada de uma novela antiga). Cada vez mais freqüente, os &lt;em&gt;remakes&lt;/em&gt; têm conseguido elevar os índices de audiência e cativar o público. Sempre que um horário vai mal das pernas, dá-lhe &lt;em&gt;remake&lt;/em&gt;! Foi o caso dos remakes dos últimos anos, como &lt;em&gt;Cabocla&lt;/em&gt;, &lt;em&gt;Sinhá Moça&lt;/em&gt;, &lt;em&gt;O Profeta&lt;/em&gt;, &lt;em&gt;Paraíso&lt;/em&gt;, &lt;em&gt;Ti Ti Ti&lt;/em&gt; (mesclada com &lt;em&gt;Plumas e Paetês&lt;/em&gt;), todas da Globo. Sem falar em tentativas de outros canais, como &lt;em&gt;A Escrava Isaura&lt;/em&gt;, da Record, e &lt;em&gt;Uma Rosa Com Amor&lt;/em&gt;, do SBT. A grande promessa agora é &lt;em&gt;O Astro&lt;/em&gt;, &lt;em&gt;remake&lt;/em&gt; de uma das novelas brasileiras de maior sucesso de todos os tempos. Exibida originalmente pela Rede Globo entre 6 de dezembro de 1977 e 8 de julho de 1978, às 20 horas, foi escrita por Janete Clair e dirigida por Daniel Filho. Até hoje o público daquela época se lembra da novela, dos personagens, das músicas. E é claro, do primeiro "quem matou?" em novelas que realmente mexeu com os brasileiros. Quem matou Salomão Hayalla? Essa pergunta ecoa no imaginário popular coletivo do Brasil desde aquele distante 8 de julho de 1978, há exatos 33 anos.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Considerada uma das melhores novelas já produzidas, &lt;em&gt;O Astro&lt;/em&gt; obteve índices de audiência superiores aos das transmissões dos jogos da seleção brasileira na Copa da Argentina em 1978 - 80% em média (algo inimaginável nos dias atuais). Três dias depois da novela sair do ar, Carlos Drummond de Andrade escreveu em sua coluna no Jornal do Brasil: "Agora que &lt;em&gt;O Astro&lt;/em&gt; acabou vamos cuidar da vida, que o Brasil está lá fora esperando". Foi nessa coluna que Drummond deu um apelido a Janete Clair: Usineira dos sonhos. &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/-5igOnO-tF2o/Thb8E8vOHRI/AAAAAAAAAOY/2UdEltpHXBI/s1600/astro2.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="205px" m$="true" src="http://1.bp.blogspot.com/-5igOnO-tF2o/Thb8E8vOHRI/AAAAAAAAAOY/2UdEltpHXBI/s320/astro2.jpg" width="320px" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;O &lt;em&gt;remake&lt;/em&gt; da novela, a cargo de Alcides Nogueira e Geraldo Carneiro, estréia na próxima terça (dia 12/07), com direção de Mauro Mendonça Filho. Vai inaugurar um novo horário para a teledramaturgia na Globo: de terça a sexta-feira, às 23h. (Nos anos 70 existiam as 'novelas das dez', de temas, digamos, mais 'adultos', que iam ao ar às 22h. Esse horário de novelas foi extinto no final daquela década).&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;O retorno de &lt;em&gt;O Astro&lt;/em&gt; à tela da Globo, como minissérie em 60 capítulos, é a aposta de peso da emissora para comemorar os 60 anos da teledramaturgia brasileira e abrir uma possível faixa de remakes às 23h. Ao que tudo indica, a produção pra lá de esmerada deve despertar o interesse do público e revitalizar esse gênero que faz parte do cotidiano dos brasileiros tanto quanto o futebol e o Carnaval.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;strong&gt;Mais sobre a novela:&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;a href="http://oastro.globo.com/"&gt;O Astro (site oficial)&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;a href="http://www.teledramaturgia.com.br/tele/astro11.asp"&gt;Teledramaturgia&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8820602537982176322-8763709868403542869?l=danielcouri.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://danielcouri.blogspot.com/feeds/8763709868403542869/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8820602537982176322&amp;postID=8763709868403542869' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8820602537982176322/posts/default/8763709868403542869'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8820602537982176322/posts/default/8763709868403542869'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://danielcouri.blogspot.com/2011/07/33-anos-depois-quem-vai-matar-salomao.html' title='33 anos depois... quem vai matar Salomão Hayalla?'/><author><name>Daniel Couri</name><uri>http://www.blogger.com/profile/06840073946798204108</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/-rA_WPmgchDU/TvvF_HIsolI/AAAAAAAAAcM/-ymBHNcmGQw/s220/msn1.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/-0CMjN9-S6rw/Thb7z3XWTUI/AAAAAAAAAOU/s9sGwcNPJd4/s72-c/astro1.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8820602537982176322.post-4696113030587461338</id><published>2011-07-03T11:53:00.000-07:00</published><updated>2011-07-03T11:53:32.562-07:00</updated><title type='text'>Sigam-me os bons</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Lá se vai quase um ano desde minha última postagem. Há alguns anos, quando iniciei este blog, já havia me justificado com meus possíveis leitores sobre minha relutância - para não dizer preguiça - em escrever com freqüência e manter o blog sempre atualizado. Não adianta, não sou daqueles que conseguem entupir o blog com &lt;em&gt;posts&lt;/em&gt; diários. Vou tentar, digamos, ser mais presente. Quem tiver paciência, ótimo. Sugestões, críticas e opiniões serão sempre bem-vindas.&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;O motivo que me levou a querer escrever este &lt;em&gt;post&lt;/em&gt; foi, mais uma vez, minha resistência à tecnologia moderna. Mas posso dizer que evoluí (?) um pouquinho, pois criei uma conta de twitter há alguns meses e desde semana passada tenho acessado a ferramenta diariamente, ainda que eu prefira ler a emitir opiniões e postar comentários. Timidez natural de iniciantes. Graças à minha antenadíssima amiga Érica Abe, que pacientemente me ensinou a lidar com os recursos do twitter, sucumbi a essa febre da atualidade. (O Facebook já havia me fisgado há pouco mais de um ano). Agora que tenho twitter, posso dar uma de Chapolim Colorado e dizer: "sigam-me os bons!". A quem interessar possa, meu twitter é &lt;a href="http://twitter.com/#!/danielcouri"&gt;http://twitter.com/#!/danielcouri&lt;/a&gt;&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/-mLDiO4vSe70/ThC59HyMz6I/AAAAAAAAANw/6JSVFAFVSOc/s1600/twitter-follow-me-post.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="237px" i$="true" src="http://1.bp.blogspot.com/-mLDiO4vSe70/ThC59HyMz6I/AAAAAAAAANw/6JSVFAFVSOc/s320/twitter-follow-me-post.jpg" width="320px" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Não que eu tenha me rendido à pressão tecnológica que nos cerca 24 horas por dia. Demoro muito tempo até me deixar 'sucumbir' e mesmo assim, não consigo me viciar completamente. Acontece que por ter incluído o twitter nos meus 'afazeres internéticos' habituais, não pude deixar de me sentir menos apegado às minhas convicções - afinal, tantas vezes proclamei que achava o twitter uma inutilidade sem tamanho, uma bobagem, que eu jamais teria um e de repente, aqui estou eu, aumentando o cordão dos seguidores. Mas não tenho a menor pretensão de ser o recordista mundial de seguidores, nem o nacional, nem o estadual, nem nada. Quero apenas usá-lo e tirar proveito quando me for útil ou me divertir quando for conveniente. Pois bem, peço desculpas a dois dos meus ídolos - Elton John e Woody Allen - por ter aumentado as estatísticas dos twiteiros. "Twitter? Não faço ideia do que seja isso", disse Woody Allen em entrevista recente sobre o lançamento de seu filme &lt;em&gt;Meia Noite em Paris&lt;/em&gt;. "Mas o Facebook eu conheço, porque assisti ao filme (&lt;em&gt;A Rede Social&lt;/em&gt;) e gostei. Portanto, sei o que é o Facebook. E tenho um site meu na Internet, que nunca vi na vida. Não faço idéia se funciona nem qual seria sua utilidade, mas algumas pessoas o criaram para mim". Na mesma entrevista, quando perguntado sobre como se adapta ao mundo de iPods e iPads, Allen respondeu: "Tenho um telefone e um celular, mas só o que consigo no celular é fazer e receber telefonemas. Não tenho qualquer outra utilidade para ele - não tenho, como se chama um número de texto? Você já viu pessoas idosas que colam uma fita sobre muitos dos botões de seus televisores, para não cometer um engano? Para que não possam acessar aqueles botões e consigam apenas ligar e desligar o televisor? Eu sou exatamente assim. Enquanto houver apenas dois botões para pressionar, eu dou conta". (Quem quiser ler a entrevista na íntegra, acesse &lt;a href="http://oglobo.globo.com/cultura/mat/2011/06/22/woody-allen-fala-sobre-nostalgia-aversao-tecnologia-escandalos-de-sua-vida-924744765.asp"&gt;http://oglobo.globo.com/cultura/mat/2011/06/22/woody-allen-fala-sobre-nostalgia-aversao-tecnologia-escandalos-de-sua-vida-924744765.asp&lt;/a&gt;) &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Li também uma entrevista ótima com Elton John na &lt;em&gt;Rolling Stone&lt;/em&gt; de março, em que ele afirmou: "Eu sou o maior ludita [que se opõe a novas tecnologias]. Não tenho iPad, iPhone, computador nem telefone celular. Eu nem sabia mexer em um iPod - é ridículo". Imposível que eu não me identifique com tais declarações. Quem me conhece sabe. E isso sem querer me gabar ou me envergonhar. Não acho que seja defeito e tampouco qualidade. É assim que eu sou e assim vou tentando me adaptar às mudanças da tecnologia, mas sempre no meu tempo e se eu achar que aquilo realmente vai me trazer algum tipo de benefício, seja no trabalho ou no lazer. Por isso sei que, apesar deste blog já ter uns três anos, não sou um blogueiro, definitivamente. Escrevo quando me dá na telha ou quando me sinto impelido a escrever sobre determinado assunto (que seja interessante ou divertido &lt;em&gt;para mim&lt;/em&gt;). É claro que compartilhar gostos e preferências é muito bom e acho ótimo quando alguém me escreve para trocar figurinhas sobre um assunto que abordei aqui, por mais supérfluo que pareça. E sem culpa nenhuma. “Dê-me o supérfluo que eu abro mão do essencial”, já dizia Oscar Wilde. Que me desculpem os aficcionados por novas tecnologias, mas esse supérfluo tem que ser essencial &lt;em&gt;para mim&lt;/em&gt;. &lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8820602537982176322-4696113030587461338?l=danielcouri.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://danielcouri.blogspot.com/feeds/4696113030587461338/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8820602537982176322&amp;postID=4696113030587461338' title='4 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8820602537982176322/posts/default/4696113030587461338'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8820602537982176322/posts/default/4696113030587461338'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://danielcouri.blogspot.com/2011/07/sigam-me-os-bons.html' title='Sigam-me os bons'/><author><name>Daniel Couri</name><uri>http://www.blogger.com/profile/06840073946798204108</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/-rA_WPmgchDU/TvvF_HIsolI/AAAAAAAAAcM/-ymBHNcmGQw/s220/msn1.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/-mLDiO4vSe70/ThC59HyMz6I/AAAAAAAAANw/6JSVFAFVSOc/s72-c/twitter-follow-me-post.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>4</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8820602537982176322.post-8237389809085813483</id><published>2010-08-10T13:48:00.000-07:00</published><updated>2010-08-10T18:24:16.456-07:00</updated><title type='text'>O exterminador do presente</title><content type='html'>&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_995wn7UT2Y8/TGG5-qd2GaI/AAAAAAAAALM/TpNXAvLIyLQ/s1600/veja-tecnologia.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" mx="true" src="http://4.bp.blogspot.com/_995wn7UT2Y8/TGG5-qd2GaI/AAAAAAAAALM/TpNXAvLIyLQ/s320/veja-tecnologia.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Por favor, não pensem que sou mais um saudosista que só quer viver de passado. Admito, sim, que adoro as coisas de tempos passados (filmes, livros, roupas, músicas, hábitos, objetos etc.) mas também gosto de usufruir de alguns mimos que a modernidade oferece (e-mail, Google, mp3, DVD...), o que não me torna um escravo incansável dessa praga que assola o mundo atualmente. Praga sim, porque à medida em que se torna uma imposição, as inovações tecnológicas parecem querer nos esmagar, passar por cima de tudo e de todos. E ai de quem não estiver sempre um passo à frente. É absurda a quantidade de novas bugigangas que nos são empurradas diariamente. E o pior é que o povo consome tudo isso como se estivesse 'crescendo' ou se aperfeiçoando. Em quê?&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Telefones celulares tornam-se ultrapassados em, no máximo, seis meses. Ou seja, hoje as pessoas compram um aparelho de celular que tem um milhão de funções (e até se esquecem de que ele serve, originalmente, para fazer e receber ligações telefônicas) e essas funções aumentam a cada mês. O mesmo serve para computadores, nem preciso dizer. Essa obsessão pelo ultra-mega-super-moderno e novo se insinua em tudo, até nos hábitos. Não existem mais lojas de discos. Hoje só há megastores, com CDs importados e caríssimos. As videolocadoras também viraram raridade. Porque todo mundo compra CD pela internet. Ou baixa os filmes pela internet. O mesmo se aplica às pequenas e aconchegantes livrarias de outrora. Aliás 'outrora', por si só, já é de outrora!&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Ninguém tem mais telefone fixo. Não existem mais listas telefônicas. E eu que achava tão poético procurar o endereço de uma pessoa pelo catálogo telefônico... Agora tudo é celular. E as pessoas cada vez menos conseguem se comunicar. Não sabem cumprimentar, não sabem conversar, não têm tempo para gentilezas. Mas ficam penduradas no celular desde a primeira hora do dia até a hora de dormir. E não desligam o troço nem para dormir. Me intriga muito essas pessoas que, logo às seis horas da manhã começam a receber ligações no celular. Será que isso acontecia 15 ou 20 anos atrás? Será que tudo era TÃO urgente assim? Que pressa é essa? A menos, é claro, que você seja médico. Aí é compreensível.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Não conhecemos mais o prazer de comprar um disco, manuseá-lo, curtir cada detalhe da capa e do encarte, colocá-lo no aparelho de som... Nem disco existe mais, é tudo baixado do computador e transferido para minúsculos iPods (se é que ainda existe iPod, estou por fora das inovações dos últimos meses). Não conhecemos mais o rosto dos artistas nem como a música foi feita. Nada de instrumentos musicais. Tudo é eletrônico e computadorizado. Orquestra tornou-se uma palavra tão antiga! Parece coisa do século 19. Difícil acreditar que até 30 anos atrás elas estavam aí e eram muito comuns.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;As crianças e os adolescentes de hoje não sabem mais escrever à mão. Desde pequenos, levam para a escola um compacto notebook, do tamanho de um caderno (ou menor), e nele digitam o que querem, entram na internet etc. e tal. Simplesmente o caderno de caligrafia virou peça de museu. Aliás, os alunos de hoje não fazem idéia do que seja 'caligrafia'. Nem livros. Não precisam de livros. Procuram tudo o que querem nos sites da internet. Não sabem sequer manusear um dicionário.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;E as famigeradas câmeras digitais? Assim como os celulares, elas evoluem a cada mês e os modelos tornam-se obsoletos antes mesmo de ficarem populares. As pessoas não se interessam mais pelo que é curioso ou pitoresco. Saem fotografando TUDO e acumulando milhares de fotos que nunca ninguém vê depois. Nem quem tirou. Quem suporta ver tanta foto? E os álbuns de casamento? Você precisa de um dia inteiro para ver um álbum de casamento, tamanha é a quantidade de fotos. E tudo fica repetitivo ao extremo. Fotos de viagens, que eram sempre tão divertidas e agradáveis de se ver, viraram um suplício. O amigo te chama para ver as fotos das férias passadas. Aí surge na sua frente um notebook com 2700 fotos da praia de sei-lá-onde. Na trigésima foto você já não agüenta mais olhar aquilo. Torna-se maçante.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;E os filmes? Gastam bilhões em produções que esbanjam tecnologia. Atores e atrizes são um mero detalhe, quase dispensáveis. A computação gráfica dá jeito em tudo: artistas, cenários, efeitos... Paga-se o dobro do preço normal de um filme para se ver em 3-D algum lançamento no cinema. E muitas vezes o fato do filme ser em 3-D não acrescenta absolutamente nada à história. Quem lucra com isso são os donos das salas de projeção, que cobram o dobro pelo ingresso, e as empresas que montam essa parafernália mundo afora.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Não quero que esta crônica vire um mar de lamúrias do presente, não é isso. Nem quero ser o "exterminador do presente" e pregar que só o passado presta.&amp;nbsp;Apenas acho que essa modernidade excessiva de hoje extrapola os limites e acaba emburrecendo o ser humano, que está cada vez menos apto a lidar com as emoções e os contatos sociais ou familiares. Tudo se resume a um mundo auto-suficiente e individualista, em que basta se ter um iPhone&amp;nbsp;ou um laptop e pronto: nada mais tem importância ou interesse.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Li esses dias&amp;nbsp;em algum lugar que&amp;nbsp;a coleção outono 2010 de Marc Jacobs homenageia a antimodernidade. Achei genial. "A busca pelo novo é tão voraz, principalmente no mundo da moda, que quando o novo aparece ele se torna imediatamente antigo", explica o estilista. Para Marc Jacobs, novo, hoje, é revisitar o clássico. E eu assino embaixo.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8820602537982176322-8237389809085813483?l=danielcouri.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://danielcouri.blogspot.com/feeds/8237389809085813483/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8820602537982176322&amp;postID=8237389809085813483' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8820602537982176322/posts/default/8237389809085813483'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8820602537982176322/posts/default/8237389809085813483'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://danielcouri.blogspot.com/2010/08/o-exterminador-do-presente.html' title='O exterminador do presente'/><author><name>Daniel Couri</name><uri>http://www.blogger.com/profile/06840073946798204108</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/-rA_WPmgchDU/TvvF_HIsolI/AAAAAAAAAcM/-ymBHNcmGQw/s220/msn1.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/_995wn7UT2Y8/TGG5-qd2GaI/AAAAAAAAALM/TpNXAvLIyLQ/s72-c/veja-tecnologia.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8820602537982176322.post-1376179533118298669</id><published>2010-07-01T18:56:00.000-07:00</published><updated>2010-08-02T08:26:18.490-07:00</updated><title type='text'>O conforto da boa e velha comida</title><content type='html'>&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_995wn7UT2Y8/TC1HDpXqwFI/AAAAAAAAAKw/LbwZb7iHZJM/s1600/comfort.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" rw="true" src="http://4.bp.blogspot.com/_995wn7UT2Y8/TC1HDpXqwFI/AAAAAAAAAKw/LbwZb7iHZJM/s320/comfort.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Até que enfim uma “facção” da sociedade parece recobrar o juízo. Sim. Porque eu, como glutão de plantão (com o perdão da rima infame e desproposital) não agüento mais ouvir falar dos esquisitos e inovadores tipos de culinária que surgem a cada estação. E os modismos se espalham com tamanha rapidez que às vezes temos a sensação de estarmos sempre atrasados ou por fora das &lt;em&gt;tendências&lt;/em&gt;. E por falar nelas, a nova é a “comfort food”. Nome esquisito, não? Parece marca de colchão ou de amaciante de roupas. Trata-se, na verdade, do que chamamos de comida emocional, pois desperta sensações agradáveis e evoca o prazer e o bem-estar ligados à infância ou a história de vida. Essa culinária começou a se popularizar no Brasil e congrega em si uma idéia oposta à racionalidade dos alimentos funcionais, nos quais os benefícios à saúde são o chamariz. Por Deus, não! Vamos esquecer as dietas saudáveis ao menos por um instante. Por que essa ditadura que proíbe pão, biscoito, bolo, açúcar, óleo, frituras e tantas outras delícias? Tudo bem, é importante não exagerar, é importante cuidar da própria saúde. Mas as pessoas estão ficando paranóicas. Estão sabotando receitas maravilhosas do tempo das avós e bisavós, cortando sal, açúcar e gordura. Os insossos pratos que nos empurram hoje em dia são o supra-sumo do sem graça. E é por isso que a comfort food faz sucesso e ganha novos adeptos a cada dia. Ela não tem a pretensão de ser algo inédito nem revolucionário: é simplesmente a redescoberta de prazeres culinários que foram condenados pela atual onda saudável e ficaram perdidos nas lembranças de tempos passados. Só para citar alguns exemplos dessa evolução (ou involução, como preferirem), a partir dos anos 70 a &lt;em&gt;nouvelle cuisine&lt;/em&gt; francesa estava na crista da onda. Era uma reação à cozinha tradicional. Os pratos eram elaborados em pouco tempo, com molhos mais leves e menores porções (bem menores, diga-se de passagem) e apresentados de forma refinada e decorativa. Mas agora o último grito da moda gastronômica é a tal de culinária &lt;em&gt;fusion&lt;/em&gt; (de fusão), tendência que mistura de tudo, com predomínio de ingredientes asiáticos e um forte toque americano. Marcos Emílio Gomes, coordenador do projeto O Melhor da Cidade, da Revista Veja, define de forma objetiva essa culinária: “é aquela em que você come pouco, paga muito e não consegue identificar se o que está no prato é animal, vegetal ou mineral”. Em contrapartida, o ressurgimento da comfort food foi algo natural. Digo ressurgimento porque esse tipo de comida não foi inventado agora, sempre existiu. Só andava meio esquecido (para não dizer execrado). Ora bolas, comer é um dos maiores prazeres da vida e estão tentando justamente transformar esse prazer um uma dieta quase hospitalar. Tudo devidamente glamurizado, claro, para termos a impressão de que estamos comendo a comida mais chique e mais saudável do mundo. Ledo engano. As pessoas gostam exatamente do contrário, das coisas mais simples, do que é mais singelo, do que vem do coração. E já andam dizendo por aí que a comfort food age no cérebro como o namoro e ajuda no combate à depressão. Por essa os nutricionistas não esperavam. Puxe pela memória: o quindim que você comida na sua infância, o torresmo, a farofa de ovos e banana, o sonho de padaria, o pastel de queijo, a costelinha assada, a polenta frita, o brigadeiro de colher, o empadão de frango, o pão com manteiga, a sopa de feijão e por aí vai... A lista é quase interminável e o prazer idem. E, ao contrário do que pregam os guias de gastronomia, não tem preço. Mas as lembranças evocadas pela comfort food são as mais caras. Aprecie sem medo de ser feliz.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8820602537982176322-1376179533118298669?l=danielcouri.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://danielcouri.blogspot.com/feeds/1376179533118298669/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8820602537982176322&amp;postID=1376179533118298669' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8820602537982176322/posts/default/1376179533118298669'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8820602537982176322/posts/default/1376179533118298669'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://danielcouri.blogspot.com/2010/07/o-conforto-da-boa-e-velha-comida.html' title='O conforto da boa e velha comida'/><author><name>Daniel Couri</name><uri>http://www.blogger.com/profile/06840073946798204108</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/-rA_WPmgchDU/TvvF_HIsolI/AAAAAAAAAcM/-ymBHNcmGQw/s220/msn1.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/_995wn7UT2Y8/TC1HDpXqwFI/AAAAAAAAAKw/LbwZb7iHZJM/s72-c/comfort.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8820602537982176322.post-1018241594281934420</id><published>2010-05-28T20:06:00.000-07:00</published><updated>2010-05-29T04:51:21.511-07:00</updated><title type='text'>E o Framboesa vai para...</title><content type='html'>&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_995wn7UT2Y8/TACEpMGM7tI/AAAAAAAAAKo/LLwyUAOl3Yo/s1600/razzies80.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" gu="true" src="http://3.bp.blogspot.com/_995wn7UT2Y8/TACEpMGM7tI/AAAAAAAAAKo/LLwyUAOl3Yo/s320/razzies80.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Framboesa de Ouro (&lt;em&gt;Golden Raspberry&lt;/em&gt; &lt;em&gt;Awards&lt;/em&gt; ou simplesmente &lt;em&gt;Razzie Awards&lt;/em&gt;) é um prêmio cinematográfico que elege os piores filmes produzidos ao longo de um ano. Paródia do Oscar, o prêmio é atualmente escolhido por internautas membros da "associação". Hoje a brincadeira é bem conhecida e divulgada pelo mundo, mas poucos sabem como surgiu essa inusitada 'premiação' e o porquê de se chamar Troféu Framboesa.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;Tudo começou em 1980. O americano John J.B. Wilson, redator publicitário, foi o responsável pela criação do famigerado Troféu Framboesa de Ouro. Ele tinha o hábito de convidar os amigos para se reunirem e jantarem em sua casa, em Los Angeles, nas noites de entrega do Oscar. Em 1980 Wilson convidou os amigos para sua tradicional reuniãozinha do Oscar, desta vez para que eles próprios julgassem os filmes e dessem suas premiações aleatoriamente. E a brincadeira pegou. Assim a primeira "premiação" foi realizada na sala de Wilson. A partir de então ele decidiu formalizar o evento, depois de assistir a uma dupla de filmes que estavam sendo lançados simultaneamente naquela época: &lt;em&gt;A Música Não Pode Parar&lt;/em&gt; (&lt;em&gt;Can't Stop the Music&lt;/em&gt;) e &lt;em&gt;Xanadu&lt;/em&gt;. O publicitário distribuiu para os amigos as cédulas para votarem no pior filme. &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Assim, &lt;em&gt;Can't Stop the Music&lt;/em&gt; foi o primeiro filme a ganhar o Framboesa. Ambos lançados em meados do ano de 1980, &lt;em&gt;Xanadu&lt;/em&gt; e &lt;em&gt;Can't Stop the Music&lt;/em&gt; foram os maiores embaraços daquela época. Sucesso em termos de trilhas sonoras, os dois filmes foram fracassos retumbantes de crítica, com atuações risíveis, roteiros inexistentes e números musicais no mínimo &lt;em&gt;kitsch&lt;/em&gt;. &lt;em&gt;Xanadu&lt;/em&gt; foi estrelado pela queridinha da época, Olivia Newton-John, e pelo veterano Gene Kelly.&amp;nbsp;O filme mostra um jovem desenhista que é inspirado por uma musa (enviada por Zeus!) a abrir, junto com um empresário aposentado, a &lt;em&gt;roller-disco&lt;/em&gt; que dá título ao filme. "Uma apoteose kitsch e antológica, com Gene Kelly pagando mico na cena final", disse uma apresentadora de TV sobre &lt;em&gt;Xanadu&lt;/em&gt;. Já &lt;em&gt;Can't Stop the Music&lt;/em&gt; é estrelado pelos alegres rapazes do&amp;nbsp;conjunto Village People, também muito popular na época. Na história, os integrantes do Village People se reúnem e descobrem a &lt;em&gt;disco music&lt;/em&gt; (!), que passam a espalhar pelo mundo com a ajuda de amigos (uma ex-modelo e um aspirante a compositor). O filme está listado entre os 100 Piores Filmes Mais Divertidos Já Feitos, no guia oficial do Golden Raspberry Award, de John Wilson.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;O nome do troféu (&lt;em&gt;Golden Raspberry Award&lt;/em&gt;, original em inglês) vem de uma expressão com a palavra &lt;em&gt;raspberry&lt;/em&gt; (framboesa). A fruta parece ser usada no sentido da expressão "blowing a raspberry" (assoprando uma framboesa), que é simular o som de flatulência com a boca. Para completar o clima de deboche em cima do Oscar, as indicações do Framboesa saem um dia antes das indicações da Academia – e a "premiação" também é um dia antes da festa.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;O prêmio é uma framboesa de plástico sobre um filme Super 8, pintado de tinta-spray dourada, que vale menos de US$5 (isso mesmo, menos de cinco dólares!). O hall da fama do Framboesa é liderado por Sylvester Stallone e Madonna. Stallone é o pior ator de todos os tempos, com 30 indicações e 10 prêmios (até agora) e Madonna possui 15 indicações e 9 prêmios (até agora). &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Muito embora &lt;em&gt;Xanadu&lt;/em&gt; e &lt;em&gt;Can't Stop the Music&lt;/em&gt; figurem qualquer lista de 'piores filmes já feitos' que se preze, deixo claro que sou fã incondicional das duas "obras". As trilhas sonoras permanecem extraordinárias e o visual dos filmes já vale a viagem ao submundo do pseudo-glam e do cult-kitsch. E viva o Troféu Framboesa!&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8820602537982176322-1018241594281934420?l=danielcouri.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://danielcouri.blogspot.com/feeds/1018241594281934420/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8820602537982176322&amp;postID=1018241594281934420' title='3 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8820602537982176322/posts/default/1018241594281934420'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8820602537982176322/posts/default/1018241594281934420'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://danielcouri.blogspot.com/2010/05/e-o-framboesa-vai-para.html' title='E o Framboesa vai para...'/><author><name>Daniel Couri</name><uri>http://www.blogger.com/profile/06840073946798204108</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/-rA_WPmgchDU/TvvF_HIsolI/AAAAAAAAAcM/-ymBHNcmGQw/s220/msn1.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/_995wn7UT2Y8/TACEpMGM7tI/AAAAAAAAAKo/LLwyUAOl3Yo/s72-c/razzies80.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>3</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8820602537982176322.post-5806975047251680954</id><published>2010-02-03T03:34:00.000-08:00</published><updated>2010-02-03T03:38:05.938-08:00</updated><title type='text'>Versão brasileira...</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_995wn7UT2Y8/S2le9sTs_4I/AAAAAAAAAJc/H0lG1S1AgqA/s1600-h/names.JPG" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" kt="true" src="http://2.bp.blogspot.com/_995wn7UT2Y8/S2le9sTs_4I/AAAAAAAAAJc/H0lG1S1AgqA/s320/names.JPG" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;Traduções inusitadas para títulos de filmes nunca foram surpresa para nós, brasileiros. Essas "traduções" (com aspas mesmo) sempre vão existir, embora não sejam tão freqüentes como antigamente. Nada se compara aos filmes dos anos 30, 40 e 50. Na época, Hollywood vivia o ápice do glamour. Foi a era das divas, das superproduções, dos épicos e melodramas. Tudo muito teatral. Por isso os nomes em português dos filmes tinham um apelo bem dramático, quase rodrigueano. Era uma forma de aguçar a curiosidade do público e de "traduzir" o que julgavam ser o espírito da coisa (no caso, do filme). Não sei quem ficava responsável por essas escolhas de títulos. Talvez as distribuidoras, creio eu. Mas o fato é que os títulos, hoje, soam, no mínimo, cômicos. Não dá para levar a sério. Quando o título original era apenas um nome próprio, aí sm era um prato cheio. "Mr. Skeffington", por exemplo, virou "Vaidosa". Tá boa, santa? "Mildred Pierce" virou "Alma em Suplício", assim como "Shane" virou "OS Brutos Também Amam" e por aí vai... A lista é longa. Mas que tem um charme inegável, isso tem! O inegável charme da era dourada de Hollywood... Abaixo fiz uma pequena lista com alguns títulos no mínimo risíveis. Me ative às décadas de 30, 40 e 50, mas obviamente as traduções engraçadas continuam existindo até hoje, porém menos piegas do que naquela época. O primeiro é o nome que o filme recebeu no Brasil, o segundo é o título original (em inglês) e o terceiro é a tradução real para o português. &lt;em&gt;Enjoy&lt;/em&gt;!&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none;"&gt;A Dominadora - &lt;em&gt;Harriet Craig&lt;/em&gt; (Harriet Craig) &lt;/div&gt;&lt;div style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none;"&gt;A Malvada - &lt;em&gt;All About Eve&lt;/em&gt; (Tudo Sobre Eva)&lt;/div&gt;&lt;div style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none;"&gt;A Mulher Proibida - &lt;em&gt;The Shining Hour&lt;/em&gt; (A Hora Brilhante) &lt;/div&gt;&lt;div style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none;"&gt;A Tortura do Silêncio - &lt;em&gt;I Confess&lt;/em&gt; (Eu Confesso)&lt;/div&gt;&lt;div style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none;"&gt;Alguém Morreu em Meu Lugar - &lt;em&gt;Dead Ringer&lt;/em&gt; (Sósia)&lt;/div&gt;&lt;div style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none;"&gt;Alma em Suplício - &lt;em&gt;Mildred Pierce&lt;/em&gt; (Mildred Pierce)&lt;/div&gt;&lt;div style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none;"&gt;Amar foi Minha Ruína - &lt;em&gt;Leave Her to Heaven&lt;/em&gt; (Deixe-a para o Paraíso)&lt;/div&gt;&lt;div style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none;"&gt;Assim Caminha a Humanidade - &lt;em&gt;Giant&lt;/em&gt; (Gigante)&lt;/div&gt;&lt;div style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none;"&gt;Com a Maldade na Alma - &lt;em&gt;Hush...Hush, Sweet Charlotte&lt;/em&gt; (Silêncio, Doce Charlotte)&lt;/div&gt;&lt;div style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none;"&gt;Crepúsculo dos Deuses - &lt;em&gt;Sunset Boulevard&lt;/em&gt; (Sunset Boulevard)&lt;/div&gt;&lt;div style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none;"&gt;Erros do Coração - &lt;em&gt;The Rich Are Always With Us&lt;/em&gt; (Os Ricos Estão Sempre Conosco)&lt;/div&gt;&lt;div style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none;"&gt;Escândalos da Sociedade - &lt;em&gt;Where Love Has Gone&lt;/em&gt; (Para Onde Foi o Amor)&lt;/div&gt;&lt;div style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none;"&gt;Escravos do Desejo - &lt;em&gt;Of Human Bondage&lt;/em&gt; (Da Servidão Humana)&lt;/div&gt;&lt;div style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none;"&gt;Eu Soube Amar - &lt;em&gt;The Old Maid&lt;/em&gt; (A Velha Dama)&lt;/div&gt;&lt;div style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none;"&gt;Felicidade de Mentira - &lt;em&gt;The Bride Wore Red&lt;/em&gt; (A Noiva Usou Vermelho)&lt;/div&gt;&lt;div style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none;"&gt;Férias de Amor - &lt;em&gt;Picnic&lt;/em&gt; (Piquenique)&lt;/div&gt;&lt;div style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none;"&gt;Fogueira de Paixão - &lt;em&gt;Possessed&lt;/em&gt; (Possuída)&lt;/div&gt;&lt;div style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none;"&gt;Idílio Proibido - &lt;em&gt;Hilda Crane&lt;/em&gt; (Hilda Crane)&lt;/div&gt;&lt;div style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none;"&gt;No Palco da Vida - &lt;em&gt;So Big!&lt;/em&gt; (Tão Grande!)&lt;/div&gt;&lt;div style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none;"&gt;Meu Reino por um Amor - &lt;em&gt;The Private Lives of Elizabeth and Essex&lt;/em&gt; (A Vida Particular de Elizabeth e Essex)&lt;/div&gt;&lt;div style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none;"&gt;Meus Dois Carinhos - &lt;em&gt;Pal Joey&lt;/em&gt; (Companheiro Joey)&lt;/div&gt;Nas Garras do Ódio - &lt;em&gt;The Nanny&lt;/em&gt; (A Babá) &lt;br /&gt;Nascida para o Mal -&lt;em&gt; In This Our Life&lt;/em&gt; (Nesta Nossa Vida) &lt;br /&gt;&lt;div style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none;"&gt;O Coração Não Envelhece - &lt;em&gt;The Corn Is Green&lt;/em&gt; (O Milho Está Verde)&lt;/div&gt;&lt;div style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none;"&gt;Os Brutos Também Amam - &lt;em&gt;Shane&lt;/em&gt; (Shane)&lt;/div&gt;&lt;div style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none;"&gt;Pacto de Sangue - Double Indemnity (Dupla Indenização)&lt;/div&gt;&lt;div style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none;"&gt;Pérfida - &lt;em&gt;The Little Foxes&lt;/em&gt; (As Pequenas Raposas) &lt;/div&gt;&lt;div style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none;"&gt;Quando o Amor Agarra - &lt;em&gt;The Girl form Tenth Avenue&lt;/em&gt; (A Garota da Décima Avenida)&lt;/div&gt;&lt;div style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none;"&gt;Satã Jantou Lá em Casa - &lt;em&gt;The Man Who Came to Dinner&lt;/em&gt; (O Homem que Veio para Jantar) &lt;/div&gt;&lt;div style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none;"&gt;Tragédia do Meu Destino - &lt;em&gt;This Woman is Dangerous&lt;/em&gt; (Esta Mulher é Perigosa)&lt;/div&gt;&lt;div style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none;"&gt;Vaidosa - &lt;em&gt;Mr. Skeffington&lt;/em&gt; (Mr. Skeffington)&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8820602537982176322-5806975047251680954?l=danielcouri.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://danielcouri.blogspot.com/feeds/5806975047251680954/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8820602537982176322&amp;postID=5806975047251680954' title='3 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8820602537982176322/posts/default/5806975047251680954'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8820602537982176322/posts/default/5806975047251680954'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://danielcouri.blogspot.com/2010/02/versao-brasileira.html' title='Versão brasileira...'/><author><name>Daniel Couri</name><uri>http://www.blogger.com/profile/06840073946798204108</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/-rA_WPmgchDU/TvvF_HIsolI/AAAAAAAAAcM/-ymBHNcmGQw/s220/msn1.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/_995wn7UT2Y8/S2le9sTs_4I/AAAAAAAAAJc/H0lG1S1AgqA/s72-c/names.JPG' height='72' width='72'/><thr:total>3</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8820602537982176322.post-6456414549695683180</id><published>2010-01-28T10:33:00.000-08:00</published><updated>2010-01-28T11:29:14.076-08:00</updated><title type='text'>The Last Days of Disco</title><content type='html'>&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_995wn7UT2Y8/S2HlHlFML8I/AAAAAAAAAIk/n2KXluuwKAY/s1600-h/disco.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5431874543961255874" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 320px; CURSOR: hand; HEIGHT: 215px; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://2.bp.blogspot.com/_995wn7UT2Y8/S2HlHlFML8I/AAAAAAAAAIk/n2KXluuwKAY/s320/disco.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_995wn7UT2Y8/S2He0731bLI/AAAAAAAAAIc/jxGtThDzgEc/s1600-h/key_art_the_last_days_of_disco.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5431867626591972530" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 320px; CURSOR: hand; HEIGHT: 125px; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://4.bp.blogspot.com/_995wn7UT2Y8/S2He0731bLI/AAAAAAAAAIc/jxGtThDzgEc/s320/key_art_the_last_days_of_disco.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;Nova York, final dos anos 70, começo dos 80. A era &lt;em&gt;disco&lt;/em&gt; está chegando ao fim. Um grupo de jovens bate ponto em uma badaladíssima discoteca da cidade. Lá eles dançam, se divertem e conversam. Aqui no Brasil o filme, de 1998, recebeu o título bem cafona de "Os Últimos Embalos da Disco", mas não pegou. O título original, &lt;em&gt;The Last Days of Disco&lt;/em&gt;, é o que prevalece. Mas é um filme que poucos assistiram e quase ninguém por aqui conhece. Na época ficou reduzido a circuitos de cinema alternativos. O título longo e em inglês também dificultou um pouco o acesso a essa pequena obra-prima do diretor Whit Stillman. Muitos pensaram que o filme seria sobre a história do Studio 54 ou das discotecas, mas a &lt;em&gt;disco&lt;/em&gt; é apenas o pano de fundo para os dramas urbanos de um grupo jovens. E é justamente perto do fim do filme que um dos personagens, Josh (vivido por Matt Keeslar), tem uma das falas mais interessantes da história:&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;"A discoteca nunca vai acabar. Viverá para sempre em nós. Algo assim, grandioso e importante, nunca vai morrer. Por alguns anos será considerada ultrapassada e ridícula. Será mal representada e caricaturada ou, pior, ignorada. Vão rir de John Travolta, Olivia Newton-John, ternos de poliéster brancos, sapatos plataforma e disso! [gesto que Travolta faz no filme &lt;em&gt;Saturday Night Fever&lt;/em&gt;, em que estica o braço direito para cima, apontando alto]. Não tivemos nada com essas coisas e ainda assim amamos a &lt;em&gt;disco&lt;/em&gt;. Alguns jamais vão entender. A discoteca foi muito mais que isso. Foi muito legal e divertida para desaparecer para sempre. Vai voltar algum dia. Só espero que estejamos vivos".&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;Em meu livro &lt;em&gt;Made in Suécia - O paraíso pop do ABBA &lt;/em&gt;(&lt;a href="http://www.paginanova.com.br/abba/livro.htm"&gt;http://www.paginanova.com.br/abba/livro.htm&lt;/a&gt;), falo brevemente sobre o surgimento e a influência da era &lt;em&gt;disco&lt;/em&gt; na cultura de massa:&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;em&gt;Na metade da década, o mundo da pretensão havia chegado ao rock e alguma coisa nova precisava surgir. Violento e rebelde veio o punk, que nasceu, a partir de 1976, das críticas da juventude proletária inglesa à sua própria falta de perspectivas. Sex Pistols, The Clash, Dead Kennedys, Elvis Costello: os ídolos do movimento recuperaram a batida primária e despreocupada das bandas de meados da década de 1960. Johnny Rotten, o líder do Sex Pistols, não poupava os roqueiros da época – como Elton John e Rod Stewart – que apelidara de "palhaços capitalistas".&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;Mas o movimento importante dos anos 70 – e na época maldito para os roqueiros – foi mesmo o das discotecas. Na esteira do filme Os Embalos de Sábado à Noite surgiram as discotecas e a música passou a ter um só objetivo: fazer dançar. Village People, Donna Summer, Gloria Gaynor, Chic, Boney M. e Bee Gees foram alguns dos grandes nomes. E como a base do som das discotecas vinha de músicas de estúdio, as gravadoras lucravam. &lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;Enquanto na Inglaterra o movimento punk, das roupas de couro preto e dos cabelos quase raspados contestava, com violência, os valores da sociedade do país, nos EUA pop virou sinônimo de disco music. Feita para as pistas de dança das discotecas, a disco celebrava o amor e a alegria, utilizando-se da eletrônica com maior intensidade e por vezes até ousando.&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;em&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;em&gt;[...] A verdade é que os roqueiros odiavam e os “músicos sérios” torciam o nariz para a &lt;/em&gt;disco&lt;em&gt; &lt;/em&gt;music&lt;em&gt;, mas o fato é que ela foi em frente e teve grande influência sobre a música pop dos anos 70, a ponto de se tornar parte da cultura de massa [...].&lt;/em&gt; &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;em&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;em&gt;Mesmo com as eventuais críticas negativas, a disco conseguiu fazer a cabeça até dos "músicos sérios". Exemplos não faltam: David Bowie e seu&lt;/em&gt; Station To Station&lt;em&gt;, de 1976 (com &lt;/em&gt;Golden Years&lt;em&gt;), Rod Stewart e seu álbum de 1978,&lt;/em&gt; Blondes Have More Fun&lt;em&gt;, com o hit &lt;/em&gt;Da Ya Think I'm Sexy?&lt;em&gt; (inspirado em Jorge Benjor!) e até o&lt;/em&gt; Blondie com Parallel Lines &lt;em&gt;(que originou seu maior sucesso,&lt;/em&gt; Heart Of Glass&lt;em&gt;), também de 1978.&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;Bem, citei &lt;em&gt;The Last Days of Disco&lt;/em&gt; e falei tudo isso para mostrar que não, não é pecado gostar do som &lt;em&gt;discothèque&lt;/em&gt;. E há muita coisa boa sim, nem tudo foi lixo. É um erro tentar achar uma justificativa para o movimento disco. Não há causas políticas, nem revolucionárias, nem sociais e nem humanitárias. É puro hedonismo mesmo. Diversão descompromissada e nem por isso menos divertida. A fala do filme que coloquei aqui expressa muito bem isso. Portanto não se acanhem. Costumo dizer que Travolta é um estado de espírito. E espírito não tem data nem idade. Dance, dance, dance!&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8820602537982176322-6456414549695683180?l=danielcouri.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://danielcouri.blogspot.com/feeds/6456414549695683180/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8820602537982176322&amp;postID=6456414549695683180' title='3 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8820602537982176322/posts/default/6456414549695683180'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8820602537982176322/posts/default/6456414549695683180'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://danielcouri.blogspot.com/2010/01/last-days-of-disco.html' title='The Last Days of Disco'/><author><name>Daniel Couri</name><uri>http://www.blogger.com/profile/06840073946798204108</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/-rA_WPmgchDU/TvvF_HIsolI/AAAAAAAAAcM/-ymBHNcmGQw/s220/msn1.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/_995wn7UT2Y8/S2HlHlFML8I/AAAAAAAAAIk/n2KXluuwKAY/s72-c/disco.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>3</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8820602537982176322.post-6740312745468930599</id><published>2010-01-27T06:13:00.000-08:00</published><updated>2010-01-27T06:50:55.108-08:00</updated><title type='text'>Abra suas asas, solte suas feras...</title><content type='html'>&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_995wn7UT2Y8/S2BSdADWOTI/AAAAAAAAAIU/mNfyjWDNBgU/s1600-h/0,,15049799-EXH,00.jpg"&gt;&lt;img style="TEXT-ALIGN: center; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 320px; DISPLAY: block; HEIGHT: 240px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5431431808792541490" border="0" alt="" src="http://1.bp.blogspot.com/_995wn7UT2Y8/S2BSdADWOTI/AAAAAAAAAIU/mNfyjWDNBgU/s320/0,,15049799-EXH,00.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;Há exatos 31 anos ia ao ar o último capítulo de um dos maiores fenômenos da teledramaturgia brasileira: &lt;em&gt;Dancin' Days&lt;/em&gt;. Em 27 de janeiro de 1979 o Brasil parou para acompanhar o fim da trama de Gilberto Braga, que havia hipnotizado o país nos últimos seis meses. Escrita por Gilberto Braga e dirigida por Daniel Filho, entre outros, a novela foi o berço de vários astros e estrelas que definiriam a próxima década. A trama era bem simples (mais uma prova de que de para uma novela fazer sucesso não são necessários enredos mirabolantes nem complexos): acusada de atropelar e matar um guarda noturno, Júlia Mattos (vivida por Sônia Braga) é condenada a 22 anos de prisão. Após cumprir metade da pena, consegue liberdade condicional. Júlia tenta a duras penas reconstruir uma vida normal e se livrar do estigma de ex-presidiária. Seu maior desafio é reconquistar o amor da filha Marisa (Glória Pires). A menina foi criada pela irmã de Júlia, Yolanda Pratini (Joana Fomm) e seu marido Horácio (José Lewgoy), um casal conhecido da alta sociedade carioca. Mas Yolanda, com medo de perder a sobrinha, dificulta a aproximação entre mãe e filha. A rivalidade entre as duas irmãs é o tema entral da trama. E também o conturbado romance entre Júlia e Cacá (Antônio Fagundes).&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;Lídia Brondi, Lauro Corona e Glória Pires - ainda bem jovenzinhos - foram alçados à categoria de estrelas da nova geração. Sônia Braga ditou oda om suas calças de cetim estil boxeador e meias soquetes de lurex com sandálias salto agulha. Nem é preciso dizer que a novela virou coqueluche no Brasil, espalhando de vez a moda das discotecas por aqui.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;Com &lt;em&gt;Dancin' Days&lt;/em&gt; Gilberto Braga se consagrou como autor de novelas das oito e inauguru seu estilo dramatúrgico, marcado pela crônica de costumes e pela discussão dos valores da classe média e das elites urbanas. &lt;em&gt;Dancin' Days&lt;/em&gt; mereceu até mesmo uma reportagem na revista norte-americana Newsweek, em novembro de 1978, destacando a influência que exercia sobre os hábitos de consumo do público. O tema de abertura, das Frenéticas, é &lt;em&gt;hit&lt;/em&gt; obrigatório das festas até hoje.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8820602537982176322-6740312745468930599?l=danielcouri.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://danielcouri.blogspot.com/feeds/6740312745468930599/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8820602537982176322&amp;postID=6740312745468930599' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8820602537982176322/posts/default/6740312745468930599'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8820602537982176322/posts/default/6740312745468930599'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://danielcouri.blogspot.com/2010/01/abra-suas-asas-solte-suas-feras.html' title='Abra suas asas, solte suas feras...'/><author><name>Daniel Couri</name><uri>http://www.blogger.com/profile/06840073946798204108</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/-rA_WPmgchDU/TvvF_HIsolI/AAAAAAAAAcM/-ymBHNcmGQw/s220/msn1.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/_995wn7UT2Y8/S2BSdADWOTI/AAAAAAAAAIU/mNfyjWDNBgU/s72-c/0,,15049799-EXH,00.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8820602537982176322.post-4146223860841036350</id><published>2010-01-25T06:25:00.000-08:00</published><updated>2010-01-25T11:51:33.141-08:00</updated><title type='text'>Síndrome de Estocolmo</title><content type='html'>&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_995wn7UT2Y8/S12rdUmUyMI/AAAAAAAAAIE/9UBSbNeKwSk/s1600-h/peter-bjorn-and-john-young-folks.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5430685245912697026" style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; WIDTH: 320px; CURSOR: hand; HEIGHT: 240px" alt="" src="http://1.bp.blogspot.com/_995wn7UT2Y8/S12rdUmUyMI/AAAAAAAAAIE/9UBSbNeKwSk/s320/peter-bjorn-and-john-young-folks.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;Quando o ABBA venceu o Eurovision Song Contest em Brighton, Inglaterra, em 1974, a música pop sueca não passava de uma exótica forasteira. Naquela época ninguém poderia sequer sonhar que três décadas mais tarde haveria uma boite dedicada à música sueca em Brighton, com o nome de &lt;em&gt;Sweden Made Me&lt;/em&gt; (algo como “A Suécia me fez” ou “A Suécia fez minha cabeça”). Na década de 1990 a música sueca ficou tão internacionalizada que muitos nem mais se preocupavam em reﬂetir sobre suas origens.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não só é difícil crer que artistas como The Cardigans sejam suecos, como também muitos compositores e produtores suecos haviam começado a trabalhar com artistas estrangeiros. Por meio do produtor Max Martin (Martin Sandberg) e seus colegas, mais sucessos foram gravados em Estocolmo no ﬁnal dos anos 90 do que em qualquer outra cidade do mundo. A Suécia surgiu de repente como o terceiro mais importante produtor de música popular depois dos Estados Unidos e da Inglaterra. E o ABBA certamente abriu caminho para isso. Sucessos globais de Britney Spears, Backstreet Boys, N’Sync e muitos outros foram escritos e gravados na Suécia, embora a maioria dos consumidores de música pop ignorem esse fato.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em um artigo sobre a música sueca no jornal &lt;em&gt;The Guardian&lt;/em&gt;, de setembro de 2006, o fundador da boite, Rob Sinden, explicou por que resolveu abrir o Sweden Made Me. “Mais por causa do som desses discos do que pela língua em si”, afirmou. “É música caseira, feita no quarto. Existe toda essa coisa do ‘faça você mesmo’. Mas feito com orgulho, com satisfação verdadeira, que atrai os fãs ingleses de música indie.”&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Brighton não é a única cidade da Inglaterra onde uma boite de música sueca foi aberta. Em Londres existe a Tack! Tack! Tack! e em Glasgow há outra, chamada &lt;em&gt;Sounds of Swden&lt;/em&gt; (“Sons da Suécia”), só para dar alguns exemplos. Enquanto a cena sueca do ‘faça você mesmo’ – com artistas gravando em casa – cresceu, Estocolmo ficou famosa no século 21 por ser reconhecidamente uma fábrica de sucessos dançantes da música pop, altamente tecnológica, similar ao que foi Detroit nos anos 60. Madonna e várias outras estrelas do mundo da música foram para a Suécia gravar canções de sucesso, compostas e produzidas por suecos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Hoje a música sueca está tão espalhada pelo mundo quanto os móveis da Ikea ou as roupas da H&amp;amp;M. E desde que o MySpace revolucionou a cena musical virtual, o reduzido tamanho da Suécia e sua localização geográfica deixaram de ser vistos como desvantagem. Todos viraram vizinhos. A série de TV &lt;em&gt;The OC – Um estranho no paraíso&lt;/em&gt;, gravada na Califórnia, já usou mais de uma dúzia de músicas suecas como trilha sonora – o que revela quão internacionalizada a música sueca se tornou. &lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8820602537982176322-4146223860841036350?l=danielcouri.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://danielcouri.blogspot.com/feeds/4146223860841036350/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8820602537982176322&amp;postID=4146223860841036350' title='3 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8820602537982176322/posts/default/4146223860841036350'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8820602537982176322/posts/default/4146223860841036350'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://danielcouri.blogspot.com/2010/01/sindrome-de-estocolmo.html' title='Síndrome de Estocolmo'/><author><name>Daniel Couri</name><uri>http://www.blogger.com/profile/06840073946798204108</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/-rA_WPmgchDU/TvvF_HIsolI/AAAAAAAAAcM/-ymBHNcmGQw/s220/msn1.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/_995wn7UT2Y8/S12rdUmUyMI/AAAAAAAAAIE/9UBSbNeKwSk/s72-c/peter-bjorn-and-john-young-folks.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>3</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8820602537982176322.post-1518088246378007282</id><published>2010-01-23T02:27:00.000-08:00</published><updated>2010-01-24T02:40:08.141-08:00</updated><title type='text'>SBT e seu pacote de filmes nos anos 80</title><content type='html'>&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_995wn7UT2Y8/S1rkOQhOf6I/AAAAAAAAAH8/OX79J_v2oh8/s1600-h/sbt_80s.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5429903234352185250" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 234px; CURSOR: hand; HEIGHT: 320px; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://4.bp.blogspot.com/_995wn7UT2Y8/S1rkOQhOf6I/AAAAAAAAAH8/OX79J_v2oh8/s320/sbt_80s.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;Filme antigo é um tema mais que recorrente neste blog. Acho inevitável essa nostalgia. Quando me lembro dos filmes que eram exibidos na TV durante minha infância na década de 1980, sinto imensa saudade e lamento que os filmes que a TV exibe atualmente sejam tão idiotas e sem graça. Minha nossa, o que era o Cinema em Casa do SBT (naquele tempo, ainda TVS)? Silvio Santos tinha meia dúzia de filmes que reprisava incessantemente. À noite os filmes eram exibidos depois do Programa da Hebe, da Praça é Nossa ou do Viva a Noite (do Gugu). Quem era criança nos anos 80 seguramente se lembra de assistir no SBT, praticamente todo mês, "Bem Vindo ao Lar Bobby", "Um Lobisomen Americano em Londres", "O Exorcista", "Férias do Barulho", "O Segredo de Kate", "A Coisa" e alguns outros. A Globo também tinha suas pequenas obras-primas, mas como o SBT reprisava demais os filmes, é impossível ter passado por aquela década sem ter visto esses filmes. (Deixarei a Sessão da Tarde, da Globo, para um outro &lt;em&gt;post&lt;/em&gt;). Então, para os órfãos do Cinema em Casa do SBT, farei uma lista com uma pequena descrição de cada um. Vale lembrar que é quase impossível conseguir a maioria desses filmes em DVD aqui no Brasil. Muitos deles eram produções baratas, feitas para a TV americana. Alguns não chegaram a ser lançados nem em vídeo. Mas é claro, com a Internet e o Google hoje em dia, pode-se baixar praticamente qualquer coisa. Se alguém tem esses filmes ou sabe como obtê-los, me avise &lt;em&gt;please&lt;/em&gt;.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;O Segredo de Kate&lt;/strong&gt; (&lt;em&gt;Kate's Secret&lt;/em&gt;, 1986): Este drama feito para a TV americana marcou época. A personagem-título (vivida pela rainha dos TV movies, Meredith Baxter) é uma bela dona de casa casada com um bem-sucedido advogado. Ela tem o que se poderia chamar de uma "vida perfeita", mas esconde sua bulimia e sua compulsão pela prática de exercícios físicos. Várias cenas marcantes, entre elas as cenas em que Kate entra no supermercado, come diversos produtos e depois sai para vomitar. (Bons tempos quando os superm ercados não tinham vigilância e nem os produtos tinham código de barras! Kate atacava as guloseimas e comia horrores). &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Bem Vindo ao Lar, Bobby&lt;/strong&gt; (&lt;em&gt;Welcome Home, Bobby&lt;/em&gt;, 1986): Mais um polêmico filme feito para a TV. O universitário Bobby é preso em uma área gay, com drogas, e é preso. As investigações revelam que ele manteve relações com um homem mais velho. Daí em diante sua vida vira um inferno, pois os colegas de faculdade passam a hostilizá-lo e querem sua expulsão, causando constrangimento à sua família. Apesar de sentir o "amor que não ousa dizer seu nome", Bobby é um ótimo estudante e apesar de ser rejeitado pelo pai severo, conta com o apoio da mãe, que luta para reintegrá-lo à vida social.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;Um Lobisomem Americano em Londres&lt;/strong&gt; (&lt;em&gt;An American Werewolf in London&lt;/em&gt;, 1981): Este já adquiriu o status de cult hoje em dia. Dois estudantes americanos são atacados por um lobisomem durante uma viagem a Londres. Um morre, e o outro (vivido pela então promessa de jovem galã americano David Naughton) recebe a maldição da fera. Efeitos especiais muito bons para a época. Deixava qualquer criancinha de cabelo em pé.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;A Coisa&lt;/strong&gt; (&lt;em&gt;The Stuff&lt;/em&gt;, 1985): Clássico absoluto da fase inicial do SBT, repetido à exaustão. Não há quem não tenha visto. Uma substância branca e gosmenta é encontrada nos cafundós dos EUA. Parecida com um iogurte, ou um sorvete, ou marshmallow e ainda por cima com um sabor delicioso e atrativo, a substância vira febre mundial e passa a ser vendida nos supermercados como uma sobremesa de luxo, com muita divulgação. Um espião industrial é contratado para descobrir qual a fórmula da substância misteriosa. E quando finalmente consegue, choque: a substância emana da terra, faz com que todo mundo que a coma seja devorado ou transformado em zumbi. Argh! Efeitos especiais (?) canhestros, mais para o humor negro do que para o terror. Imperdível.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;Fuga de Nova York&lt;/strong&gt; (&lt;em&gt;Escape from New York&lt;/em&gt;, 1981): Ficção científica com Kurt Russell. A história se passa em 1997, em Nova York. A cidade se tornou uma prisão de segurança máxima, onde estão os piores criminosos. Fugir é impossível e entrar é loucura, mas quando o avião do Presidente cai em Manhattan, um condenado e ex-herói de guerra (Kurt Russell) fica incumbido de resgatá-lo. Em troca é oferecida a ele a liberdade. Quanta imaginação! Já estamos em 2010 e Nova York ainda não se parece nem de longe com a cidade do filme. &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;Turf Turf, o Rebelde&lt;/strong&gt; (&lt;em&gt;Turf Turf&lt;/em&gt;, 1985): Esse é do tempo em que James Spader não passava de um jovem galã iniciante. Prestes a terminar o terceiro ano do segundo grau, seu personagem se vê obrigado a mudar de estilo de vida e passa a freqüentar os subúrbios da cidade onde vive, ao invés do clube de garotos ricos. Ele já tem um histórico de problemas e é conhecido por seu temperamento esquentado. Na nova escola, ele acaba se envolvendo com a namorada do líder da gangue. Visto hoje tudo parece tão ingênuo! Mas na época até que causava um efeito. Detalhe: Robert Downey Jr., que também está no filme, ainda era um completo desconhecido.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;Juventude Perdida&lt;/strong&gt; (&lt;em&gt;The New Kids&lt;/em&gt;, 1984): Do mesmo diretor de &lt;em&gt;Sexta-Feira 13&lt;/em&gt;. Após a morte dos pais em um acidente de carro, uma bela adolescente e seu irmão são obrigados a viver na casa de parentes distantes no interior da Flórida. Quem não gosta nada dos novos moradores é o líder de uma gangue de jovens delinqüentes que, ao ser rejeitado, resolve transformar a vida do casal de irmãos em um verdadeiro inferno. Haja originalidade...&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;Angel&lt;/strong&gt; (&lt;em&gt;Angel&lt;/em&gt;, 1984): A adolescente Molly, de 15 anos, é a melhor aluna de sua classe. Mas o que ninguém nem desconfia é de como a garota-exemplo do colégio ganha seu dinheiro: como prostituta à noite, sob o nome de "Angel". A aparentemente perfeita organização de sua vida dupla se desfaz quando duas de suas 'colegas' de trabalho são mortas por um &lt;em&gt;serial killer&lt;/em&gt;. Angel é a única testemunha e se torna alvo do maníaco. "Aluna de honra durante o dia, prostituta de Hollywood durante a noite". Não há amante de filmes de segunda que resista a este. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Férias do Barulho&lt;/strong&gt; (&lt;em&gt;Private Resort&lt;/em&gt;, 1985): Outro clássico indefectível do SBT. O até então desconhecido garoto Johnny Depp vive um adolescente que vai passar alguns dias num resort com seu amigo. O que eles querem é sexo e garotas (a tônica das comédias jovens dos anos 80) e para conseguir, se metem em confusões e baixarias. E a bagunça aumenta quando cruzam com um ladrão de jóias que está no mesmo hotel, e que se veste de mulher para fugir da polícia enquanto rouba hóspedes. Recheado de cenas de seminudez. É uma espécie de "pornochanchada americana", só que com roteiro. &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;A Incrível Mulher Que Encolheu&lt;/strong&gt; (&lt;em&gt;The Incredible Shrinking Woman&lt;/em&gt;, 1981): "Ela começou a encolher por não ser notada por ninguém? Ela começou a encolher porque seu papel de dona de casa era inferiorizante?" Um dos meus favoritos! Lily Tomlin vive uma dona de casa americana que começa a ser afetada por produtos de limpeza, de cozinha e cosméticos. Ela vai encolhendo gradativamente até ficar menor que uma boneca. O marido, executivo de uma agência de publicidade, tem boa parte da culpa no encolhimento da mulher. O filme é uma espécie de remake de um clássico dos filmes B dos anos 50, &lt;em&gt;O Incrível Homem que Encolheu&lt;/em&gt;. Mas não funcionou. A crítica caiu matando, claro. Mas foi um dos que mais curti na infância (em parte por adorar Lily Tomlin).&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8820602537982176322-1518088246378007282?l=danielcouri.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://danielcouri.blogspot.com/feeds/1518088246378007282/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8820602537982176322&amp;postID=1518088246378007282' title='12 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8820602537982176322/posts/default/1518088246378007282'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8820602537982176322/posts/default/1518088246378007282'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://danielcouri.blogspot.com/2010/01/sbt-e-seu-pacote-de-filmes-nos-anos-80.html' title='SBT e seu pacote de filmes nos anos 80'/><author><name>Daniel Couri</name><uri>http://www.blogger.com/profile/06840073946798204108</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/-rA_WPmgchDU/TvvF_HIsolI/AAAAAAAAAcM/-ymBHNcmGQw/s220/msn1.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/_995wn7UT2Y8/S1rkOQhOf6I/AAAAAAAAAH8/OX79J_v2oh8/s72-c/sbt_80s.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>12</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8820602537982176322.post-6618599824135531079</id><published>2010-01-19T11:07:00.000-08:00</published><updated>2010-01-19T11:37:38.925-08:00</updated><title type='text'>Big Brother Brasil parte 10 - A (eterna) missão</title><content type='html'>&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_995wn7UT2Y8/S1YJJ4jEN3I/AAAAAAAAAH0/Usr4wbDypdQ/s1600-h/robozinhos-do-big-brother-brasil-0edec.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5428536466244646770" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 320px; CURSOR: hand; HEIGHT: 240px; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://4.bp.blogspot.com/_995wn7UT2Y8/S1YJJ4jEN3I/AAAAAAAAAH0/Usr4wbDypdQ/s320/robozinhos-do-big-brother-brasil-0edec.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;Longe de mim condenar os inúmeros fãs do Big Brother Brasil, até porque nas duas ou três primeiras edições eu estava entre eles - aqueles que votavam, vibravam, assistiam. Mas tomei uma birra danada, como se diz. Hoje não tenho a menor paciência, acho de uma chatice sem tamanho. É a repetição da repetição, tudo previsível demais, os mesmos estereótipos, os mesmos clichês, os mesmos corpinhos sarados prontos para pularem direto para as capas da &lt;em&gt;Sexy&lt;/em&gt;, da &lt;em&gt;G Magazine&lt;/em&gt; ou da &lt;em&gt;Playboy&lt;/em&gt;. E depois desaparecem para todo o sempre, que é o destino de 99% dos big brothers. Como a tortura já recomeçou, tenho que aturar diariamente na TV e na Internet, sem parar, os flashes, comentários, especulações e atualizações sobre o programa. É quase impossível não saber o que se passa no BBB, mesmo que você não assista, como é o meu caso. Mas fãs do programa, não me joguem na fogueira. Só estou expressando meu tédio diante de tanta repetição. Cada um sabe a alegria e a dor de ser o que é... Lembrei-me de uma crônica do Manoel Carlos publicada em seu livro &lt;em&gt;A arte de reviver&lt;/em&gt;, da Ediouro, lançado em 2006. Transcrevo aqui uma pequena parte que traduz bem o que sinto:&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Já bem tarde, alguém ligou a TV e entraram as imagens do programa &lt;em&gt;Big Brother Brasil&lt;/em&gt;. Camilo perguntou sem ironia:&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;- Esse programa ainda existe?&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;- Claro! Tem uma audiência enorme - informou alguém.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;- O brasileiro, antes de ser um cidadão, um nome, uma personalidade, é um telespectador - definiu Camilo.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;O Chico emendou:&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;- Até hoje não entendi direito o que toda essa gente ganha estando aí, como num aquário. Alguém sai com um milhão de reais, tudo bem, mas e os outros?&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;- Tenho uma amiga que está dura, cheia de problemas, devendo dois mesesde aluguel, e no entanto para para assistir o &lt;em&gt;BBB&lt;/em&gt; a noite toda, através da TV - comentou Marisa, até então calada.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;Camilo foi definitivo:&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;- As pessoas não aspiram mais a um trabalho, mas a uma projeção. Não querem ser respeitadas, mas invejadas. Não buscam o aplauso, mas o oba-oba! É a celebração da mediocridade. Acho que gente assim precisa de atendimento. &lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8820602537982176322-6618599824135531079?l=danielcouri.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://danielcouri.blogspot.com/feeds/6618599824135531079/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8820602537982176322&amp;postID=6618599824135531079' title='6 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8820602537982176322/posts/default/6618599824135531079'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8820602537982176322/posts/default/6618599824135531079'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://danielcouri.blogspot.com/2010/01/big-brother-brasil-parte-10-eterna.html' title='Big Brother Brasil parte 10 - A (eterna) missão'/><author><name>Daniel Couri</name><uri>http://www.blogger.com/profile/06840073946798204108</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/-rA_WPmgchDU/TvvF_HIsolI/AAAAAAAAAcM/-ymBHNcmGQw/s220/msn1.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/_995wn7UT2Y8/S1YJJ4jEN3I/AAAAAAAAAH0/Usr4wbDypdQ/s72-c/robozinhos-do-big-brother-brasil-0edec.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>6</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8820602537982176322.post-1713384276695944246</id><published>2010-01-18T09:21:00.000-08:00</published><updated>2010-01-18T09:44:45.878-08:00</updated><title type='text'>Happy new (?) year</title><content type='html'>&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_995wn7UT2Y8/S1SdVLDeYvI/AAAAAAAAAHo/iuOqnUWtkAE/s1600-h/receita-de-ano-novo.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5428136437958468338" style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; WIDTH: 286px; CURSOR: hand; HEIGHT: 320px" alt="" src="http://1.bp.blogspot.com/_995wn7UT2Y8/S1SdVLDeYvI/AAAAAAAAAHo/iuOqnUWtkAE/s320/receita-de-ano-novo.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;Olá a todos os meus leitores (hello! tem alguém aí? alguma vez &lt;em&gt;houve&lt;/em&gt; alguém aí?). Pois muito que bem, eu estou de volta com meu humilde blog, há tanto tempo empoeirando. Apesar de achar meio pretensioso usar o próprio nome para batizar um blog. A menos que você seja Bill Gates, Barak Obama ou Gisele Bündchen. Mas no meu caso foi simples falta de imaginação mesmo. O que importa é que voltarei com meus &lt;em&gt;posts&lt;/em&gt;. Às vezes tratando de assuntos sérios e temas sensíveis, outras apenas tratando das boas e velhas frivolidades e superficialidades. (E como disse Oscar Wilde, "nada mais essencial que o supérfluo").&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;E para não dizer que não desejei feliz ano, aqui vai um poeminha de Carlos Drummond de Andrade para saudar 2010 (embora tenha sido publicado no Jornal do Brasil em 22 de dezembro de 1979):&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;A Máquina do Tempo&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;Se a máquina do tempo nos tritura,&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;ao mesmo tempo cria imagens novas.&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;Renascemos em cada criatura&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;que nos traz do Infinito as boas novas.&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8820602537982176322-1713384276695944246?l=danielcouri.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://danielcouri.blogspot.com/feeds/1713384276695944246/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8820602537982176322&amp;postID=1713384276695944246' title='4 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8820602537982176322/posts/default/1713384276695944246'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8820602537982176322/posts/default/1713384276695944246'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://danielcouri.blogspot.com/2010/01/happy-new-year.html' title='Happy new (?) year'/><author><name>Daniel Couri</name><uri>http://www.blogger.com/profile/06840073946798204108</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/-rA_WPmgchDU/TvvF_HIsolI/AAAAAAAAAcM/-ymBHNcmGQw/s220/msn1.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/_995wn7UT2Y8/S1SdVLDeYvI/AAAAAAAAAHo/iuOqnUWtkAE/s72-c/receita-de-ano-novo.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>4</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8820602537982176322.post-3400406131569439619</id><published>2009-12-11T13:53:00.000-08:00</published><updated>2009-12-11T14:03:56.671-08:00</updated><title type='text'>Poema de Natal</title><content type='html'>&lt;div align="center"&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_995wn7UT2Y8/SyLBMawF0sI/AAAAAAAAAHU/7iLWu-RGF4s/s1600-h/christmas-candles.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5414102121136378562" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 320px; CURSOR: hand; HEIGHT: 240px; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://3.bp.blogspot.com/_995wn7UT2Y8/SyLBMawF0sI/AAAAAAAAAHU/7iLWu-RGF4s/s320/christmas-candles.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;strong&gt;Poema de Natal&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;Vinicius de Moraes&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;br /&gt;Para isso fomos feitos:&lt;br /&gt;Para lembrar e ser lembrados&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;Para chorar e fazer chorar&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;Para enterrar os nossos mortos —&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;Por isso temos braços longos para os adeuses&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;Mãos para colher o que foi dado&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;Dedos para cavar a terra.&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;Assim será nossa vida:&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;Uma tarde sempre a esquecer&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;Uma estrela a se apagar na treva&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;Um caminho entre dois túmulos —&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;Por isso precisamos velar&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;Falar baixo, pisar leve, ver&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;A noite dormir em silêncio.&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;Não há muito o que dizer:&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;Uma canção sobre um berço&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;Um verso, talvez de amor&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;Uma prece por quem se vai —&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;Mas que essa hora não esqueça&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;E por ela os nossos corações&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;Se deixem, graves e simples.&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;Pois para isso fomos feitos:&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;Para a esperança no milagre&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;Para a participação da poesia&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;Para ver a face da morte —&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;De repente nunca mais esperaremos...&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;Hoje a noite é jovem; da morte, apenas&lt;br /&gt;Nascemos, imensamente.&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8820602537982176322-3400406131569439619?l=danielcouri.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://danielcouri.blogspot.com/feeds/3400406131569439619/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8820602537982176322&amp;postID=3400406131569439619' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8820602537982176322/posts/default/3400406131569439619'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8820602537982176322/posts/default/3400406131569439619'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://danielcouri.blogspot.com/2009/12/poema-de-natal.html' title='Poema de Natal'/><author><name>Daniel Couri</name><uri>http://www.blogger.com/profile/06840073946798204108</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/-rA_WPmgchDU/TvvF_HIsolI/AAAAAAAAAcM/-ymBHNcmGQw/s220/msn1.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/_995wn7UT2Y8/SyLBMawF0sI/AAAAAAAAAHU/7iLWu-RGF4s/s72-c/christmas-candles.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8820602537982176322.post-8425321019712878169</id><published>2009-09-19T06:53:00.000-07:00</published><updated>2009-09-19T07:04:10.872-07:00</updated><title type='text'>O vinil nosso de cada dia</title><content type='html'>&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_995wn7UT2Y8/SrTkuRz_gBI/AAAAAAAAAHM/Wi1-0al7p3k/s1600-h/lp.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5383178938321174546" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 320px; CURSOR: hand; HEIGHT: 262px; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://3.bp.blogspot.com/_995wn7UT2Y8/SrTkuRz_gBI/AAAAAAAAAHM/Wi1-0al7p3k/s320/lp.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;Alguém aí perguntou "que vinil"? Estou falando do disco de vinil mesmo, aquele bolachão preto também conhecido por &lt;em&gt;long-play&lt;/em&gt;, ou LP, o bom e velho LP do povo. Ele escapou da morte anunciada e completou 60 anos em novembro de 2008. Ah, por quê decretar o fim do disco de vinil? Ceifaram-lhe a vida antes mesmo de entrar na menopausa. Mas esse tom melodramático adotado por mim não precisa ser levado mais adiante, já que o vinil parece estar ressurgindo das cinzas, talvez um pouco mais timidamente que a Fênix... Mas agora já é fato: o vinil voltou com tudo mesmo. Isto é, aqui no Brasil, pois na Europa ele nunca chegou a sair totalmente do mercado. Mas o número de apreciadores do vinil aumenta a cada dia por aqui, e não apenas entre os mais velhos como também entre os bem jovens. O disco de vinil tornou-se definitivamente algo cult e está em alta como há muito tempo não se via. Eu nunca abandonei meus long-plays e testemunhei o desprezo com que o vinil foi tratado nos últimos dez anos. Eu, ao contrário, nunca me defiz dos meus e nunca parei de comprá-los. Agora, quem diria, a mais nova moda é ouvir LP. Esse mundo dá voltas mesmo... Enquanto isso as vendas de CD continuam em declínio e as lojas desaparecendo.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Já os famosos "bolachões" não desapareceram, como muitos pensam. Só não estão estavam tão à vista como antes. Dado como morto pela indústria, banido das lojas (que pecado!) e há até pouco tempo apenas um traço nos índices de consumo musical, o vinil girou, girou e deu a volta por cima. Agora, prestes a completar 61 anos de vida, ele sobrevive nas prateleiras de colecionadores ao redor do mundo. Salvo da morte principalmente pelas mãos dos DJs, o vinil. Nada mal para um ícone musical de tempos passados que já estava se transformando em peça de museu. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;Nascido em novembro de 1948 (seu criador foi Peter Goldmark), o disco de vinil acompanhou praticamente todos os grandes momentos da música pop - o surgimento dos Beatles, o fogo de Jimi Hendrix, a poesia de Bob Dylan, a contracultura, o psicodelismo, o punk rock, a discothèque etc. Mas com a chegada do CD (&lt;em&gt;compact disc&lt;/em&gt;) nos anos 80, e sua posterior popularidade, ele foi sendo deixado de lado gradativamente. Para a indústria do disco, era assim que tinha que ser: o CD era mais prático, ocupava menos espaço, tinha uma excelente qualidade de reprodução, possibilitava um armazenamento maior de músicas e - a gota d'água - não arranhava! Num piscar de olhos, o vinil foi sendo empurrado para o canto das lojas e depois erradicado totalmente delas. Grandes cadeias, aqui e lá fora, simplesmente deixaram de comprar discos de vinil. Parecia o fim. Porém nem todas as pessoas se conformaram com essa morte anunciada. E foram os DJs e o público que os segue, os principais responsáveis pela salvação do vinil. (Não esqueçamos também os colecionadores de plantão e amantes do LP, como eu aqui). &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Colecionar compact discs? Parece piada quando comparado a colecionar LPs. Lavar o disco, admirar sua capa como se fosse um pôster, evitar riscos, cuidar da vitrola, arrumar a agulha da vitrola, acertar o pitch, trocar de lado... Isso é que é hobby de verdade. Mesmo com todos os benefícios que a era digital proporcionou e da inegável praticidade de manuseio e armazenamento, nem o CD e nem o iPod proporcionam ao ouvinte o gostoso ritual de audição de um LP - costuma ser longo demais para ser escutado de uma só vez e não inclui o intervalo da troca de lados. Mais: a "bolachona" nunca vai oxidar. Quando tratada com carinho, vira um documento para o dono. "O vinil é uma coisa real" - disse o DJ Marky Mark - "Você pega, sente, tem contato direto. É como uma mulher".&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8820602537982176322-8425321019712878169?l=danielcouri.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://danielcouri.blogspot.com/feeds/8425321019712878169/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8820602537982176322&amp;postID=8425321019712878169' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8820602537982176322/posts/default/8425321019712878169'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8820602537982176322/posts/default/8425321019712878169'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://danielcouri.blogspot.com/2009/09/o-vinil-nosso-de-cada-dia.html' title='O vinil nosso de cada dia'/><author><name>Daniel Couri</name><uri>http://www.blogger.com/profile/06840073946798204108</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/-rA_WPmgchDU/TvvF_HIsolI/AAAAAAAAAcM/-ymBHNcmGQw/s220/msn1.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/_995wn7UT2Y8/SrTkuRz_gBI/AAAAAAAAAHM/Wi1-0al7p3k/s72-c/lp.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8820602537982176322.post-4360045323201323308</id><published>2009-09-16T05:59:00.000-07:00</published><updated>2009-09-16T06:07:23.206-07:00</updated><title type='text'>Travolta é Travolta. E pronto.</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_995wn7UT2Y8/SrDh6BjTJzI/AAAAAAAAAG8/9XXNqWveWJ8/s1600-h/Joh20Travolta.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5382049941672896306" style="FLOAT: right; MARGIN: 0px 0px 10px 10px; WIDTH: 249px; CURSOR: hand; HEIGHT: 320px" alt="" src="http://2.bp.blogspot.com/_995wn7UT2Y8/SrDh6BjTJzI/AAAAAAAAAG8/9XXNqWveWJ8/s320/Joh20Travolta.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt; Li na internet um absurdo: que Simon Cowell, jurado do programa &lt;em&gt;Britain's Got Talent&lt;/em&gt; (aquele que revelou Susan Boyle) quer fazer um &lt;em&gt;remake&lt;/em&gt; de &lt;em&gt;Saturday Nigth Fever&lt;/em&gt;. Se é verdade ou boato não sei, mas sou capaz de apostar que a idéia não vai pra frente. &lt;em&gt;Os Embalos de Sábado à Noite&lt;/em&gt; é o tipo de filme que não permite &lt;em&gt;remakes&lt;/em&gt;. É produto de uma época específica, singular, não faz o menor sentido refilmá-lo. Até porque o papel que foi de John Travolta seria de... Zac Efron! Por Deus, ele JAMAIS poderia ser Tony Manero. Travolta é único. Zac tem cara de emo, de ídolo teen, argh. Nem de longe convenceria como Tony Manero. Ele ficaria bem em um &lt;em&gt;remake&lt;/em&gt; de &lt;em&gt;Brüno&lt;/em&gt;! (risos) É cada uma que inventam...&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;E por falar em John Travolta, li também no mesmo site uma manchete patética: "Cada vez mais recluso, John Travolta aparece acima do peso em Miami". E abaixo dizia: "Ator de 55 anos foi visto comendo cheeseburguer e fritas em lanchonete". Achei tão idiota que não merecia nem comentar, mas como sou fã confesso de Travolta, não resisti. Puxa vida, o cara perdeu um filho recentemente, obviamente deve estar passando por um momento doloroso, triste. Que mal há em comer cheesburguer e batata frita? Ele é adulto (bem adulto por sinal), vacinado e não deve nada aos chatolinos politicamente corretos de plantão. É um ser humano, ora. Passando por uma depressão ou não, ele tem direito de comer &lt;em&gt;junk food&lt;/em&gt;. Acho revoltante o modo como a mídia (e a sociedade atual) trata os artistas e seus hábitos alimentares. Já não se pode mais fumar, nem beber e nem comer! Aonde vamos parar? Deixem Travolta em paz! E se querem um rapazinho sarado, depilado, delicado, que não beba e não fume e viva sob dieta alimentar rígida (provavelmnete à base de saladinhas e suquinhos naturais), fiquem com Zac Efron. Mas nada de tentar refazer &lt;em&gt;Saturday Night Fever&lt;/em&gt;.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5382050966514386930" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 301px; CURSOR: hand; HEIGHT: 320px; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://4.bp.blogspot.com/_995wn7UT2Y8/SrDi1rYjR_I/AAAAAAAAAHE/tdbrWBNNkMk/s320/0,,21394830-EXH,00.jpg" border="0" /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8820602537982176322-4360045323201323308?l=danielcouri.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://danielcouri.blogspot.com/feeds/4360045323201323308/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8820602537982176322&amp;postID=4360045323201323308' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8820602537982176322/posts/default/4360045323201323308'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8820602537982176322/posts/default/4360045323201323308'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://danielcouri.blogspot.com/2009/09/travolta-e-travolta-e-pronto.html' title='Travolta é Travolta. E pronto.'/><author><name>Daniel Couri</name><uri>http://www.blogger.com/profile/06840073946798204108</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/-rA_WPmgchDU/TvvF_HIsolI/AAAAAAAAAcM/-ymBHNcmGQw/s220/msn1.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/_995wn7UT2Y8/SrDh6BjTJzI/AAAAAAAAAG8/9XXNqWveWJ8/s72-c/Joh20Travolta.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8820602537982176322.post-485793473528376177</id><published>2009-09-15T07:23:00.000-07:00</published><updated>2009-09-15T07:29:53.357-07:00</updated><title type='text'>Vivendo a vida com Manoel Carlos</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_995wn7UT2Y8/Sq-kb8Nx_II/AAAAAAAAAG0/8Y9EG1wxPl4/s1600-h/viver.JPG"&gt;&lt;img style="MARGIN: 0px 0px 10px 10px; WIDTH: 255px; FLOAT: right; HEIGHT: 320px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5381700879658384514" border="0" alt="" src="http://2.bp.blogspot.com/_995wn7UT2Y8/Sq-kb8Nx_II/AAAAAAAAAG0/8Y9EG1wxPl4/s320/viver.JPG" /&gt;&lt;/a&gt;Só mesmo meu guru novelístico para me animar a publicar mais um post em meu blog, há tanto tempo abandonado. Não resisti. Ontem assisti a estréia de &lt;em&gt;Viver a Vida&lt;/em&gt;, nova novela das 8 de Manoel Carlos. E (pelo menos para o primeiro capítulo) o saldo não poderia ter sido mais positivo. Aliás, a trama promete ser tão boa quanto os sucessos anteriores de Maneco, exceto &lt;em&gt;Páginas da Vida&lt;/em&gt; (para mim a mais fraca de suas novelas). Apesar de termos pela primeira vez uma Helena jovem, parece que a história não vai deixar a desejar. O universo feminino que o autor tanto gosta de retratar está lá: há mulheres fortes, fracas, felizes, amargas, amadas, mal amadas, modernas, problemáticas, realizadas, enfim, toda a vasta gama que povoa as histórias de Maneco.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;As chamadas "crônicas do cotidiano" marcaram o estilo que consagrou Manoel Carlos nas três últimas décadas, com novelas que caíram facilmente no gosto do público e que tornaram seu trabalho indefectível na teledramaturgia nacional. Mas sou suspeito para falar, já que minha monografia de conclusão de curso foi justamente sobre... as telenovelas de Manoel Carlos! Suas tramas são revestidas de cotidianidade, compondo regras de comportamento, de parentesco, de afetos e desafetos, e organizando estas relações de uma forma que diz respeito ao sistema de sociabilidade de seu público. (Muitos acham "água-com-açúcar"). &lt;em&gt;Viver a Vida&lt;/em&gt; não foge à tradição. E como também é costume nas novelas de Maneco, há locações e paisagens belíssimas de Búzios e Rio de Janeiro, sem falar nos capítulos que ainda estão por vir, gravados em outros países.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8820602537982176322-485793473528376177?l=danielcouri.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://danielcouri.blogspot.com/feeds/485793473528376177/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8820602537982176322&amp;postID=485793473528376177' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8820602537982176322/posts/default/485793473528376177'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8820602537982176322/posts/default/485793473528376177'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://danielcouri.blogspot.com/2009/09/vivendo-vida-com-manoel-carlos.html' title='Vivendo a vida com Manoel Carlos'/><author><name>Daniel Couri</name><uri>http://www.blogger.com/profile/06840073946798204108</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/-rA_WPmgchDU/TvvF_HIsolI/AAAAAAAAAcM/-ymBHNcmGQw/s220/msn1.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/_995wn7UT2Y8/Sq-kb8Nx_II/AAAAAAAAAG0/8Y9EG1wxPl4/s72-c/viver.JPG' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8820602537982176322.post-8929330034902457935</id><published>2009-07-09T13:15:00.000-07:00</published><updated>2009-07-09T13:35:18.155-07:00</updated><title type='text'>O contador de histórias</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_995wn7UT2Y8/SlZUD4dJWaI/AAAAAAAAAGs/hvgNAP34RHQ/s1600-h/talesewriter.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5356561232474757538" style="FLOAT: right; MARGIN: 0px 0px 10px 10px; WIDTH: 214px; CURSOR: hand; HEIGHT: 320px" alt="" src="http://1.bp.blogspot.com/_995wn7UT2Y8/SlZUD4dJWaI/AAAAAAAAAGs/hvgNAP34RHQ/s320/talesewriter.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt; Lendo uma entrevista com Gay Talese publicada ontem, 07 de julho de 2009, no Correio Braziliense, não pude deixar de me identificar com as opiniões dele. E devo dizer que concordo em gênero, número e grau com elas. Para quem não sabe, Gay Talese, de 77 anos, é um dos grandes jornalistas e escritores norte-americanos e o maior nome do jornalismo literário nos Estados Unidos. Foi um dos criadores do Novo Jornalismo (&lt;em&gt;New Jornalism&lt;/em&gt;), movimento criado na década de 1960 que incorporava no jornalismo características de literatura (descrição de cenas, diálogos e ponto de vista dos personagens). Em tempos de analfabetismo funcional, precariedade no ensino, empobrecimento cultural e desvalorização de diplomas, vale a pena nós, jornalistas, fazermos uma reflexão sobre a profssão. Eu mesmo não me considero um jornalista completo. Longe disso! Mas de uma coisa nunca tive dúvida: adoro escrever. Foi só por isso que fiz faculdade de jornalismo. E embora seja um grande admirador de Gay Talese, discordo dele em parte, quando ele afirma que o diploma não é necessário em nossa profissão. Acho que o que ele quer dizer é que o talento é algo que está dentro da pessoa, tenha ela diploma ou não. Se uma pessoa escreve bem, tem o dom da palavra e está apta a escrever com alto grau de qualidade, ela pode e deve fazê-lo. Talese mesmo é um desses. Infelizmente o que fazem hoje em dia é tolher qualquer possibilidade de literatura no jornalismo. Não há espaço para se romancear nem detalhar nada. É tudo muito rápido e curto, tudo urgente, tudo para ontem. Argh! Por isso resolvi transcrever aqui trechos da entrevista com Talese concedida à jornalista Nahima Maciel:&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;A curiosidade foi o ingrediente fundamental para lançá-lo no mundo jornalístico?&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Eu tinha a paciência de estar com outras pessoas por muito tempo. Eu não estava sempre correndo para terminar algo, estava interessado em tomar tempo para entender as pessoas muito bem. Jornalistas estão sempre correndo e são impacientes com os outros. Jornalismo é motivado pelo furo. Acho isso ridículo. Para mim, o mais importante não é ser rápido, é ser correto, ser acurado. E também ser profundo e tentar entender bem o assunto sobre o qual você está escrevendo. Quando me formei, fui para Nova York e consegui o emprego no jornal como servente. No tempo livre, eu escrevia coisas e algumas entravam no jornal. Mais tarde, quando fui promovido a repórter, continuei. Andava por Nova York em busca dessas histórias que não eram grandes histórias, não estavam na primeira página, estavam lá no meio. Eram histórias de pessoas ordinárias que me contavam o que pensavam das coisas. Aos poucos, os artigos ficaram maiores, os desafios também e depois viraram livros, mas eram histórias sobre pessoas ordinárias. Sou um contador de histórias, e isso não é jornalismo nem literatura.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Seria este o futuro do jornalismo impresso, contar histórias que não estão nas primeiras páginas dos jornais e deixar para a internet as notícias?&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Acho que essas são as histórias mais importantes de serem contadas porque as notícias da primeira página estão na internet e na televisão. Os jornais estão 24 horas atrasados. Sempre. O jornalismo não deveria estar interessado no furo. O jornalismo deveria se interessar pela literatura da realidade. Acho que esse é o futuro do jornalismo, porque acidentes de aviões, alguém baleado ou a morte de uma pessoa importante vão estar na internet, tevê ou rádio 10 minutos depois de acontecer. As pessoas não precisam ler jornais para saber das notícias. É um erro chamar jornais de &lt;em&gt;newspapers&lt;/em&gt;, as notícias já estão velhas quando chegam aos jornais. O que é realmente interessante é a personalidade das pessoas que não parecem significativas, mas que refletem as notícias. Por exemplo, essa crise financeira. Há muitas histórias sobre como as pessoas estão sobrevivendo e os jornais deveriam escrever sobre elas. Na guerra do Afeganistão nada foi escrito sobre como as pessoas comuns vivem o talibã. O talibã controla as montanhas, invade o Paquistão, ok, mas ninguém escreve sobre como é ser um talibã. Tenho certeza de que é possível encontrar uma família talibã e escrever sobre como eles vêem o mundo. O problema é que os governos têm a postura de saber quem é o aliado, quem é o inimigo e não falar com o inimigo.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8820602537982176322-8929330034902457935?l=danielcouri.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://danielcouri.blogspot.com/feeds/8929330034902457935/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8820602537982176322&amp;postID=8929330034902457935' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8820602537982176322/posts/default/8929330034902457935'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8820602537982176322/posts/default/8929330034902457935'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://danielcouri.blogspot.com/2009/07/o-contador-de-historias.html' title='O contador de histórias'/><author><name>Daniel Couri</name><uri>http://www.blogger.com/profile/06840073946798204108</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/-rA_WPmgchDU/TvvF_HIsolI/AAAAAAAAAcM/-ymBHNcmGQw/s220/msn1.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/_995wn7UT2Y8/SlZUD4dJWaI/AAAAAAAAAGs/hvgNAP34RHQ/s72-c/talesewriter.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8820602537982176322.post-7203286424519775318</id><published>2009-07-01T10:34:00.000-07:00</published><updated>2009-07-01T10:48:21.046-07:00</updated><title type='text'>Morte em Veneza - Trecho</title><content type='html'>&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_995wn7UT2Y8/SkuhCk1MsZI/AAAAAAAAAFo/qXkHyIQ5xFM/s1600-h/Death_venice.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5353549647678583186" style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; WIDTH: 211px; CURSOR: hand; HEIGHT: 320px" alt="" src="http://4.bp.blogspot.com/_995wn7UT2Y8/SkuhCk1MsZI/AAAAAAAAAFo/qXkHyIQ5xFM/s320/Death_venice.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;“As observações e as experiências de um indivíduo solitário, calado, são ao mesmo tempo mais vagas e mais intensas do que as de uma pessoa gregária. Seus pensamentos são mais graves, mais esquisitos, e jamais falta neles um quê de tristeza. Imagens e impressões que facilmente poderiam ser ofuscadas por um olhar, uma risada, uma troca de opiniões, aprofundam-se pelo silêncio, assumindo importância e transformando-se em acontecimentos, aventuras, sensações. A solidão produz a originalidade, a beleza ousada e singular, o poema. Mas também será a fonte de tudo quanto for errado, desproporcionado, absurdo, ilícito.” &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="right"&gt;THOMAS MANN&lt;/div&gt;&lt;div align="right"&gt;&lt;em&gt;Morte em Veneza&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8820602537982176322-7203286424519775318?l=danielcouri.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://danielcouri.blogspot.com/feeds/7203286424519775318/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8820602537982176322&amp;postID=7203286424519775318' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8820602537982176322/posts/default/7203286424519775318'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8820602537982176322/posts/default/7203286424519775318'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://danielcouri.blogspot.com/2009/07/morte-em-veneza-trecho.html' title='Morte em Veneza - Trecho'/><author><name>Daniel Couri</name><uri>http://www.blogger.com/profile/06840073946798204108</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/-rA_WPmgchDU/TvvF_HIsolI/AAAAAAAAAcM/-ymBHNcmGQw/s220/msn1.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/_995wn7UT2Y8/SkuhCk1MsZI/AAAAAAAAAFo/qXkHyIQ5xFM/s72-c/Death_venice.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8820602537982176322.post-5027497906043872887</id><published>2009-06-26T14:53:00.000-07:00</published><updated>2009-06-26T15:21:57.510-07:00</updated><title type='text'>Michael Jackson: 1958-2009</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_995wn7UT2Y8/SkVDiGMpanI/AAAAAAAAAFg/8cWAfyxIGM4/s1600-h/mj.JPG"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5351757985257974386" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 320px; CURSOR: hand; HEIGHT: 114px; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://1.bp.blogspot.com/_995wn7UT2Y8/SkVDiGMpanI/AAAAAAAAAFg/8cWAfyxIGM4/s320/mj.JPG" border="0" /&gt;&lt;/a&gt; O blog está parecendo seção de obituário, cruzes! Ainda nem me recuperei do choque da morte de Farrah Fawcett e eis que outra bomba - de proporções descomunais - explode um dia depois: a morte do ícone Michael Jackson. Acredito que a sensação deve ter sido a mesma experimentada pelas pessoas quando John Lennon foi assassinado, em 1980. Ninguém acredita que ELE está morto, ele, Michael. Mas não vou esticar muito esse assunto porque corremos um sério risco de sofrer uma overdose de Michael Jackson na mídia.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;É estranho imaginar o mundo sem essas figuras que já fazem parte do imaginário coletivo há tanto tempo, que nos acompanham pela infância, adolescência, juventude, maturidade... Seja na TV, no rádio, nas revistas, jornais ou internet, já nos acostumamos com esses personagens do &lt;em&gt;showbizz&lt;/em&gt; que invadem nossas casas todos os dias. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Li um artigo bem interessante no Yahoo! que diz o seguinte: "É claro que o mundo inteiro está chocado com a morte de Michael Jackson. Mas é preciso ter um pouco de coragem para escrever o óbvio: todos choram pelo 'antigo' popstar, que gravou discos excepcionais, e não pela patética figura em que ele se transformou". O colunista Regis Tadeu não deixa de ter razão. Lamentamos sim, a perda do mito Michael, "cuja importância para o show business não pode sequer ser colocada em um patamar conhecido deste planeta", nas palavras do próprio Regis. A maneira como ele revolucionou a indústria dos videoclipes, por exemplo, é um feito inigualável. Sem falar na qualidade encontrada em vários de seus discos, como &lt;em&gt;Off the Wall&lt;/em&gt; (1979) e &lt;em&gt;Thriller&lt;/em&gt; (1983), por exemplo, este último seu trabalho mais famoso e o álbum mais vendido no mundo, de todos os tempos.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;É por esse Michael que o público chora e lamenta, não pela criatura no mínimo esquisita que ele se tornou na última década. Debaixo de atos tão excêntricos, malucos e alguns até repulsivos, escondia-se uma criança extremamente solitária e infeliz que se afundava cada vez mais em suas loucuras. Deixamos de levá-lo a sério nos últimos 15 anos, mas sua imagem dos tempos de glória pop e suas geniais canções imortais permanecerão pela eternidade nas diversas lembranças de nossa vida e nos acompanharão sempre. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Liza Minnelli, grande amiga de Michael, já profetizou tristemente: "Agora há muita especulação, e tenho certeza de que quando o resultado da autópsia chegar, todos vão cair em cima dele como o diabo. Os demônios vão vir à tona. Graças a Deus estamos celebrando-o agora". &lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8820602537982176322-5027497906043872887?l=danielcouri.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://danielcouri.blogspot.com/feeds/5027497906043872887/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8820602537982176322&amp;postID=5027497906043872887' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8820602537982176322/posts/default/5027497906043872887'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8820602537982176322/posts/default/5027497906043872887'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://danielcouri.blogspot.com/2009/06/michael-jackson-1958-2009.html' title='Michael Jackson: 1958-2009'/><author><name>Daniel Couri</name><uri>http://www.blogger.com/profile/06840073946798204108</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/-rA_WPmgchDU/TvvF_HIsolI/AAAAAAAAAcM/-ymBHNcmGQw/s220/msn1.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/_995wn7UT2Y8/SkVDiGMpanI/AAAAAAAAAFg/8cWAfyxIGM4/s72-c/mj.JPG' height='72' width='72'/><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8820602537982176322.post-2224215345768209965</id><published>2009-06-25T10:12:00.000-07:00</published><updated>2009-06-25T10:23:07.071-07:00</updated><title type='text'>A pantera recebe a extrema-unção</title><content type='html'>&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_995wn7UT2Y8/SkOwze_XI0I/AAAAAAAAAFY/VvceRctFYI8/s1600-h/farrah-fawcett.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5351315180784919362" style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; WIDTH: 230px; CURSOR: hand; HEIGHT: 320px" alt="" src="http://2.bp.blogspot.com/_995wn7UT2Y8/SkOwze_XI0I/AAAAAAAAAFY/VvceRctFYI8/s320/farrah-fawcett.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;Foi com imensa tristeza que fiquei sabendo dessa notícia hoje pela internet. Farrah Fawcett, a mais famosa das panteras do seriado de TV dos anos 70 "As Panteras" (&lt;em&gt;Charlie's Angels&lt;/em&gt;) foi internada no começo desta semana e transferida para uma Unidade de Tratamento Intensivo por causa do agravamento de seu quadro clínico, segundo os jornais de Los Angeles. Farrah faleceu hoje, aos 62 anos. Ela sofria de câncer anal.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Considerada uma das mulheres mais belas de Hollywood nos anos 70, Farrah foi &lt;em&gt;sex symbol&lt;/em&gt; por um bom tempo, mas nunca conseguiu superar o sucesso de seu papel na famigerada série "As Panteras". Largou o programa no auge da fama e resolveu aventurar-se pelo mundo do cinema. Fez uma série de filmes que foram fracassos de bilheteria e várias produções para a TV. Em algumas delas, conseguiu mostrar seu talento de atriz, sempre ofuscado por sua imensa beleza. Entre outros trabalhos, destacam-se "Entre duas mulheres" (&lt;em&gt;Between Two Women&lt;/em&gt;, 1986) e "Pobre Menina Rica - A história de Barbara Hutton" (&lt;em&gt;Poor Little Rich Girl: The Barbara Hutton Story&lt;/em&gt;, 1987). &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Farrah formou um dos casais mais famosos da década de 70 quando se casou com o "homem de seis milhões de dólares", o ator Lee Majors, tornando-se Farrah Fawcett-Majors. Nos últimos temp&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_995wn7UT2Y8/SkOwbjxg0tI/AAAAAAAAAFQ/14zHXiVgzbY/s1600-h/Farrah-fawcett-two.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5351314769752150738" style="FLOAT: right; MARGIN: 0px 0px 10px 10px; WIDTH: 234px; CURSOR: hand; HEIGHT: 320px" alt="" src="http://4.bp.blogspot.com/_995wn7UT2Y8/SkOwbjxg0tI/AAAAAAAAAFQ/14zHXiVgzbY/s320/Farrah-fawcett-two.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;os teve diversos problemas pessoais, sendo agredida por um namorado e tendo que participar do seu julgamento. As fotos da polícia em que ela aparece toda cheia de hematomas acabaram por ser publicadas por um tablóide, tornando-a um símbolo de luta das mulheres americanas contra a violência de seus parceiros.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Casou recentemente com o ator Ryan O'Neal, seu parceiro desde os anos 80. Os dois já haviam sido casados, mas a união terminou nos anos 90. No entanto, eles se reencontraram em um dos momentos mais difíceis na vida da atriz e, segundo confessou O'Neal à ABC, após várias tentativas, Fawcett aceitou se casar novamente.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Impossível, como fã, saber disso e evitar a sensação de perda. Por mais que Farrah não tivesse atuações significativas há anos, era bom saber que nossa pantera favorita estava no mundo, ainda que fora dos holofotes. Que ela encontre toda a paz que não estava conseguindo encontrar neste mundo. Agora ela é verdadeiramente uma "angel". Não apenas de Charlie, mas de todos os fãs que sempre admiraram seu talento.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8820602537982176322-2224215345768209965?l=danielcouri.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://danielcouri.blogspot.com/feeds/2224215345768209965/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8820602537982176322&amp;postID=2224215345768209965' title='3 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8820602537982176322/posts/default/2224215345768209965'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8820602537982176322/posts/default/2224215345768209965'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://danielcouri.blogspot.com/2009/06/pantera-recebe-extrema-uncao.html' title='A pantera recebe a extrema-unção'/><author><name>Daniel Couri</name><uri>http://www.blogger.com/profile/06840073946798204108</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/-rA_WPmgchDU/TvvF_HIsolI/AAAAAAAAAcM/-ymBHNcmGQw/s220/msn1.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/_995wn7UT2Y8/SkOwze_XI0I/AAAAAAAAAFY/VvceRctFYI8/s72-c/farrah-fawcett.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>3</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8820602537982176322.post-2483352427349719158</id><published>2009-06-18T07:24:00.000-07:00</published><updated>2009-06-18T07:47:38.806-07:00</updated><title type='text'>Jesus Christ Superstar</title><content type='html'>&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_995wn7UT2Y8/SjpTN7hiPnI/AAAAAAAAAFI/yCg1sv9N0gE/s1600-h/0,,21116726-EXH,00.jpg"&gt;&lt;img style="TEXT-ALIGN: center; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 240px; DISPLAY: block; HEIGHT: 320px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5348679006237638258" border="0" alt="" src="http://2.bp.blogspot.com/_995wn7UT2Y8/SjpTN7hiPnI/AAAAAAAAAFI/yCg1sv9N0gE/s320/0,,21116726-EXH,00.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;Não resisti. É impressionante o número de "manchetes" na Internet alardeando todos os passos do menino Jesus. Refiro-me a Jesus Luz, naturalmente, a &lt;em&gt;celebridade instantânea&lt;/em&gt; mais quente do momento. Chega a ser cômico. "Madonna leva Jesus à festa", "Jesus desfila com Gisele", "Jesus posa sem camisa", "Mãe de Jesus Luz é importunada por jornalistas", "Jesus exige camarim exclusivo e não fala com a imprensa", "Jesus caminha com amigo em Ipanema" e por aí vai. A última, de hoje, é "Mãe de Jesus Luz é barrada em balada pós-desfile". Por Deus! Deixem Jesus em paz! O menino foi catapultado à condição de ex-namorado de Madonna e agora é uma das celebridades brasileiras mais disputadas pela imprensa mundial. Pode? E o coitado vai de um lado para o outro, meio perdido, sem ter muita noção do que acontece com ele. Oremos para que ele não tenha o mesmo fim trágico das celebridades precoces e acabe gordo, bêbado, internado em alguma clínica de desintoxicação ou na capa da &lt;em&gt;G Magazine&lt;/em&gt;. Ou ainda pior: no &lt;em&gt;Superpop&lt;/em&gt; de Luciana Gimenez.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8820602537982176322-2483352427349719158?l=danielcouri.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://danielcouri.blogspot.com/feeds/2483352427349719158/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8820602537982176322&amp;postID=2483352427349719158' title='7 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8820602537982176322/posts/default/2483352427349719158'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8820602537982176322/posts/default/2483352427349719158'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://danielcouri.blogspot.com/2009/06/jesus-christ-superstar.html' title='Jesus Christ Superstar'/><author><name>Daniel Couri</name><uri>http://www.blogger.com/profile/06840073946798204108</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/-rA_WPmgchDU/TvvF_HIsolI/AAAAAAAAAcM/-ymBHNcmGQw/s220/msn1.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/_995wn7UT2Y8/SjpTN7hiPnI/AAAAAAAAAFI/yCg1sv9N0gE/s72-c/0,,21116726-EXH,00.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>7</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8820602537982176322.post-6891971739841835751</id><published>2009-06-12T10:33:00.000-07:00</published><updated>2009-06-16T13:40:29.608-07:00</updated><title type='text'>O que teria acontecido com os velhos clássicos da madrugada?</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_995wn7UT2Y8/SjKZvj_MGKI/AAAAAAAAAFA/-Q-PJWwVnL4/s1600-h/bigstockphoto_Retro_Television_Set_252278.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5346504750035376290" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 320px; CURSOR: hand; HEIGHT: 214px; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://3.bp.blogspot.com/_995wn7UT2Y8/SjKZvj_MGKI/AAAAAAAAAFA/-Q-PJWwVnL4/s320/bigstockphoto_Retro_Television_Set_252278.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;É o que sempre me pergunto, com uma pontada de dor de saudade daqueles filmes que eram exibidos nas madrugadas da TV. Entre clássicos absolutos do cinema e produções duvidosas, sempre havia lugar para todo tipo de deliciosas esquisitices nas nostálgicas madrugadas do &lt;em&gt;Corujão&lt;/em&gt;, do &lt;em&gt;Campeões de Bilheteria&lt;/em&gt;, do &lt;em&gt;Classe A&lt;/em&gt; (todos da Rede Globo) e também de outras emissoras (Manchete, Bandeirantes, SBT) que exibiam filmes de madrugada. Muitos desses filmes sequer existem em vídeo ou DVD, alguns acho que jamais serão vistos na televisão novamente e isso me deixa arrasado, porque os tenho vivos na memória da infância e da adolescência. Boa parte deles eram aueles chamados "made for TV", filmes de baixo orçamento feitos para serem exibidos na TV americana. Muitos consegui gravar , mas infelizmente a maioria das minhas fitas de vídeo se deterioraram com o mofo ao longo dos anos. E como aqueles filmes me davam prazer e me faziam viajar para um mundo tão fascinante... Mesmo que fossem filmes mal feitos ou piegas, ainda assim eram tidos por mim como os indefectíveis "clássicos da madrugada". Abaixo faço uma relação de alguns deles (obviamente há muitos outros, mas só listei os que me vieram à mente agora):&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Rebecca, a Mulher Inesquecível (&lt;em&gt;Rebecca&lt;/em&gt;, 1940)&lt;br /&gt;Idílio de uma Paixão (&lt;em&gt;Hilda Crane&lt;/em&gt;, 1956)&lt;br /&gt;Aquele Gato Danado (&lt;em&gt;That Darn Cat&lt;/em&gt;, 1965)&lt;br /&gt;O Escândalo (&lt;em&gt;Le scandale&lt;/em&gt; / &lt;em&gt;The Champagne Murders&lt;/em&gt;, 1967)&lt;br /&gt;Terror Cego (&lt;em&gt;Blind Terror&lt;/em&gt;, 1971)&lt;br /&gt;Uma Jovem Tão Bela Como Eu (&lt;em&gt;Une belle fille comme moi&lt;/em&gt;, 1972)&lt;br /&gt;O Fim de Sheila (&lt;em&gt;The Last of Sheila&lt;/em&gt;, 1973)&lt;br /&gt;Drama de Uma Adolescente (&lt;em&gt;Sarah T. - Portrait of a Teenage Alcoholic&lt;/em&gt;, 1975)&lt;br /&gt;Sombras na Escada (&lt;em&gt;The Spiral Staircase&lt;/em&gt;, 1975)&lt;br /&gt;Onde Acontece de Tudo (&lt;em&gt;Redneck County&lt;/em&gt;, 1975)&lt;br /&gt;Visões de Sherlock Holmes (&lt;em&gt;The Seven-Per-Cent Solution&lt;/em&gt;, 1976)&lt;br /&gt;O Vôo da Morte (&lt;em&gt;SST: Death Flight&lt;/em&gt;, 1977)&lt;br /&gt;Mr. Billion (&lt;em&gt;Mr. Billion&lt;/em&gt;, 1977)&lt;br /&gt;Um dia Muito Louco (&lt;em&gt;Freaky Friday&lt;/em&gt;, 1977)&lt;br /&gt;O Mistério de Candleshoe (&lt;em&gt;Candleshoe&lt;/em&gt;, 1977)&lt;br /&gt;O Império das Formigas Gigantes (&lt;em&gt;Empire of the Ants&lt;/em&gt;, 1977) &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;O Incrivel Homem que Derreteu (&lt;em&gt;The Incredible Melting Man&lt;/em&gt;, 1977)&lt;br /&gt;Golpe Sujo (&lt;em&gt;Foul Play&lt;/em&gt;, 1978)&lt;br /&gt;Verão do Medo (&lt;em&gt;Stranger in Our House&lt;/em&gt;, 1978)&lt;br /&gt;Até que enfim é Sexta-feira (&lt;em&gt;Thank God It's Friday&lt;/em&gt;, 1978)&lt;br /&gt;Vivendo Cada Momento (&lt;em&gt;Moment By Moment&lt;/em&gt;, 1978)&lt;br /&gt;Amizades Segredos e Mentiras (&lt;em&gt;Friendships, Secrets and Lies&lt;/em&gt;, 1979)&lt;br /&gt;Loucuras à Meia-Noite (&lt;em&gt;Midnight Madness&lt;/em&gt;, 1980)&lt;br /&gt;Como Eliminar o Seu Chefe (&lt;em&gt;9 to 5&lt;/em&gt;, 1980) &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Queridinhas (&lt;em&gt;Little Darlings&lt;/em&gt;, 1981)&lt;br /&gt;A Incrível Mulher que Encolheu (&lt;em&gt;The Incredible Shrinking Woman&lt;/em&gt;, 1981)&lt;br /&gt;Marcas do Destino (&lt;em&gt;Mask&lt;/em&gt;, 1982)&lt;br /&gt;A Fortaleza (&lt;em&gt;Fortress&lt;/em&gt;, 1985)&lt;br /&gt;Trama Fatal (&lt;em&gt;Vanishing Act&lt;/em&gt;, 1986)&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;O Aniquilador (&lt;em&gt;Annihilator&lt;/em&gt;, 1986)&lt;br /&gt;Morte no Inverno (&lt;em&gt;Dead of Winter&lt;/em&gt;, 1987)&lt;br /&gt;Benji, o Perseguido (&lt;em&gt;Benji, the Hunted&lt;/em&gt;, 1987) &lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8820602537982176322-6891971739841835751?l=danielcouri.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://danielcouri.blogspot.com/feeds/6891971739841835751/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8820602537982176322&amp;postID=6891971739841835751' title='9 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8820602537982176322/posts/default/6891971739841835751'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8820602537982176322/posts/default/6891971739841835751'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://danielcouri.blogspot.com/2009/06/o-que-teria-acontecido-com-os-velhos.html' title='O que teria acontecido com os velhos clássicos da madrugada?'/><author><name>Daniel Couri</name><uri>http://www.blogger.com/profile/06840073946798204108</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/-rA_WPmgchDU/TvvF_HIsolI/AAAAAAAAAcM/-ymBHNcmGQw/s220/msn1.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/_995wn7UT2Y8/SjKZvj_MGKI/AAAAAAAAAFA/-Q-PJWwVnL4/s72-c/bigstockphoto_Retro_Television_Set_252278.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>9</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8820602537982176322.post-1280064708750507790</id><published>2009-05-25T07:23:00.000-07:00</published><updated>2009-05-25T07:28:10.878-07:00</updated><title type='text'>Trecho de "Budapeste" - Chico Buarque</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_995wn7UT2Y8/Shqq5tNp5xI/AAAAAAAAAE4/OuGC7yz9dVY/s1600-h/16A1C9_1.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5339768216567277330" style="FLOAT: right; MARGIN: 0px 0px 10px 10px; WIDTH: 219px; CURSOR: hand; HEIGHT: 320px" alt="" src="http://4.bp.blogspot.com/_995wn7UT2Y8/Shqq5tNp5xI/AAAAAAAAAE4/OuGC7yz9dVY/s320/16A1C9_1.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt; "Quarenta e quatro quilômetros diários, sentados lado a lado, eram extensão suficiente para nos conhecermos, e pelo canto do olho nos admirarmos, trocarmos confidências, criarmos implicâncias, às vezes discutirmos aos berros. Porém algum instinto sempre nos continha quando se chegava perto de um humilhar o outro, ou de se abrir demais o peito. Com um mínimo de pudor, mais um tanto de ódio preservado, nossa amizade se consolidou; à diferença do amor, que extravasa a toda hora, a amizade precisa ter seus diques."&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8820602537982176322-1280064708750507790?l=danielcouri.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://danielcouri.blogspot.com/feeds/1280064708750507790/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8820602537982176322&amp;postID=1280064708750507790' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8820602537982176322/posts/default/1280064708750507790'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8820602537982176322/posts/default/1280064708750507790'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://danielcouri.blogspot.com/2009/05/trecho-de-budapeste-chico-buarque.html' title='Trecho de &quot;Budapeste&quot; - Chico Buarque'/><author><name>Daniel Couri</name><uri>http://www.blogger.com/profile/06840073946798204108</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/-rA_WPmgchDU/TvvF_HIsolI/AAAAAAAAAcM/-ymBHNcmGQw/s220/msn1.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/_995wn7UT2Y8/Shqq5tNp5xI/AAAAAAAAAE4/OuGC7yz9dVY/s72-c/16A1C9_1.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8820602537982176322.post-5010055239016980549</id><published>2009-05-21T07:07:00.000-07:00</published><updated>2009-05-21T14:57:29.159-07:00</updated><title type='text'>Momento "cozinhando com Jaqueline Joy"</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_995wn7UT2Y8/ShVuaRuU46I/AAAAAAAAAEw/1aBfDHF9QbY/s1600-h/macarrao.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5338294331030954914" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 320px; CURSOR: hand; HEIGHT: 251px; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://1.bp.blogspot.com/_995wn7UT2Y8/ShVuaRuU46I/AAAAAAAAAEw/1aBfDHF9QbY/s320/macarrao.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;No último sábado eu, Juju e Camila realizamos mais um dos nossos encontros "para passar o sábado". Duas convidadas especiais compareceram e entraram para a turma: Luciana e Juliana. Assistimos &lt;em&gt;Mamma Mia!&lt;/em&gt; em DVD e a vários clipes do ABBA, como sempre. Compartilhamos fofocas, tomamos gim tônica e fizemos também a leitura comentada do meu livro, &lt;em&gt;Made in Suécia - O paraíso pop do ABBA&lt;/em&gt; (um clássico da literatura abbística brasileira - e também o único). Mas o assunto do &lt;em&gt;post&lt;/em&gt; de hoje é, na verdade, o delicioso macarrão da Juju, nossa Jackie Joy de plantão (no caso, &lt;em&gt;Juliane &lt;/em&gt;Joy). É rápido e prático (como todas as comidas devem ser). Interessados, anotem: &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Ingredientes&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;1 Pimentão grande verde&lt;br /&gt;7 Tomates maduros&lt;br /&gt;2 Cebolas Grandes&lt;br /&gt;1 vidro de champignon&lt;br /&gt;Manjericão&lt;br /&gt;Sal a gosto&lt;br /&gt;Alho&lt;br /&gt;500 g de macarrão conchinha&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;Modo de preparo:&lt;/strong&gt; Coloque a cebola na panela. Depois de dourada, coloque o alho e o pimentão (picados, lógico). Por último, acrescente os tomates, o manjericão e os champignons. Cozinhe o macarrão em uma panela separada. Depois é só jogar o molho por cima e cair matando. Finíssimo! Fica uma delícia.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;Nas palavras da própria Juju: "Dani, não tem segredo. O importante mesmo é estar rodeado de bons amigos, boa música. Jogar conversa fora, trocar segredos e sorrisos doces. E, se possível, ter uma bela vista verde para lembrar como a vida pode ser muito mais simples". É pura poesia! E que venha logo nossa próxima reunião! &lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8820602537982176322-5010055239016980549?l=danielcouri.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://danielcouri.blogspot.com/feeds/5010055239016980549/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8820602537982176322&amp;postID=5010055239016980549' title='3 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8820602537982176322/posts/default/5010055239016980549'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8820602537982176322/posts/default/5010055239016980549'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://danielcouri.blogspot.com/2009/05/momento-cozinhando-com-jaqueline-joy.html' title='Momento &quot;cozinhando com Jaqueline Joy&quot;'/><author><name>Daniel Couri</name><uri>http://www.blogger.com/profile/06840073946798204108</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/-rA_WPmgchDU/TvvF_HIsolI/AAAAAAAAAcM/-ymBHNcmGQw/s220/msn1.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/_995wn7UT2Y8/ShVuaRuU46I/AAAAAAAAAEw/1aBfDHF9QbY/s72-c/macarrao.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>3</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8820602537982176322.post-8085785881426485267</id><published>2009-05-17T12:54:00.000-07:00</published><updated>2009-05-21T14:56:44.183-07:00</updated><title type='text'>Sabedoria Rodrigueana</title><content type='html'>&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_995wn7UT2Y8/ShBsroExNXI/AAAAAAAAAEo/OZMMS6O4nMY/s1600-h/nelson.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5336885055181632882" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 320px; CURSOR: hand; HEIGHT: 206px; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://2.bp.blogspot.com/_995wn7UT2Y8/ShBsroExNXI/AAAAAAAAAEo/OZMMS6O4nMY/s320/nelson.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Algumas das várias frases geniais e atemporais de Nelson Rodrigues (1912-1980):&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;"Se os fatos estão contra mim, azar dos fatos."&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"O bíquni é uma nudez pior que a nudez."&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;"Todo casto é um devasso."&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;"O homem traído não deve ser o último a saber. Ele não deve saber nunca."&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;"O amigo é um momento de eternidade" &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;"Sem alma não se chupa nem um Chica-bon."&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8820602537982176322-8085785881426485267?l=danielcouri.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://danielcouri.blogspot.com/feeds/8085785881426485267/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8820602537982176322&amp;postID=8085785881426485267' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8820602537982176322/posts/default/8085785881426485267'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8820602537982176322/posts/default/8085785881426485267'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://danielcouri.blogspot.com/2009/05/sabedoria-rodrigueana.html' title='Sabedoria Rodrigueana'/><author><name>Daniel Couri</name><uri>http://www.blogger.com/profile/06840073946798204108</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/-rA_WPmgchDU/TvvF_HIsolI/AAAAAAAAAcM/-ymBHNcmGQw/s220/msn1.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/_995wn7UT2Y8/ShBsroExNXI/AAAAAAAAAEo/OZMMS6O4nMY/s72-c/nelson.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8820602537982176322.post-149584125134703386</id><published>2009-05-13T08:01:00.000-07:00</published><updated>2009-05-13T08:06:41.089-07:00</updated><title type='text'>Planeta Bizarro</title><content type='html'>Não me canso de olhar as manchetes do site Planeta Bizarro (&lt;a href="http://g1.globo.com/Noticias/PlanetaBizarro/0,,6091,00.html"&gt;http://g1.globo.com/Noticias/PlanetaBizarro/0,,6091,00.html&lt;/a&gt;). A maioria das notícias beira o surreal, para não dizer inacreditável. O que há de loucura nesse mundo... Eu me divirto. Estas são apenas algumas das notícias:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Convidados perdem apetite após flagrarem cobra jantando gambá&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Milionário norueguês leva multa de US$ 109 mil por dirigir bêbado&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mulher sai nua e bate na casa de estranho para pedir cigarros&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Americana acorda e encontra homem dormindo ao seu lado&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Modelo se nega a amamentar o filho e diz que peitos são só para sexo&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Japão vende melancia em forma de coração por R$ 334&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Britânica tem coleção com mais de 5 mil sabonetes&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ladrão rouba banco, mas deixa a carteira na cena do crime&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Americano encontra cabeça de cobra na salada&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Cadela reaparece no Texas após oito anos sumida&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Queniano processa grupo de mulheres por greve de sexo&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Escola transforma animais de estimação de alunos em salsichas&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8820602537982176322-149584125134703386?l=danielcouri.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://danielcouri.blogspot.com/feeds/149584125134703386/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8820602537982176322&amp;postID=149584125134703386' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8820602537982176322/posts/default/149584125134703386'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8820602537982176322/posts/default/149584125134703386'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://danielcouri.blogspot.com/2009/05/planeta-bizarro.html' title='Planeta Bizarro'/><author><name>Daniel Couri</name><uri>http://www.blogger.com/profile/06840073946798204108</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/-rA_WPmgchDU/TvvF_HIsolI/AAAAAAAAAcM/-ymBHNcmGQw/s220/msn1.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8820602537982176322.post-5249162722677030958</id><published>2009-05-12T07:48:00.000-07:00</published><updated>2009-05-12T07:54:21.690-07:00</updated><title type='text'>The Road Not Taken</title><content type='html'>&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_995wn7UT2Y8/SgmNiztt8xI/AAAAAAAAAEg/bugBETznHmY/s1600-h/road.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5334950862734095122" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 320px; CURSOR: hand; HEIGHT: 240px; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://4.bp.blogspot.com/_995wn7UT2Y8/SgmNiztt8xI/AAAAAAAAAEg/bugBETznHmY/s320/road.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_995wn7UT2Y8/SgmM5WdU0zI/AAAAAAAAAEY/KqKOrvp-yyI/s1600-h/road.jpg"&gt;&lt;/a&gt;Robert Frost (1874-1963)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Two roads diverged in a yellow wood,&lt;br /&gt;And sorry I could not travel both&lt;br /&gt;And be one traveler, long I stood&lt;br /&gt;And looked down one as far as I could&lt;br /&gt;To where it bent in the undergrowth;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Then took the other, as just as fair,&lt;br /&gt;And having perhaps the better claim,&lt;br /&gt;Because it was grassy and wanted wear;&lt;br /&gt;Though as for that the passing there&lt;br /&gt;Had worn them really about the same,&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;And both that morning equally lay&lt;br /&gt;In leaves no step had trodden black.&lt;br /&gt;Oh, I kept the first for another day!&lt;br /&gt;Yet knowing how way leads on to way,&lt;br /&gt;I doubted if I should ever come back.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;I shall be telling this with a sigh&lt;br /&gt;Somewhere ages and ages hence:&lt;br /&gt;Two roads diverged in a wood, and I –&lt;br /&gt;I took the one less traveled by,&lt;br /&gt;And that has made all the difference.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8820602537982176322-5249162722677030958?l=danielcouri.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://danielcouri.blogspot.com/feeds/5249162722677030958/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8820602537982176322&amp;postID=5249162722677030958' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8820602537982176322/posts/default/5249162722677030958'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8820602537982176322/posts/default/5249162722677030958'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://danielcouri.blogspot.com/2009/05/road-not-taken.html' title='The Road Not Taken'/><author><name>Daniel Couri</name><uri>http://www.blogger.com/profile/06840073946798204108</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/-rA_WPmgchDU/TvvF_HIsolI/AAAAAAAAAcM/-ymBHNcmGQw/s220/msn1.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/_995wn7UT2Y8/SgmNiztt8xI/AAAAAAAAAEg/bugBETznHmY/s72-c/road.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8820602537982176322.post-5830849260052338234</id><published>2009-04-29T06:41:00.000-07:00</published><updated>2009-04-29T07:18:09.431-07:00</updated><title type='text'>Fazendo jus ao ABBA</title><content type='html'>&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_995wn7UT2Y8/SfheSzGNs1I/AAAAAAAAAEQ/b4rJlJh6uyk/s1600-h/abba-div-425.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5330113836039910226" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 320px; CURSOR: hand; HEIGHT: 213px; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://3.bp.blogspot.com/_995wn7UT2Y8/SfheSzGNs1I/AAAAAAAAAEQ/b4rJlJh6uyk/s320/abba-div-425.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;Minha amiga Ruth me mandou um link de uma notícia sobre o ABBA que saiu no UOL, escrita por Pedro Carvalho. Resolvi colocá-la aqui. Por que? Porque é raro (aqui no Brasil) ler uma matéria sobre o ABBA que seja bem escrita, interessante e inteligente. E essa é. Para os fãs, claro, pois quem não curte nem se dará ao trabalho de ler. Mas mesmo os não-fãs podem achar curioso. Era essa a idéia que eu tinha quando fiz o livro sobre a banda: tornar o ABBA um grupo respeitado aqui no Brasil e permitir que os jornalistas ao menos se dessem ao trabalho de conhecer minimamente a banda antes de escreverem as bobagens que rolam por aí. Em suma, aqui vai uma matéria bacana sobre o quarteto:&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;27/04/2009 - 11h13&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;Caixa "The Albums" mostra grupo sueco ABBA além dos grandes hits&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;PEDRO CARVALHO&lt;br /&gt;Colaboração para o UOL&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Na esteira do sucesso do filme "Mamma Mia", foi estrategicamente lançada no final de 2008 esta caixa de nove CDs, com todos os álbuns de estúdio da máquina de hits sueca dos anos 70 e mais.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;Além dos oito discos originais, em capinhas de papelão imitando as artes dos LPs, "The Albums" traz um CD bônus, com faixas lançadas apenas em singles (como o mega-sucesso "Fernando", de 1976), lados B e raridades como as versões em sueco das músicas "Ring Ring" e "Waterloo".&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Os cínicos podem ver o lançamento como redundância ou caça níqueis. Mas ABBA e cinismo são antítese, então tratemos da coleção como uma lição de história pop e, melhor ainda, uma chance de conhecer as diversas facetas de um grupo que costuma ser visto preconceituosamente como uma curiosidade cômica dos anos 70, a despeito de seu valor musical.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Sim, era música leve e despretensiosa, feita para vender. Mas qual é o problema? Se o mesmo pode ser dito sobre a gravadora Motown e boa parte da obra dos Beatles, por que não olhar o ABBA, descendente direto de um padrão inventado por ambos, sob a mesma luz?&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Fruto do início dos anos 70, uma era marcada por excessos, seriedade e pretensão, Benny Andersson e Bjorn Ulvaeus, dois jovens veteranos da cena musical sueca, decidiram que o melhor a se fazer era seguir o caminho oposto, com canções de menos de três minutos, temática simples e refrões pegajosos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Recrutando as cantoras Agnetha Fältskog e Anni-Frid Lyngstad, criaram a fórmula que se tornaria um dos modelos para música pop nas décadas seguintes. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Sobre a base que misturava pop da década de 60, canção popular tradicional e a energia do glam rock dos anos 70, o ABBA absorvia influências latinas, grooves do funk e da soul music e tudo o que pudesse ser transformado num single assobiável.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;No primeiro disco, o pouco conhecido "Ring Ring", lançado em 1973 ainda sob o nome de "Björn, Benny, Agnetha &amp;amp; Frida", a sonoridade marcante com a qual conquistariam o mundo ainda não aparece em sua plenitude. Ainda assim, em alguns momentos, como na bem estruturada faixa título, já é possível identificar o embrião do que viria a seguir. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;No segundo álbum, "Waterloo", já sob o nome de ABBA, a receita estava pronta. A faixa-título, seu primeiro hit internacional, é o mais perfeito exemplo da fórmula associada à banda. As melodias memoráveis, letras quase infantis de tão simples e, acima de tudo, a combinação de batida marcante e produção grandiosa, seriam as ferramentas com as quais os quatro repetiriam as conquistas de seus antepassados vikings e se tornariam, literalmente, um dos maiores produtos de exportação suecos na década de 70. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;A partir daí, a usina de sucessos se estabilizou, com um ou outro ajustes de percurso. Após o terceiro álbum "ABBA", de 1975, fonte de hits como "Mamma Mia" e "SOS", o grupo sentiu a decadência do glam e bubblegum do início da década e trocou o que havia de rock em seu caldeirão pelo balanço das pistas de dança.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Os ouvintes mais roqueiros devem prestar atenção nesta linha de demarcação. A chave para vencer o preconceito está justamente no segundo e terceiro álbuns. Faixas menos conhecidas como "King Kong Song", "Watch Out", "Hey, Hey Helen" e "So Long", com suas guitarras sujas e batidas pesadas não fariam feio em álbuns de bandas como Slade, Sweet, Suzi Quatro ou qualquer outro representante do lado mais divertido do glam rock.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;O que veio depois de "Arrival" (1976), no entanto, não oferece muito para quem procura rock. Em canções como "Dancing Queen", a música do ABBA absorveu o impacto da disco, conseguindo adaptar aos ouvidos da classe média anglo saxônica o que era, até então, uma variedade hedonista do funk, associada à cena gay norte-americana.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Foi com este híbrido de disco e pop romântico que o grupo seguiu a partir dali, sem grandes saltos qualitativos até o final em 1982. Mesmo sem redescobrir a roda, não deixaram o poço de sucessos secar, culminando em 1980, com o álbum "Super Trouper" e a épica "The Winner Takes it All".&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Do primeiro álbum ao canto dos cisnes "The Visitors", de 1981, está tudo aqui, reeditado da maneira ideal, ou seja, mudando o mínimo possível os lançamentos originais. Seja como anti-depressivo alternativo, prazer culpado, nostalgia ou introdução à obra do ABBA, "The Albums" é uma aquisição valiosa, essencial para fãs e recomendada para os curiosos.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://musica.uol.com.br/ultnot/2009/04/27/ult89u10560.jhtm"&gt;http://musica.uol.com.br/ultnot/2009/04/27/ult89u10560.jhtm&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8820602537982176322-5830849260052338234?l=danielcouri.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://danielcouri.blogspot.com/feeds/5830849260052338234/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8820602537982176322&amp;postID=5830849260052338234' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8820602537982176322/posts/default/5830849260052338234'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8820602537982176322/posts/default/5830849260052338234'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://danielcouri.blogspot.com/2009/04/fazendo-jus-ao-abba.html' title='Fazendo jus ao ABBA'/><author><name>Daniel Couri</name><uri>http://www.blogger.com/profile/06840073946798204108</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/-rA_WPmgchDU/TvvF_HIsolI/AAAAAAAAAcM/-ymBHNcmGQw/s220/msn1.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/_995wn7UT2Y8/SfheSzGNs1I/AAAAAAAAAEQ/b4rJlJh6uyk/s72-c/abba-div-425.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8820602537982176322.post-7765948155314487997</id><published>2009-04-05T05:59:00.000-07:00</published><updated>2009-04-05T06:33:34.305-07:00</updated><title type='text'>O aniversário da "malvada"</title><content type='html'>&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_995wn7UT2Y8/SdixeKHn-DI/AAAAAAAAAEI/WdA5pK2RC5s/s1600-h/photo022.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5321198091408767026" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 239px; CURSOR: hand; HEIGHT: 300px; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://2.bp.blogspot.com/_995wn7UT2Y8/SdixeKHn-DI/AAAAAAAAAEI/WdA5pK2RC5s/s320/photo022.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;Se a insubstituível Bette Davis ainda estivesse entre nós, estaria completando hoje 101 anos. Parece improvável? Que nada. Vejam como Dercy Gonçalves foi longe. Sem falar no Niemeyer... Bem que ela poderia estar nos brindando com seu talento. Bette Davis na verdade é nome artístico. Seu nome real era Ruth Elizabeth Davis, (5 de abril de 1908 — 6 de outubro de 1989). É até redundante falar que ela foi uma das maiores atrizes norte-americanas de cinema, televisão e teatro. É, sem dúvida, minha atriz favorita. Estigmatizada pela marca da maldade, colocava em suas interpretações toda a fúria contra os esquemas dos estúdios, que lucravam cada vez mais com sua acidez.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;Natural de Lowell, Massachussets, seus pais foram Ruth Favor e o advogado Harlow Morrel Davis, descendente de uma família de pioneiros que no século XVII se estabeleceu na costa leste dos Estados Unidos. Um fato marcante de sua vida foi o abandono da sua família pelo pai, o que acabou por fortalecer a relação de Bette com a mãe.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Após alguns anos trabalhando no teatro, Davis mudou-se para Hollywood em 1930, onde interpretou papéis menores em alguns filmes da produtora Universal Studios. Em 1932, por influência do ator veterano George Arliss, seu antigo professor de interpretação, ela foi contratada pela Warner Bros., onde permaneceu até 1950, tornando-se uma das mais populares atrizes da época.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Primeira atriz a receber dez indicações ao Oscar, Davis foi vencedora de duas estatuetas, por &lt;em&gt;Perigosa&lt;/em&gt; (1935) e &lt;em&gt;Jezebel&lt;/em&gt; (1938). Simplesmente foi indicada ao Oscar por cinco anos consecutivos, de 1938 a 1942, sendo a atual recordista de indicações. Ao lado do ator John Garfield, fundou e comandou a Hollywood Canteen, que angariava fundos e entretia soldados norte-americanos durante a Segunda Guerra Mundial. Davis foi a primeira mulher a presidir a Academia de Artes e Ciências Cinematográficas.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Consciente de que beleza física não era seu melhor atributo, Bette atingiu o estrelato pela contramão. Não tentou ser "deusa" nem bela. Ao contrário, era sutilmente sensual. "Nenhuma maquiagem do mundo conseguiria me transformar numa Jean Harlow", disse. Sabendo disso, explorou até o limite sua capacidade dramática e criou o mito pelo avesso, tornando-se estrela pelo próprio esforço. Mas os adjetivos que chamavam atenção nas traduções dos títulos de seus filmes muitas vezes não tinham nada a ver com ela. A verdade, a despeito do mito, não era como grande parte do público pensa. Por exemplo, a "malvada" do filme &lt;em&gt;A Malvada&lt;/em&gt; (&lt;em&gt;All About Eve&lt;/em&gt;, 1950) não é Bette, como muitos acham, e sim Anne Baxter (a Eve do título original). &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Bette foi também responsável pela elaboração do conceito de "mulher independente" que o cinema americano idealizou. Além de perversa, sádica e autoritária, seus personagens também conheceram facetas mais singelas. Dedicação, generosidade, firmeza de propósitos e até mesmo humildade eram determinantes na composição de suas heroínas. "Sei que fiz por merecer a fama de má, mas às vezes me pergunto se não exageraram um pouco", disse ao receber o prêmio&lt;br /&gt;do American Film Institute, em 1978.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Durante as filmagens de &lt;em&gt;A Malvada&lt;/em&gt;, Bette apaixonou-se pelo galã Gary Merrill, seu quarto e último marido, e adotou dois filhos: Margo (que depois se revelou excepcional e precisou ser internada em um sanatório) e Michael. Bette tinha uma filha legítima, Barbara, do terceiro marido, o pintor William Grant Sherry, que nasceu quando a atriz estava com 39 anos.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Quando a idade começou a pesar, lá pelo final dos anos 50 e início dos 60, os trabalhos ficaram escassos e os estúdios a deixaram de lado. Não pensou duas vezes antes de lutar pelo que queria. E em 21 de setembro de 1962, colocou na &lt;em&gt;Variety&lt;/em&gt; o famoso anúncio:&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;ARTISTA PROCURA EMPREGO&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Americana, divorciada, mãe de três filhos (15, 11 e 10 anos). Trinta anos de experiência como atriz de cinema. Ainda em condições de movimentar-se e mais afável do que dizem os boatos. Deseja emprego em Hollywood. (Fartou-se da Broadway). Respostas para: Bette Davis a/c Martin Baum, G.A.C.&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;strong&gt;DÁ REFERÊNCIAS.&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Foi nessa época que começou a fazer filmes para a TV e filmes de terror psicológico, todos de baixo orçamento. Isso em nada a fez sentir-se menor. Seu desempenho, no entanto, continuava admirável sob todos os aspectos. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Aos 77 anos, extirpou os dois seios cancerosos. Para piorar, quebrou a bacia após um tombo da escada e ainda sofreu um derrame cerebral. Após intensa terapia, filmou seu último trabalho, &lt;em&gt;As Baleias de Agosto&lt;/em&gt; (1987). Recebeu a mais alta comenda francesa, a Legião de Honra.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não foi à toa que Humphrey Bogart a chamou de &lt;em&gt;the warrior&lt;/em&gt; (a guerreira). Ela fez jus a essa definição até a morte, quando o câncer a venceu em um hospital de Paris, aos 81 anos. E fumou, todos os dias até morrer, dois maços de cigarros.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Kim Carnes prestou homenagem a ela em 1981 ao gravar &lt;em&gt;Bette Davis Eyes&lt;/em&gt;, música que passou nada menos do que nove semanas consecutivas no primeiro lugar do Billboard Hot 100. Foram vendidas oito milhões de cópias do álbum que incluía a canção, vencedora do prêmio Grammy de "Canção de Ano". Bette declarou-se fã da canção, tendo agradecido aos compositores por terem feito dela uma parte dos tempos modernos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Possui duas estrelas na Calçada da Fama, uma referente ao seu trabalho no cinema e outra referente ao seu trabalho na televisão. &lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8820602537982176322-7765948155314487997?l=danielcouri.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://danielcouri.blogspot.com/feeds/7765948155314487997/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8820602537982176322&amp;postID=7765948155314487997' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8820602537982176322/posts/default/7765948155314487997'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8820602537982176322/posts/default/7765948155314487997'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://danielcouri.blogspot.com/2009/04/o-aniversario-da-malvada.html' title='O aniversário da &quot;malvada&quot;'/><author><name>Daniel Couri</name><uri>http://www.blogger.com/profile/06840073946798204108</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/-rA_WPmgchDU/TvvF_HIsolI/AAAAAAAAAcM/-ymBHNcmGQw/s220/msn1.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/_995wn7UT2Y8/SdixeKHn-DI/AAAAAAAAAEI/WdA5pK2RC5s/s72-c/photo022.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8820602537982176322.post-5816395863634862903</id><published>2009-03-31T07:59:00.000-07:00</published><updated>2009-03-31T08:29:02.197-07:00</updated><title type='text'>Nada como as divas de ontem...</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_995wn7UT2Y8/SdIzbDoKsTI/AAAAAAAAAEA/rq3cxmkFLwA/s1600-h/divas2.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5319370649801240882" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 320px; CURSOR: hand; HEIGHT: 70px; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://3.bp.blogspot.com/_995wn7UT2Y8/SdIzbDoKsTI/AAAAAAAAAEA/rq3cxmkFLwA/s320/divas2.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;Agora cismei com as divas. Depois que minha amiga Patty pediu minha ajuda para bolar uma festa cujo tema seria "divas", fiquei pensando sobre essas musas do cinema de outrora que tanto nos fascinam e nos encantam. Admito que sou mais radical e conservador quando o assunto são as divas. Patty é mais condescendente e acha que ainda podemos encontrar divas hoje em dia. Mas acho pouco provável...&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Apesar de terem sido estrelas nos anos 40 e 50, elas permanecem atemporais. São exemplos de beleza, elegância e altivez que percorrem décadas e décadas inabaladas. Sem falar no talento da profissão, pois aquelas eram atrizes com 'A' maiúsculo. E me ponho a pensar em quão pobre são os tempos atuais... Totalmente desglamurizados. As chamadas "divas contemporâneas" não possuem a sensualidade, o mistério, o encantamento de Rita Hayworth, Greta Garbo, Bette Davis, Gloria Swanson, Marilyn Monroe, Joan Crawford e outras mais. Elas nunca eram vistas ou fotografadas se não estivessem impecáveis. E tudo que diziam era previamente estudado e analisado. Tinham astúcia e senso de humor refinado. E uma boa dose de cinismo também, claro. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Bem, o que vemos das divas de hoje? Aparecem descabeladas e maltrapilhas em lanchonetes baratas, são fotografadas em qualquer lugar, saindo do supermercado, carregando uma penca de filhos chorões, discutindo com o namorado na calçada ou saindo da farmácia com a cara inchada de um resfriado. Isso quando não são vistas caindo em fim de festas, bêbadas, proferindo insultos a paparazzi ou desferindo golpes em repórteres inconvenientes. Elas não nos despertam a vontade de descobrir, de desnudar. São óbvias demais. Rita Hayworth, por exemplo, tirou UMA única luva em &lt;em&gt;Gilda&lt;/em&gt;, apenas uma e não o par. Mas todo mundo acredita ter visto um &lt;em&gt;strip-tease&lt;/em&gt; completo. E até hoje ela povoa as fantasias dos homens. As pseudo-divas de hoje já são lançadas completamente nuas, física e moralmente. Não medem esforços para se manter na berlinda. Muitas vezes de forma deplorável, diga-se de passagem. Isso sem mencionar que são totalmente desprovidas daquela aura mágica e imponente da Hollywood dos anos 50. Nem sempre as coisas que são belas precisam ser escancaradas. Talvez o que falta às divas de hoje seja, principalmente, elegância, classe. Nada como as divas de ontem...&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8820602537982176322-5816395863634862903?l=danielcouri.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://danielcouri.blogspot.com/feeds/5816395863634862903/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8820602537982176322&amp;postID=5816395863634862903' title='3 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8820602537982176322/posts/default/5816395863634862903'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8820602537982176322/posts/default/5816395863634862903'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://danielcouri.blogspot.com/2009/03/nada-como-as-divas-de-ontem.html' title='Nada como as divas de ontem...'/><author><name>Daniel Couri</name><uri>http://www.blogger.com/profile/06840073946798204108</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/-rA_WPmgchDU/TvvF_HIsolI/AAAAAAAAAcM/-ymBHNcmGQw/s220/msn1.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/_995wn7UT2Y8/SdIzbDoKsTI/AAAAAAAAAEA/rq3cxmkFLwA/s72-c/divas2.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>3</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8820602537982176322.post-450973190712309453</id><published>2009-03-17T08:18:00.000-07:00</published><updated>2009-03-17T08:27:49.024-07:00</updated><title type='text'>Sessão divas</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_995wn7UT2Y8/Sb_ALOpCbWI/AAAAAAAAADw/nEOifwkR2NU/s1600-h/Greta_Garbo_intro.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5314177384461790562" style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; WIDTH: 260px; CURSOR: hand; HEIGHT: 320px" alt="" src="http://4.bp.blogspot.com/_995wn7UT2Y8/Sb_ALOpCbWI/AAAAAAAAADw/nEOifwkR2NU/s320/Greta_Garbo_intro.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt; Greta Garbo em sua biografia, &lt;em&gt;A Divina Garbo&lt;/em&gt;:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"Quanto a meus dias escolares, eu vivia num constante estado de medo, detestando cada momento passado na escola e, especialmente, de duas matérias: geografia e matemática. Jamais pude entender como alguém se interessa por lugares distantes, ou por tentar solucionar problemas ridículos como quantos litros de água passam por uma torneira de tal e tal diâmetro em uma hora e quinze minutos. Eu não apenas achava estúpido perder tempo com essas questões, mas, para espanto dos professores, também ousava dizê-lo em voz alta."&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"Não saio para qualquer diversão desde que cheguei. Vou para a cama o mais cedo possível, e não faço nada durante o dia. Ainda não comecei a trabalhar. Parece-me que vai levar tempo, e entristece-me dizer que não sinto muito. Tampouco sinto por minha vida reclusa. Não ligo se ajo como uma velha."&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8820602537982176322-450973190712309453?l=danielcouri.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://danielcouri.blogspot.com/feeds/450973190712309453/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8820602537982176322&amp;postID=450973190712309453' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8820602537982176322/posts/default/450973190712309453'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8820602537982176322/posts/default/450973190712309453'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://danielcouri.blogspot.com/2009/03/sessao-divas.html' title='Sessão divas'/><author><name>Daniel Couri</name><uri>http://www.blogger.com/profile/06840073946798204108</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/-rA_WPmgchDU/TvvF_HIsolI/AAAAAAAAAcM/-ymBHNcmGQw/s220/msn1.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/_995wn7UT2Y8/Sb_ALOpCbWI/AAAAAAAAADw/nEOifwkR2NU/s72-c/Greta_Garbo_intro.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8820602537982176322.post-8314905963037981420</id><published>2009-03-13T13:10:00.000-07:00</published><updated>2009-03-13T13:19:04.992-07:00</updated><title type='text'>Tem fogo?</title><content type='html'>&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_995wn7UT2Y8/Sbq_smJROeI/AAAAAAAAADo/IvtA03sW2Yg/s1600-h/old.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5312769483311495650" style="FLOAT: right; MARGIN: 0px 0px 10px 10px; WIDTH: 249px; CURSOR: hand; HEIGHT: 320px" alt="" src="http://4.bp.blogspot.com/_995wn7UT2Y8/Sbq_smJROeI/AAAAAAAAADo/IvtA03sW2Yg/s320/old.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;A atual histeria coletiva em relação ao cigarro é algo extremamente irritante. Acredito que tanto fumantes como não-fumantes podem desfrutar do mesmo mundo. É claro que ambos merecem respeito, ou seja, se você tem o direito de não gostar e não querer fumar, eu tenho direito de gostar e querer. Esse rótulo piegas de “vilão máximo da humanidade” que o cigarro ganhou de alguns anos pra cá é tão cansativo e torna os antitabagistas tão intolerantes que faz com que os pobres coitados dos fumantes sejam marginalizados e vistos como alienígenas, criminosos. Por isso resolvi transcrever aqui trechos de um artigo da Laura Capriglione muito interessante, publicado pela &lt;em&gt;Veja&lt;/em&gt; em 1996 (e olha que naquela época fumar ainda era permitido). O título era “O direito à intoxicação”:&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Eles – os cientistas, os médicos, os familiares, os amigos, em suma, os não fumantes – acham que fumar é um vício sujo cujo núcleo consiste em levar nicotina ao cérebro, propiciando um determinado tipo de reação físico-química. Eles estão por fora, os não fumantes, achando que cigarro é prosa. Cigarro é poesia. Fumar é apalpar em desespero o bolso ou a bolsa, até sentir a forma amada que nos acalma. (...) &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;É fechar os olhos e ficar em paz, com a bênção dos deuses do fumo. É depois abrir os olhos, e soprar, soprar para cima, contemplar a fumaça que sobe, sobre, a vida que se desmaterializa numa nuvem azul – e novamente tragar. Fumar é um ritual. O cigarro tem uma cultura e uma história.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Quando se quer convencer alguém a abandonar o cigarro, não basta brandir argumentos médicos, denunciar os ganhos da indústria do tabaco à custa da saúde alheia. É preciso, ainda, desmontar as imagens inebriantes da cultura do cigarro. Das imagens, do discurso do fumo, fazem parte Humphrey Bogart tragando no aeroporto de Casablanca, dizendo adeus para sempre a Ingrid Bergman, Jean-Paul Sartre fumando no Café de Flore durante o Maio de 68 parisiense, e Rita Hayworth, de piteira, exalando lascívia em &lt;em&gt;Gilda&lt;/em&gt;. Emblemas da cultura do cigarro, Bogart, Sartre e Hayworth identificaram ao fumo comportamentos bem nítidos. Bogart, o machão de alma romântica, associou ao fumo o vício da solidão. Sartre, vesgo e baixinho, deu à fumaça uma aura de existencialismo, de pensamento e rebeldia. E Rita Hayworth associou para sempre cigarro a devassidão, maus costumes, erotismo. A mulher fatal fuma, assim como o aventureiro e o filósofo inconformista. O cigarro, assim, não é coisa de bocós que cultuam o corpo nem de mocinhas inocentes. É coisa de gente experiente. De gente que topa gastar o corpo rápido para melhor aproveitá-lo. Cigarro é coisa de pecadores. Daí o seu fascínio. A beleza do cigarro não é solar e saudável, racional e reveladora. É noturna, doente, suja, compulsiva, neurótica.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(...)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;É de subversão aos bons costumes que se trata, quando se fala em cigarros. É reação puritana, envernizada por teorias científicas, a grita histérica contra o tabaco nos dias que correm. O historiador americano Richard Klein, em seu livro Os Cigarros São Sublimes, ilustra esse fato ao mostrar que sempre que se lutou pela pátria, pela revolução, pela conquista de algum direito, as nuvens negras do cigarro estiveram presentes. Um dos episódios mais célebres da independência americana, quando os colonos lançaram ao mar mercadorias taxadas em excesso pela coroa britânica, envolveu o tabaco, submerso em grandes fardos junto a lotes de chá, as chamadas “Tea Party”. Nas guerras, já o disse o general John Joseph Pershing, chefe da Força Expedicionária americana durante a I Guerra Mundial, o cigarro é tão imprescindível no front quanto as balas, para ganhar a batalha. Nas barricadas de Maio de 68, na França, durante a revolta dos estudantes e operários, o cigarro era a companhia inevitável.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Vitaminas e Academias – Pode-se argumentar que a atmosfera fumacenta decorre da ansiedade que envolve o indivíduo nesses momentos cruciais. É apenas parte da verdade. A nicotina é poderoso lenitivo contra a angústia, sem ser um estupefaciante, como outras drogas. Mas, antes de assumir que todos os soldados de todas as causas não passam de vítimas de seus comandantes, que tal pensá-los como pessoas que resolveram dar-se ao luxo de morrer, física ou moralmente, pelo que acreditam correto? Nessa perspectiva, o cigarro ganha a dignidade de um companheiro inseparável, confidente mudo das abissais angústias. Só indivíduos que não ficam o tempo inteiro pensando em como preservar a própria saúde têm a coragem de enfrentar o inimigo que está na esquina. Quem pensaria, nessas circunstâncias, em vitaminas e academias de musculação?&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;(...)&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Os antitabagistas de hoje usam argumentos sanitaristas para proscrever os fumantes. Julgam-se tributários dos avanços recentes da medicina e tentam a todo custo evitar a pecha de moralistas, já lançada contra eles antes, quando insistiam em perseguir pelas ruas, aos gritos de “prostituta!, leviana!”, as mulheres que fumavam. Mas é a mesma recusa ao prazer que faz com que o cigarro seja lançado no limbo dos infernos, transformado em grande Satã contemporâneo. Que faz com que se busque o sexo tão seguro que acaba por abolir o sexo. Que impede que alguém mergulhe sem culpa num belo prato de comida. Que lança anátemas contra quem se refestela numa rede, quando deveria estar malhando numa academia.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Fumar, nessa perspectiva, pode ser uma resistência à repressão, ao massacre dos impulsos organizado pela civilização. Uma resistência ambígua, pois feita de auto-aniquilação, de morte. O fumante, cada vez mais, sabe que o cigarro o está matando. “Enquanto o Destino mo conceder, continuarei fumando”, resiste o poeta Fernando Pessoa, sob a máscara de Álvaro de Campos, em &lt;em&gt;Tabacaria&lt;/em&gt;. Sigmund Freud, em &lt;em&gt;O Mal-Estar na Civilização&lt;/em&gt; (também conhecido no Brasil como &lt;em&gt;A Civilização e Seus Descontentes&lt;/em&gt;), em 1929, escreveu que “a vida, tal como nós a encontramos, é muito dura e disso decorrem descontentamento e dores. Não passamos sem paliativos, substâncias intoxicantes que nos tornem insensíveis. Elas são imprescindíveis”, diz Freud, fumante de vinte charutos por dia, charutos que ajudaram a desenvolver o câncer no maxilar que o matou, sabia que o fumo era um desses paliativos, dessas substâncias intoxicantes que nos servem de apoio para atravessar a vida. Querer erradicar o cigarro é uma ilusão, é achar que a humanidade almeja o bom e o bem, racionalmente. E é, talvez, querer destruir aquilo que a humanidade tem de mais belo: a capacidade de criar um objeto que, injetando fumaça corpo adentro, nos ajuda a viver e morrer. Sem cigarro, é difícil aturar a realidade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Revista Veja, 29/05/1996&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8820602537982176322-8314905963037981420?l=danielcouri.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://danielcouri.blogspot.com/feeds/8314905963037981420/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8820602537982176322&amp;postID=8314905963037981420' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8820602537982176322/posts/default/8314905963037981420'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8820602537982176322/posts/default/8314905963037981420'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://danielcouri.blogspot.com/2009/03/tem-fogo.html' title='Tem fogo?'/><author><name>Daniel Couri</name><uri>http://www.blogger.com/profile/06840073946798204108</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/-rA_WPmgchDU/TvvF_HIsolI/AAAAAAAAAcM/-ymBHNcmGQw/s220/msn1.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/_995wn7UT2Y8/Sbq_smJROeI/AAAAAAAAADo/IvtA03sW2Yg/s72-c/old.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8820602537982176322.post-8017230118233434418</id><published>2009-03-10T07:24:00.000-07:00</published><updated>2009-03-10T07:54:51.773-07:00</updated><title type='text'>Ainda as novela das seis</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_995wn7UT2Y8/SbZ8n_SRmII/AAAAAAAAADg/M7XFPLEzEyA/s1600-h/nov6.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5311569836974905474" style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; WIDTH: 193px; CURSOR: hand; HEIGHT: 196px" alt="" src="http://1.bp.blogspot.com/_995wn7UT2Y8/SbZ8n_SRmII/AAAAAAAAADg/M7XFPLEzEyA/s320/nov6.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Já que o último &lt;em&gt;post&lt;/em&gt; foi sobre uma novela das seis prestes a estrear, continuemos com o tema. Há algum tempo os noveleiros estão desiludidos com o horário. Os tempos mudaram, a rotina do brasileiro mudou, a família, a sociedade, a tecnologia, tudo mudou. É raro hoje em dia um autor conseguir emplacar uma novela das seis. A última que me lembro foi o &lt;em&gt;remake&lt;/em&gt; de &lt;em&gt;O profeta&lt;/em&gt;, em 2006. De lá pra cá, só fiascos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Hoje, novela das seis horas da tarde já é marca registrada, mas tudo começou em maio de 1975, quando a TV Globo inaugurou a programação fixa das 18:00 horas, dando assim mais um passo importante na história da telenovela brasileira. À princípio, o horário era dedicado exclusivamente a transpor para a TV grandes romances da literatura brasileira. A estréia ficou com Machado de Assis e seu romance &lt;em&gt;Helena&lt;/em&gt;, com adaptação do então novato Gilberto Braga.A Globo passou a investir no requinte das adaptações literárias. Novelas como &lt;em&gt;Senhora&lt;/em&gt; (1975/76), &lt;em&gt;A Moreninha&lt;/em&gt; (1976) e &lt;em&gt;A Escrava Isaura&lt;/em&gt;(1976/77) conquistaram o público e firmaram formato. Lucélia Santos e Rubens De Falco, nos papéis principais, ainda hoje são sucesso no mundo todo com &lt;em&gt;A Escrava Isaura&lt;/em&gt;.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas às seis, a Globo também alternou ilusões do século passado com romances um pouco mais recentes. A novela &lt;em&gt;O Feijão e o Sonho&lt;/em&gt;, por exemplo, da obra de Orígenes Lessa, abriu essa nova etapa. Para se ter uma idéia do poder do horário, muitos desses livros foram relançados e se tornaram campeões de vendagem, isso 20 ou 30 anos depois do lançamento. O mesmo aconteceu com o romance &lt;em&gt;Maria Dusá&lt;/em&gt;, de Lindolfo Rocha. Numa adaptação de Manoel Carlos, a novela &lt;em&gt;Maria Maria&lt;/em&gt; teve o requinte de uma superprodução na televisão e mais uma vez consagrou seu autor, esquecido desde o início do século.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em 1982, com a novela &lt;em&gt;Paraíso&lt;/em&gt;, a Globo abriu espaço também para roteiros originais, abordando temas atuais. Em 1993, um antigo sucesso do horário nobre da TV Tupi foi recontado às seis horas da tarde, &lt;em&gt;Mulheres de Areia&lt;/em&gt;, a saga das gêmeas Ruth e Raquel. A reedição dessa novela, da saudosa Ivani Ribeiro, chegou cheia de efeitos especiais, propiciando aos noveleiros de plantão mais um delicioso momento da telenovela brasileira. Depois do grande sucesso de &lt;em&gt;Mulheres de Areia&lt;/em&gt;, a Globo tentou emplacar com tramas inéditas, mas o público não aceitou bem e o Ibope do horário acabou decaindo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em 1997, entretanto, o núcleo de teledramaturgia da Globo resolveu trazer o sucesso de volta para o horário, com o bem sucedido &lt;em&gt;remake&lt;/em&gt; de &lt;em&gt;Anjo Mau&lt;/em&gt;. Com elenco, direção e campanha de divulgação impecáveis, o antigo sucesso de Cassiano Gabus Mendes, reescrito por Maria Adelaide Amaral, ganhou roupagem nova e trouxe os altos índices de audiência de volta ao horário das 18:00 horas. O mesmo aconteceu com a festejada estréia da versão anos 90 de &lt;em&gt;Pecado Capital&lt;/em&gt;, escrita originalmente por Janete Clair em 1975 e adaptada por Glória Perez em 1998. Já na primeira semana de exibição do &lt;em&gt;remake&lt;/em&gt;, os altos índices de audiência foram confirmados, embora a história tenha perdido o impacto inicial após os primeiros capítulos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No caso de &lt;em&gt;Cabocla&lt;/em&gt; e &lt;em&gt;Sinhá Moça&lt;/em&gt;, ambas de Benedito Ruy Barbosa, os &lt;em&gt;remakes&lt;/em&gt; foram bem sucedidos. Já &lt;em&gt;Ciranda de Pedra&lt;/em&gt;, apesar da produção impecável, não emplacou. Miguel Falabella que o diga, com sua &lt;em&gt;Negócio da China&lt;/em&gt;. Mesmo original, o autor reconhece que se desviou de sua tradicional fórmula de sucesso, marca de suas novelas anteriores. A esperança agora é a nova &lt;em&gt;Paraíso&lt;/em&gt;. &lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8820602537982176322-8017230118233434418?l=danielcouri.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://danielcouri.blogspot.com/feeds/8017230118233434418/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8820602537982176322&amp;postID=8017230118233434418' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8820602537982176322/posts/default/8017230118233434418'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8820602537982176322/posts/default/8017230118233434418'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://danielcouri.blogspot.com/2009/03/ainda-as-novela-das-seis.html' title='Ainda as novela das seis'/><author><name>Daniel Couri</name><uri>http://www.blogger.com/profile/06840073946798204108</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/-rA_WPmgchDU/TvvF_HIsolI/AAAAAAAAAcM/-ymBHNcmGQw/s220/msn1.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/_995wn7UT2Y8/SbZ8n_SRmII/AAAAAAAAADg/M7XFPLEzEyA/s72-c/nov6.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8820602537982176322.post-2589413671890008712</id><published>2009-03-06T05:51:00.000-08:00</published><updated>2009-03-06T06:00:53.658-08:00</updated><title type='text'>A dois passos do Paraíso</title><content type='html'>&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_995wn7UT2Y8/SbEseSor_KI/AAAAAAAAADQ/ypQmjwq9mDs/s1600-h/paraiso.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5310074334556716194" style="FLOAT: right; MARGIN: 0px 0px 10px 10px; WIDTH: 200px; CURSOR: hand; HEIGHT: 148px" alt="" src="http://4.bp.blogspot.com/_995wn7UT2Y8/SbEseSor_KI/AAAAAAAAADQ/ypQmjwq9mDs/s320/paraiso.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;Aos 77 anos, Benedito Ruy Barbosa causou polêmica terça-feira passada ao criticar as novelas atuais na entrevista coletiva de lançamento da nova novela das 6, &lt;em&gt;Paraíso&lt;/em&gt;. A trama é um &lt;em&gt;remake&lt;/em&gt; de 1982, do próprio autor, e promete levantar o quase sempre caído horário. Benedito relembrou o episódio que o fez criar &lt;em&gt;Paraíso&lt;/em&gt; nos anos 80: na época o programa &lt;em&gt;Povo na TV&lt;/em&gt;, do SBT (até então TVS), estava batendo a Globo em audiência. “Era um programa em que valia tudo. O apresentador mandava as pessoas colocarem um copo de água em cima da TV, depois dizia que essa água estava benta e que poderia curar até câncer. Pensei: ‘Para vencer isso, só mesmo o casamento do filho do diabo com a santinha’”, comentou, rindo. A estratégia funcionou. “A novela estava tão certa que entrou no ar e foi um desbunde. Chegou a dar 70% de audiência. Uma coisa maluca, hoje não se consegue mais isso”, afirma Benedito. E completa em seguida: “Ou talvez se consiga, se você mostrar o amor como ele deve ser vivido, com beleza e grandeza. Infelizmente, hoje, todas as novelas começam na horizontal, com o marido traindo a mulher, a mulher dormindo com três ou quatro". Entre outras frases polêmicas, o autor soltou: "Não escrevo novela para mostrar a Índia. O Brasil é maravilhoso". Parece que Miguel Falabella e Glória Perez não gostaram nem um pouco dos comentários ácidos do colega. &lt;em&gt;Paraíso&lt;/em&gt; volta à televisão em 16 de março com a proposta de resgatar o amor puro e romântico, além das histórias do interior do país. Quem assistiu à trama original tem a chance de relembrar a abertura no YouTube: &lt;a href="http://www.youtube.com/watch?v=0Zf44iCEG-M"&gt;http://www.youtube.com/watch?v=0Zf44iCEG-M&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8820602537982176322-2589413671890008712?l=danielcouri.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://danielcouri.blogspot.com/feeds/2589413671890008712/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8820602537982176322&amp;postID=2589413671890008712' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8820602537982176322/posts/default/2589413671890008712'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8820602537982176322/posts/default/2589413671890008712'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://danielcouri.blogspot.com/2009/03/dois-passos-do-paraiso.html' title='A dois passos do Paraíso'/><author><name>Daniel Couri</name><uri>http://www.blogger.com/profile/06840073946798204108</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/-rA_WPmgchDU/TvvF_HIsolI/AAAAAAAAAcM/-ymBHNcmGQw/s220/msn1.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/_995wn7UT2Y8/SbEseSor_KI/AAAAAAAAADQ/ypQmjwq9mDs/s72-c/paraiso.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8820602537982176322.post-4227315242604006034</id><published>2009-02-28T12:54:00.000-08:00</published><updated>2009-02-28T13:03:26.081-08:00</updated><title type='text'>Automóveis e homens</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;Como estou voltando para Brasília depois de um breve período de férias, resolvi postar aqui uma crônica do Rogério Menezes publicada há alguns anos no Correio Braziliense. Como me identifiquei instantaneamente, guardei aquela página do jornal. Outro dia achei o recorte no meio das minhas coisas e eis que o transcrevo aqui:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Crônica da Cidade&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Por Rogério Menezes&lt;br /&gt;Correio Braziliense 18/11/2002&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;Automóveis e homens&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Perdão pelo lugar-comum, pelo &lt;em&gt;déjà-vu&lt;/em&gt; do assunto, mas preciso voltar ao tema: Brasília privilegia automóveis. Não homens. Com pistas-de-alta-velocidade-que-parecem-aqueles-autoramas-das-infâncias-mais-remotas, ainda que reduzidas pela voracidade dos pardais sempre alertas, sempre implacáveis, esta capital federal é dos automóveis. Como a lua é dos namorados. Ponto.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Andarilho contumaz pela região central de Brasília, costumo cruzar mais, infinitamente mais, com automóveis do que com homens. Ao caminhar pela margem lateral do Eixo Momumental, um trecho que vai deste jornal até as imediações do Pátio Brasil Shopping, percurso que faço com certa regularidade, constato a implacável solidão dos que andam a pé em Brasília. Parece ser a mesma solidão implacável dos que andam (e pregam) nos desertos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ao caminhar em passo lento ao lado de automóveis que passam em alta velocidade sinto, admito, certa vergonha. Certa fragilidade. Certo desconforto. Certo mal-estar. Como se fosse um marginal. Um pária. Um alienígena. Um gauche-na-vida (se bem que seja, de fato, admito de novo, uma soma disso tudo). Tanto que tento evitar o olhar, se é que haverá algum, dos motoristas dos carros que circulam ao redor a toda velovidade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Temo ler no olhar deles algo assim: - &lt;em&gt;O que esse maluco estará fazendo sozinho e a pé nesta cidade que pertence aos automóveis e a mais ninguém?&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Eventualmente capto certa raiva dos automóveis (melhor: dos motoristas que os conduzem) em relação a mim. É quando, na bucólica solidão verdejante do Parque da Cidade, surjo assim, do meio do nada e, estacionado à margem de alguma faixa de pedestre, levanto a mão sinalizando que atravessarei a pista.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Aí, quando sou obrigado a olhar para os carros e, conseqüentemente, para os motoristas que os conduzem, tentando perceber, com algum grau de precisão, se chegarei vivo ou não ao outro lado da pista, flagro olhares de desprezo, de raiva, e até mesmo de piedade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Aí, nesses momentos, leio pensamentos assim: - &lt;em&gt;De onde saiu esse pobre-diabo? Será que esse pobre-diabo não teme que algum motorista mais apressado ignore o sinal de mão dele e o transforme em massa disforme imiscuída no asfalto negro?&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Aí, após essa fugaz troca de olhares, atravesso a pista, morrendo de medo que o motorista mude de idéia e me atropele (afinal de contas será crime sem testemunhas; Brasília é, em alguns lugares, cidade-sem-testemunhas).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Aí, ao chegar no outro lado da pista, constato: - Bom. Sobrevivi.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Aí, sigo em frente - e em paz. Pelo menos até que outro automóvel veloz surja de algum lugar e acabe com tudo.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8820602537982176322-4227315242604006034?l=danielcouri.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://danielcouri.blogspot.com/feeds/4227315242604006034/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8820602537982176322&amp;postID=4227315242604006034' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8820602537982176322/posts/default/4227315242604006034'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8820602537982176322/posts/default/4227315242604006034'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://danielcouri.blogspot.com/2009/02/automoveis-e-homens.html' title='Automóveis e homens'/><author><name>Daniel Couri</name><uri>http://www.blogger.com/profile/06840073946798204108</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/-rA_WPmgchDU/TvvF_HIsolI/AAAAAAAAAcM/-ymBHNcmGQw/s220/msn1.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8820602537982176322.post-4143131591651130292</id><published>2009-02-22T01:11:00.000-08:00</published><updated>2009-02-22T01:34:04.911-08:00</updated><title type='text'>O resgate da própria alma</title><content type='html'>&lt;div align="center"&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_995wn7UT2Y8/SaEXUOyxGoI/AAAAAAAAAC4/tdau0D7-W4Y/s1600-h/muriae1.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5305547472355007106" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 320px; CURSOR: hand; HEIGHT: 240px; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://1.bp.blogspot.com/_995wn7UT2Y8/SaEXUOyxGoI/AAAAAAAAAC4/tdau0D7-W4Y/s320/muriae1.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;em&gt;Old photographs and places I remember&lt;br /&gt;Just like a dying ember&lt;br /&gt;That's burned into my soul&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;em&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;(Jim Capaldi - &lt;em&gt;Old Photographs&lt;/em&gt;)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Hoje faz uma semana que estou na casa dos meus pais, em Muriaé (MG). E já estou de partida para o Rio. É inevitável o choque cultural que se tem ao voltar para o ambiente familiar. Principalmente para quem vem tão pouco à terra natal, como é o meu caso. A distância não favorece as visitas constantes, um dos motivos pelos quais venho pouco. A cidade não é, como direi... muito convidativa. Mas mesmo o choque cultural tem seus encantos, apesar da melancolia nostálgica de testemunhar, ano a ano, o desfacelamento da cidade que outrora era mais aprazível. Algumas ruas foram parcialmente levadas pelas últimas enchentes. Muitas casas tradicionais foram demolidas e deram lugar a construções horrendas, prédios compridos e finos que mataram a (pouca) personalidade que a cidade tinha. As casas do começo do século passado já quase não existem. As fachadas da cidade foram sufocadas por um monte de portas, portinhas e vitrines de lojas, lojinhas, lanchonetes e botecos. As pracinhas, já áridas e praticamente sem vegetação, são um verdadeiro mafuá. As pessoas estão cada vez mais selvagens, nada é conservado. Vivo isto como férias, mas não consigo evitar o saudosimso. Não que Muriaé já tenha sido algum paraíso, mas perto do que é hoje, a cidade já foi bem mais agradável, tanto social como visualmente. Alguém já disse, aliás um outro mineiro, Otto Lara Rezende, que nossa alma está no lugar onde nascemos. Nas praças, no sino da igreja, no casario, no paralelepípedo das ruas. Gente mais simples já disse que pegamos energia no lugar onde nosso umbigo está enterrado. E eu acredito nisso. Sei que, apesar de não ter simpatia alguma por Muriaé, em algum cantinho recôndito, bem lá no fundo, tenho carinho pelo tempo em que vivi aqui. Mesmo que hoje quase tudo esteja diferente do meu tempo de infância e adolescência, ainda sinto os mesmos cheiros daquelas épocas. Determinadas ruas têm o cheiro das padarias da minha infância, o pão que ficava pronto no final da madrugada, as vitrines cheias de guloseimas e abelhas... Em outras ruas sinto aquele cheiro delicioso de comida, no começo da noite. O cheiro vem das "casas de família" e se mistura ao cheiro de dama da noite. As lojas de aviamentos e tecidos ainda conservam o mesmo cheiro de antigamente, assim como as igrejas, a banca do jornaleiro e os supermercados. Engraçado como o cheiro nos transporta para outra época, outra era, tão longe... E ao mesmo tempo, nos traz de volta para o mesmo lugar, ainda que nada seja mais como antes. Até hoje sinto - embora muito raramente - o cheiro do jardim de infância. Aquele cheiro de merenda (Mirabel, suco, frutas) misturado à lápis de cera, tinta guache, massa de modelar, caderno novo... Enfim, cheiro de criança, de infância.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;...&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Só de curiosidade: o trecho que citei no início deste &lt;em&gt;post&lt;/em&gt; é da música &lt;em&gt;Old Photographs&lt;/em&gt;, de Jim Capaldi, cuja letra tem a ver com o que escrevi e, por coincidência, eu estava escutando enquanto escrevia. Para quem não sabe, a música ganhou uma versão piegas (e bem conhecida) em português chamada &lt;em&gt;Casinha Branca&lt;/em&gt;. Nada a ver com a letra original em inglês. O trecho correspondente seria "Eu queria ter na vida simplesmente / um lugar de mato verde / pra plantar e pra colher". &lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8820602537982176322-4143131591651130292?l=danielcouri.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://danielcouri.blogspot.com/feeds/4143131591651130292/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8820602537982176322&amp;postID=4143131591651130292' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8820602537982176322/posts/default/4143131591651130292'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8820602537982176322/posts/default/4143131591651130292'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://danielcouri.blogspot.com/2009/02/o-resgate-da-propria-alma_22.html' title='O resgate da própria alma'/><author><name>Daniel Couri</name><uri>http://www.blogger.com/profile/06840073946798204108</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/-rA_WPmgchDU/TvvF_HIsolI/AAAAAAAAAcM/-ymBHNcmGQw/s220/msn1.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/_995wn7UT2Y8/SaEXUOyxGoI/AAAAAAAAAC4/tdau0D7-W4Y/s72-c/muriae1.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8820602537982176322.post-945071391103569962</id><published>2009-02-21T04:27:00.000-08:00</published><updated>2009-02-21T19:22:18.228-08:00</updated><title type='text'>Daniela, Madonna, Angelina...</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_995wn7UT2Y8/SZ_1y_6wZ7I/AAAAAAAAACY/Ni9WQUIemLI/s1600-h/entrevista1.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5305229142565873586" style="FLOAT: right; MARGIN: 0px 0px 10px 10px; WIDTH: 181px; CURSOR: hand; HEIGHT: 280px" alt="" src="http://1.bp.blogspot.com/_995wn7UT2Y8/SZ_1y_6wZ7I/AAAAAAAAACY/Ni9WQUIemLI/s320/entrevista1.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;A entrevista da &lt;em&gt;Veja&lt;/em&gt; desta semana está bombástica (no bom sentido). Camille Paglia, a intelectual americana da cultura pop, diz que o cenário atual é desanimador e exalta nossa Daniela Mercury - de quem se tornou fã - como a "Madonna brasileira". Mas sobre a verdadeira Madonna ela dispara:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"Ela está patética. O que mais me espanta é esse envolvimento com a cabala. De um lado está a Madonna dos anos 80, um símbolo de rebelião contra a ortodoxia religiosa. Agora temos a Madonna pregando a cabala, catequizando pessoas. Para Madonna, consultar a cabala é como ir ao terapeuta. Não é uma crença religiosa, é um modo de lidar com seus problemas psicológicos. E não é coincidência que a criatividade dela tenha decaído. Além disso, ela está um monstro. São inacreditáveis aqueles braços grotescamente musculosos e mãos que lembram garras. Não me parece uma sexualidade realmente autêntica, é muito conceito, muito planejamento mental. Ela deveria meditar sobre sua grande influência, Marlene Dietrich, com quem viveu algo muito triste. Madonna quis fazer um filme sobre Marlene, que ainda estava viva, reclusa em Paris. Marlene não quis. Não permitiu que ela a interpretasse, por considerá-la muito vulgar. Madonna se casou com um homem dez anos mais novo e começou a lutar para parecer uma menininha. Quanto tempo vai continuar com isso?"&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A entrevista continua e Camille também:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"Eu achava Guy Ritchie [ex-marido de Madonna] um cara decente e continuo achando. Depois da separação, todo mundo esperava que ele voltasse a desfilar com loiras pernudas, o tipo de mulher com quem saía antes de se casar. Até agora, não apareceu nenhuma foto de Ritchie com outra mulher. Já Madonna quer dar o troco e mostrar que continua desejada, mas só parece desesperada ao sair com homens como Alex Rodriguez (jogador de beisebol) e agora o modelo brasileiro. Ele é muito bonito, diria magnífico, mas o caso é patético. Acho bom que mulheres mais velhas tenham namorados mais jovens. Mas tem de existir química, um entendimento na relação entre os dois. No caso de Madonna, o rapaz parece um gigolô e faz com que ela fique ridícula."&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sobre Angelina Jolie, a quem considera "uma atriz maravilhosa", Camille diz:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"O problema com Angelina é que, ao atingir o ápice do estrelato, as pressões ficaram muito fortes e ela passou a fazer um jogo de esconde-esconde esquisito. Normalmente, eu desaprovo atores que se passam por militantes políticos. Tudo bem aparecer ocasionalmente em um evento beneficente, mas eles não devem partir para cruzadas. Uma exceção é o Bono Vox. Acho interessante ver que, conforme vai envelhecendo, dedica sua energia às questões políticas. Mas Angelina ainda está no topo da sua performance. Ela deveria gastar o tempo estudando arte em vez de ficar tentando provar que é Madre Teresa ou Joana d'Arc. Minha vontade é dizer a ela: 'Pare de falar e vá se concentrar em outra coisa'."&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Falou e disse. Quem quiser ler a entrevista na íntegra, ela está na revista &lt;em&gt;Veja&lt;/em&gt; (Edição 2101, de 25 de fevereiro de 2009).&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8820602537982176322-945071391103569962?l=danielcouri.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://danielcouri.blogspot.com/feeds/945071391103569962/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8820602537982176322&amp;postID=945071391103569962' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8820602537982176322/posts/default/945071391103569962'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8820602537982176322/posts/default/945071391103569962'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://danielcouri.blogspot.com/2009/02/daniela-madonna-angelina.html' title='Daniela, Madonna, Angelina...'/><author><name>Daniel Couri</name><uri>http://www.blogger.com/profile/06840073946798204108</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/-rA_WPmgchDU/TvvF_HIsolI/AAAAAAAAAcM/-ymBHNcmGQw/s220/msn1.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/_995wn7UT2Y8/SZ_1y_6wZ7I/AAAAAAAAACY/Ni9WQUIemLI/s72-c/entrevista1.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8820602537982176322.post-7128692174195893488</id><published>2009-02-19T10:45:00.000-08:00</published><updated>2009-02-20T05:16:57.947-08:00</updated><title type='text'>Viva las cifras</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_995wn7UT2Y8/SZ2sZ_xW9_I/AAAAAAAAACQ/7uRIz90tGx8/s1600-h/CD2008.JPG"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5304585498727479282" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 320px; CURSOR: hand; HEIGHT: 109px; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://1.bp.blogspot.com/_995wn7UT2Y8/SZ2sZ_xW9_I/AAAAAAAAACQ/7uRIz90tGx8/s320/CD2008.JPG" border="0" /&gt;&lt;/a&gt; O grupo de rock britânico Coldplay foi o grande campeão de vendas de discos em 2008. &lt;em&gt;Viva la Vida&lt;/em&gt; (EMI) vendeu 6,8 milhões de cópias pelo mundo no ano passado, de acordo com a IFPI, entidade que representa a indústria fonográfica mundial. O vicecampeonato na lista de discos mais vendidos ficou com o veterano grupo de rock australiano AC/DC: &lt;em&gt;Black Ice&lt;/em&gt; (Sony&amp;amp;BMG), primeiro disco da banda em oito anos, ultrapassou os seis milhões de cópias vendidas. E, como não podia deixar de ser, meus indefectíveis suecos não podiam ficar de fora desse ranking. A trilha sonora do filme &lt;em&gt;Mamma Mia!&lt;/em&gt; (Universal), com músicas do ABBA, ficou em terceiro lugar. A trilha ajudou a puxar a clássica coletânea do quarteto sueco, &lt;em&gt;ABBA Gold&lt;/em&gt; (Universal), lançada em 1992, ao 37º lugar entre os discos mais vendidos de 2008. &lt;em&gt;Gold&lt;/em&gt; já virou arroz de festa nas listas de mais vendidos. Vira e mexe a coletânea volta às paradas. &lt;div align="center"&gt;&lt;br /&gt;:: :: :: ::&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Como eu já previa...&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Uma semana depois de sua estréia mundial, o remake de &lt;em&gt;Sexta-Feira 13&lt;/em&gt; provou ser um sucesso. Foi o 12º filme da série, iniciada em 1980, e o primeiro em seis anos. O novo filme começa resumindo as origens do &lt;em&gt;serial killer&lt;/em&gt; Jason Voorhees e corta para os dias atuais. Jason era um garoto com deficiências mentais que se afogou no lago (Crystal Lake), enquanto dois monitores faziam sexo em vez de cuidar dele. No primeiro filme, sua mãe, Pamela Voorhees, se vinga e assassina todos na colônia, mas morre decapitada. No segundo, Jason ressuscita e, para vingar a mãe, mata todos que se aproximam do lago. O bonequinho d'&lt;em&gt;O&lt;/em&gt; &lt;em&gt;Globo&lt;/em&gt; aplaudiu através da crítica positiva de Tom Leão (em 18/02/2009):&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"O novo &lt;em&gt;Friday the 13th &lt;/em&gt;(no original) tem a seu favor o fato de não mexer muito na mitologia do serial killer, como fizeram na refilmagem do clássico &lt;em&gt;O Massacre da Serra Elétrica&lt;/em&gt;. Também, em comparação, é o mais bem-acabado produto da série, geralmente de filmes de baixíssimos orçamentos (...). Os fãs desse tipo de filme querem ver mortes cada vez mais caprichadas e absurdas (e risíveis) e mulheres bonitas mostrando os seios (...). Logo a trama vem para os dias atuais, quando, mais uma vez, Jason desperta de seu marasmo na sossegada região de Crystal Lake para chacinar os jovens que vão lá acampar e fornicar. E aí está a base moralista que move este tipo de filme, e que foi desconstruída no primeiro da série &lt;em&gt;Pânico&lt;/em&gt;: as pessoas morrem por estar se divertindo, transando, bebendo e fumando erva, tudo o que foi negado ao jovem Jason, que morreu por causa da conjunção desses fatores e não pôde chegar à adolescência. Moralismos à parte (isso está entranhado na cultura americana e em quase todo tipo de filme de Hollywood há décadas), é o tipo de filme para quem gosta do gênero e que andava meio sumido das telas, repletas de adaptações de filmes de terror psicológico orientais, com muito clima e poucas cenas radicais de fato. Puro escapismo inconseqüente. O facão voltou e está cortando como nunca. &lt;em&gt;Slash!&lt;/em&gt;"&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8820602537982176322-7128692174195893488?l=danielcouri.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://danielcouri.blogspot.com/feeds/7128692174195893488/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8820602537982176322&amp;postID=7128692174195893488' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8820602537982176322/posts/default/7128692174195893488'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8820602537982176322/posts/default/7128692174195893488'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://danielcouri.blogspot.com/2009/02/balanco-musical-de-2008.html' title='Viva las cifras'/><author><name>Daniel Couri</name><uri>http://www.blogger.com/profile/06840073946798204108</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/-rA_WPmgchDU/TvvF_HIsolI/AAAAAAAAAcM/-ymBHNcmGQw/s220/msn1.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/_995wn7UT2Y8/SZ2sZ_xW9_I/AAAAAAAAACQ/7uRIz90tGx8/s72-c/CD2008.JPG' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8820602537982176322.post-7406160947911167534</id><published>2009-02-11T02:34:00.000-08:00</published><updated>2009-02-20T05:50:52.871-08:00</updated><title type='text'>Quanto pior, melhor - Parte 2</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_995wn7UT2Y8/SZKrvLVaxmI/AAAAAAAAACI/J4osr7iK_AE/s1600-h/HorrorMovies.gif"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5301488538353321570" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 320px; CURSOR: hand; HEIGHT: 202px; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://3.bp.blogspot.com/_995wn7UT2Y8/SZKrvLVaxmI/AAAAAAAAACI/J4osr7iK_AE/s320/HorrorMovies.gif" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;O que interessa mesmo é o extraordinário fenômeno de algumas (leia-se muitas) pessoas aparentemente normais cultuarem deliberadamente os piores filmes do mundo, feitos especialmente para esse mercado. Um ótimo exemplo são os filmes que eram apresentados por José Mojica Marins – o Zé do Caixão – no extinto Cine Trash, da TV Bandeirantes. Filmes ruins por opção, como os infames &lt;em&gt;O Ataque dos Tomates Assassinos&lt;/em&gt; (&lt;em&gt;Attack of the Killer Tomatoes&lt;/em&gt;, 1980) e &lt;em&gt;O Ataque dos Vermes Malditos&lt;/em&gt; (&lt;em&gt;Tremors&lt;/em&gt;, 1990). O curioso é que alguns desses filmes, de tão ruins, viraram até clássicos, como aconteceu com &lt;em&gt;O Massacre da Serra Elétrica&lt;/em&gt; (&lt;em&gt;The Texas Chainsaw Massacre&lt;/em&gt;, 1974), de Tobe Hooper, que ganhou refilmagem em 2004.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No entanto, o mais lírico dos bad movies, verdadeira obra-prima, é &lt;em&gt;O Abominável Dr. Phibes&lt;/em&gt; (&lt;em&gt;The Abominable Dr. Phibes&lt;/em&gt;, 1971), dirigido por Robert Fuest. O filme mostra o admirável Vincent Price no papel de um homem amargurado pela morte da mulher por erro médico. Um a um, ele mata cada um dos doutores.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O diretor John Waters, papa do kitsch, brincou com a idéia da obsessão da mídia e do público pelos psicopatas. No impagável &lt;em&gt;Mamãe é de Morte&lt;/em&gt; (&lt;em&gt;Serial Mom&lt;/em&gt;, 1993), Kathleen Turner interpreta uma simpática mãe que assiste secretamente a filmes de horror baratos. O filme mostra com muito humor negro do que essa mãe de uma pacata família de classe média americana é capaz.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A americana Pauline Kael, célebre crítica de cinema da revista New Yorker, fez uma interessante observação sobre a paixão por filmes ruins. Segundo ela, "o que nos agrada em cada filme, na maioria das vezes, tem muito pouca relação com o que consideramos arte".&lt;br /&gt;Verdade seja dita: com maior ou menor talento, o cinema aprendeu a brincar com a morte – um tema importante demais para ser levado a sério. Talvez aí esteja o grande carisma dos filmes de terror, que não deixam de ser uma das melhores válvulas de escape.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8820602537982176322-7406160947911167534?l=danielcouri.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://danielcouri.blogspot.com/feeds/7406160947911167534/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8820602537982176322&amp;postID=7406160947911167534' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8820602537982176322/posts/default/7406160947911167534'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8820602537982176322/posts/default/7406160947911167534'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://danielcouri.blogspot.com/2009/02/quanto-pior-melhor-parte-2.html' title='Quanto pior, melhor - Parte 2'/><author><name>Daniel Couri</name><uri>http://www.blogger.com/profile/06840073946798204108</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/-rA_WPmgchDU/TvvF_HIsolI/AAAAAAAAAcM/-ymBHNcmGQw/s220/msn1.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/_995wn7UT2Y8/SZKrvLVaxmI/AAAAAAAAACI/J4osr7iK_AE/s72-c/HorrorMovies.gif' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8820602537982176322.post-5603533272874726427</id><published>2009-02-10T07:26:00.000-08:00</published><updated>2009-02-20T05:55:39.613-08:00</updated><title type='text'>Quanto pior, melhor - Parte 1</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_995wn7UT2Y8/SZGie0m7WMI/AAAAAAAAACA/HqpTx7QR4Xc/s1600-h/Evil_Dead-83.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5301196886793476290" style="FLOAT: right; MARGIN: 0px 0px 10px 10px; WIDTH: 214px; CURSOR: hand; HEIGHT: 320px" alt="" src="http://2.bp.blogspot.com/_995wn7UT2Y8/SZGie0m7WMI/AAAAAAAAACA/HqpTx7QR4Xc/s320/Evil_Dead-83.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Entre os chamados filmes fantásticos mais procurados nas videolocadoras, a grande maioria pertence à chamada "produção B". São filmes de baixo orçamento que utilizam linguagem televisiva, elenco geralmente desconhecido e pouco convincente. Neles, o malfeito faz parte da própria curtição que o público espera. Há uma tendência do espectador em misturar o susto com o riso, dando espaço ao surgimento do humor negro. O filme &lt;em&gt;Pânico&lt;/em&gt; (&lt;em&gt;Scream&lt;/em&gt;, 1996), de Wes Craven, brinca justamente com isso e talvez por esse motivo – somado ao elenco de jovens talentos da época – tenha acertado no ponto. Não foi à toa que abriu um novo e aparentemente inesgotável espaço no mercado.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Como tudo na vida, os &lt;em&gt;bad movies&lt;/em&gt; também têm seu lado bom, especialmente no terror, gênero em que um diretor ansioso por novas experiências pode fazer de tudo. Entusiasmada com a estrutura da obra de Alfred Hitchcock, a nova geração acrescentou alguns baldes de sangue e muita violência explícita, dando origem ao subgênero conhecido popularmente como "sangue-e-tripas".&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Pelo menos dois filmes merecem citação como exemplos de talento no mundo do "quanto pior, melhor". Um é &lt;em&gt;A Morte do Demônio&lt;/em&gt; (&lt;em&gt;The Evil Dead&lt;/em&gt;, 1982), do hoje consagrado Sam Raimi (diretor do recente sucesso &lt;em&gt;Homem Aranha&lt;/em&gt;). Os atores são péssimos, a direção de arte inexistente, a história ridícula e os diálogos canhestros. Mas a montagem, os movimentos de câmera, todo o ritmo do filme foi inovador e mostra o extraordinário domínio do espaço por esse cineasta que se tornou um dos melhores da novíssima geração americana.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Outro manjadíssimo é o já comentado &lt;em&gt;Sexta-feira 13&lt;/em&gt; (&lt;em&gt;Friday The 13th, &lt;/em&gt;1980), de Sean Cunningham. O filme acabou gerando uma série de incontáveis continuações, todas parecidíssimas, e transformou o psicopata Jason no herói americano dos anos 80. A cada filme da série decaía a qualidade, mas o sucesso de público continuava. Tudo porque os sustos já eram conhecidos e o riso nervoso passava a ser rotineiro.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;O mesmo aconteceu com a série &lt;em&gt;A Hora do Pesadelo&lt;/em&gt; (&lt;em&gt;A Nightmare on Elm Street&lt;/em&gt;, 1984), do mesmo diretor de “Pânico” que, aliás, foi um dos precursores do gênero sangue-e-tripas. A filmografia de Wes Craven é extensa, incluindo clássicos trash como &lt;em&gt;Aniversário Macabro&lt;/em&gt; (&lt;em&gt;The Last House on the Left&lt;/em&gt;, 1972), &lt;em&gt;Quadrilha de Sádicos&lt;/em&gt; (&lt;em&gt;The Hills Have Eyes&lt;/em&gt;, 1977) e &lt;em&gt;A Maldição dos Mortos-Vivos&lt;/em&gt; (&lt;em&gt;The Serpent and the Rainbow&lt;/em&gt;, 1988).&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8820602537982176322-5603533272874726427?l=danielcouri.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://danielcouri.blogspot.com/feeds/5603533272874726427/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8820602537982176322&amp;postID=5603533272874726427' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8820602537982176322/posts/default/5603533272874726427'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8820602537982176322/posts/default/5603533272874726427'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://danielcouri.blogspot.com/2009/02/quanto-pior-melhor-parte-1.html' title='Quanto pior, melhor - Parte 1'/><author><name>Daniel Couri</name><uri>http://www.blogger.com/profile/06840073946798204108</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/-rA_WPmgchDU/TvvF_HIsolI/AAAAAAAAAcM/-ymBHNcmGQw/s220/msn1.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/_995wn7UT2Y8/SZGie0m7WMI/AAAAAAAAACA/HqpTx7QR4Xc/s72-c/Evil_Dead-83.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8820602537982176322.post-2402607520118355336</id><published>2009-02-09T07:57:00.000-08:00</published><updated>2009-02-20T05:57:45.618-08:00</updated><title type='text'>Sangue, tripas e pipoca</title><content type='html'>&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_995wn7UT2Y8/SZBWKP2dXYI/AAAAAAAAAB4/uH_C_i14_Tg/s1600-h/jason.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5300831495468703106" style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; WIDTH: 255px; CURSOR: hand; HEIGHT: 320px" alt="" src="http://4.bp.blogspot.com/_995wn7UT2Y8/SZBWKP2dXYI/AAAAAAAAAB4/uH_C_i14_Tg/s320/jason.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;Um dos gêneros mais procurados nas videolocadoras durante a década de 1980 foi o suspense, principalmente aqueles filmes que mostravam o dito terror fantástico. Casas mal-assombradas, vampiros, lobisomens, zumbis, monstros do espaço, demônios reencarnados ou simplesmente assassinos em série fazem parte de uma estranha galeria de personagens que todos os dias entram em milhões de salas de visitas. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;O filme &lt;em&gt;Pânico&lt;/em&gt; (&lt;em&gt;Scream&lt;/em&gt;, 1996), de Wes Craven, veterano no gênero, ressuscitou o tema do psicopata que rodeia um grupo de estudantes, esquecido uma década antes. Mas o novo terror do século XXI não tem nada que lembre as produções &lt;em&gt;trash&lt;/em&gt; dos anos 70 e 80, pelo contrário. Há efeitos e maquiagem de primeira, atores conhecidos e na maioria das vezes talentosos (geralmente carinhas fáceis da TV americana), embora a fórmula original seja a mesma dos filmes de terror &lt;em&gt;teen&lt;/em&gt; das décadas anteriores. A diferença é que agora há mais recursos e um mercado muito mais exigente. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;No caso do bem sucedido &lt;em&gt;Pânico&lt;/em&gt;, o filme gerou até continuações e originou uma série interminável de similares. É uma diversão tensa e angustiante, mas que tem fãs ardorosos entre o público de DVD. Contrariando o que se dizia por aí, os filmes de terror e suspense têm ainda fôlego para muitas vidas. Prova disso é que muitos ganharam - e continuam ganhando - até refilmagens, como &lt;em&gt;O Massacre da Serra Elétrica&lt;/em&gt; e &lt;em&gt;A Profecia&lt;/em&gt;. Sem falar nas edições de luxo lançadas em DVD, com cenas inéditas, imagens restauradas, curiosidades e muitos extras.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;E para não dizer que não falei de Jason, estréia na próxima sexta aquele que não poderia faltar na galeria dos "eternos": &lt;em&gt;Sexta-feira 13&lt;/em&gt; (&lt;em&gt;Friday the 13th&lt;/em&gt;). Depois de dezenas de seqüências (incluindo até um confronto com Freddy Krueger, seu astro rival de &lt;em&gt;A Hora do Pesadelo&lt;/em&gt;), parece que mais um filme da série ganhará as telas do cinema. Mas não será uma continuação e sim uma refilmagem. O curioso é pensar que ainda acham fôlego para variar mais uma vez sobre o mesmo tema. E olha que de variações, &lt;em&gt;Sexta-feira 13&lt;/em&gt; está cheio! Não importa, o público não se cansa de levar sustos com Jason. Por isso mesmo, esta semana o blog será dedicado à estréia do &lt;em&gt;remake&lt;/em&gt; e aos filmes de terror em geral, dos quais sou fã confesso.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8820602537982176322-2402607520118355336?l=danielcouri.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://danielcouri.blogspot.com/feeds/2402607520118355336/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8820602537982176322&amp;postID=2402607520118355336' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8820602537982176322/posts/default/2402607520118355336'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8820602537982176322/posts/default/2402607520118355336'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://danielcouri.blogspot.com/2009/02/sangue-tripas-e-pipoca.html' title='Sangue, tripas e pipoca'/><author><name>Daniel Couri</name><uri>http://www.blogger.com/profile/06840073946798204108</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/-rA_WPmgchDU/TvvF_HIsolI/AAAAAAAAAcM/-ymBHNcmGQw/s220/msn1.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/_995wn7UT2Y8/SZBWKP2dXYI/AAAAAAAAAB4/uH_C_i14_Tg/s72-c/jason.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8820602537982176322.post-1265360323230417</id><published>2009-02-04T05:53:00.000-08:00</published><updated>2009-02-20T06:02:27.444-08:00</updated><title type='text'>A bossa e a fossa</title><content type='html'>&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_995wn7UT2Y8/SYmepRsdAJI/AAAAAAAAABw/0TSBNFFloc0/s1600-h/maysa.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5298940868539777170" style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; WIDTH: 226px; CURSOR: hand; HEIGHT: 320px" alt="" src="http://2.bp.blogspot.com/_995wn7UT2Y8/SYmepRsdAJI/AAAAAAAAABw/0TSBNFFloc0/s320/maysa.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;A minissérie &lt;em&gt;Maysa - Quando Fala o Coração&lt;/em&gt;, de Manoel Carlos, exibida pela Rede Globo em janeiro passado, teve pelo menos dois grandes méritos: chamar a atenção do público para a cantora carioca e revelar o trabalho impecável da atriz gaúcha Larissa Maciel, intérprete de Maysa. Aprovada entre 200 candidatas, Larissa mostrou ao Brasil a história de uma das maiores cantoras do país, infelizmente nem tão conhecida assim hoje em dia. Graças à minissérie, o público mais jovem teve a chance de conhecer a conturbada história de Maysa - na minha opinião, uma espécie de "Edith Piaf brasileira" - e melhor ainda, sua música. Uma das personalidades mais marcantes da história do &lt;em&gt;show business&lt;/em&gt; brasileiro, Maysa Figueira Monjardim (1936/1977) nunca soube o significado da palavra limite e passou a vida em busca do "amor perfeito". Largou o casamento para se dedicar em tempo integral à carreira de cantora e estourou com canções românticas exacerbadas, rotuladas na época de “fossa”, entre as quais &lt;em&gt;Ouça&lt;/em&gt;, &lt;em&gt;Meu Mundo Caiu&lt;/em&gt;, &lt;em&gt;Por Causa de Você&lt;/em&gt; e &lt;em&gt;Adeus&lt;/em&gt;. Tanto é que ganhou o epíteto de "rainha da fossa". Deu grande força à então emergente bossa nova, gravando músicas de Tom Jobim, Vinícius de Moraes e Ronaldo Bôscoli, entre outros.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Confesso que só conhecia a história e o trabalho de Maysa superficialmente, mas a minissérie despertou meu interesse pela cantora e me deparei com um repertório único, que conta um pedaço da história da música popular brasileira. Livros sobre Maysa não faltam. Só em 2007 foram lançados dois: &lt;em&gt;Meu Mundo Caiu, Maysa&lt;/em&gt;, de Eduardo Logullo (Ed. Novo Século) e &lt;em&gt;Maysa: Só Numa Multidão de Amores&lt;/em&gt;, de Lira Neto (Ed. Globo). Jayme Monjardim ainda lançou um de fotos no ano passado, também da Editora Globo, &lt;em&gt;Maysa: Fotos&lt;/em&gt;. Oportunidades para conhecê-la não faltam. &lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8820602537982176322-1265360323230417?l=danielcouri.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://danielcouri.blogspot.com/feeds/1265360323230417/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8820602537982176322&amp;postID=1265360323230417' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8820602537982176322/posts/default/1265360323230417'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8820602537982176322/posts/default/1265360323230417'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://danielcouri.blogspot.com/2009/02/bossa-e-fossa.html' title='A bossa e a fossa'/><author><name>Daniel Couri</name><uri>http://www.blogger.com/profile/06840073946798204108</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/-rA_WPmgchDU/TvvF_HIsolI/AAAAAAAAAcM/-ymBHNcmGQw/s220/msn1.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/_995wn7UT2Y8/SYmepRsdAJI/AAAAAAAAABw/0TSBNFFloc0/s72-c/maysa.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8820602537982176322.post-1598240299812386263</id><published>2009-02-03T11:10:00.000-08:00</published><updated>2009-02-03T11:39:54.803-08:00</updated><title type='text'>Grease is the word</title><content type='html'>&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_995wn7UT2Y8/SYicwNULBVI/AAAAAAAAABo/Vi1H5ZkaWSU/s1600-h/grease.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5298657313623311698" style="FLOAT: right; MARGIN: 0px 0px 10px 10px; WIDTH: 227px; CURSOR: hand; HEIGHT: 320px" alt="" src="http://2.bp.blogspot.com/_995wn7UT2Y8/SYicwNULBVI/AAAAAAAAABo/Vi1H5ZkaWSU/s320/grease.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Há 30 anos Hollywood sofreu sua segunda invasão de jaquetas de couro, &lt;em&gt;blue jeans&lt;/em&gt;, &lt;em&gt;bad boys&lt;/em&gt;, garotas e carros envenenados. Só que esta foi uma invasão musical, muito diferente da juventude transviada de James Dean. Era o musical &lt;em&gt;Grease&lt;/em&gt; (mais conhecido no Brasil como "Nos Tempos da Brilhantina"), um dos primeiros sucessos de John Travolta, ao lado de Olivia Newton-John, a Madonna dos anos 70, por assim dizer. &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;No final do ano passado, encontrei, por acaso, naquele caos habitual das Lojas Americanas, o DVD comemorativo dos 30 anos de &lt;em&gt;Grease&lt;/em&gt;. Mesmo já tendo o DVD normal de &lt;em&gt;Grease&lt;/em&gt;, assim como as versões dublada e legendada em vídeo (para não mencionar a trilha sonora em LP e CD), não resisti e comprei o tal DVD comemorativo que prometia vários extras inéditos. Foi realmente uma ótima aquisição, pois os extras eram divertidíssimos e havia até uma reunião do elenco para celebrar as três décadas do filme. O que me assusta um pouco é a passagem do tempo. Puxa, quem diria que esse filme chegaria tão longe? Sou fã dele há 15 anos e só agora me dei conta disso. &lt;em&gt;Grease&lt;/em&gt; tornou-se uma espécie de clássico da cultura pop contemporânea. Todo mundo conhece alguém que viu &lt;em&gt;Grease&lt;/em&gt; montes de vezes, que comprou o disco e que decorou as músicas. Sucesso estrondoso em todo o mundo, a trilha sonora mescla canções compostas especialmente para o filme com clássicos consagrados da década de 1950. Entre os destaques de Olivia e John estão as irresistíveis &lt;em&gt;You're The One That I Want&lt;/em&gt; e &lt;em&gt;Summer Nights&lt;/em&gt;. Sha-Na-Na, Louis St. Louis e Cindy Bullens se encarregaram de clássicos como &lt;em&gt;Blue Moon&lt;/em&gt;, &lt;em&gt;Hound Dog&lt;/em&gt;, &lt;em&gt;It's Raining On Prom Night&lt;/em&gt; e &lt;em&gt;Tears On My Pillow&lt;/em&gt;, entre outros. &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Em sua estréia mundial, em 1978, o filme abocanhou mais de 340 milhões de dólares, tornando-se o musical mais bem sucedido de todos os tempos, recorde que até hoje se mantém de pé. Só mesmo um filme mágico como &lt;em&gt;Grease&lt;/em&gt; pode nos fazer esquecer momentaneamente o fato de estarmos assistindo adultos de trinta e poucos anos interpretando adolescentes do segundo grau. E o pior (quer dizer, melhor) é que em nenhum momento isso é um problema quando vemos o filme. Somos simplesmente seduzidos pelo carisma do elenco, das canções, dos cenários e pela ingenuidade romântica da história. Tenho certeza que o filme sempre terá, a cada geração, uma nova legião de novos fãs que, como eu, ainda vão se aglomerar nas Lojas Americanas para comprar mais uma edição comemorativa do DVD de &lt;em&gt;Grease&lt;/em&gt;.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8820602537982176322-1598240299812386263?l=danielcouri.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://danielcouri.blogspot.com/feeds/1598240299812386263/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8820602537982176322&amp;postID=1598240299812386263' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8820602537982176322/posts/default/1598240299812386263'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8820602537982176322/posts/default/1598240299812386263'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://danielcouri.blogspot.com/2009/02/grease-is-word.html' title='&lt;I&gt;Grease is the word&lt;/I&gt;'/><author><name>Daniel Couri</name><uri>http://www.blogger.com/profile/06840073946798204108</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/-rA_WPmgchDU/TvvF_HIsolI/AAAAAAAAAcM/-ymBHNcmGQw/s220/msn1.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/_995wn7UT2Y8/SYicwNULBVI/AAAAAAAAABo/Vi1H5ZkaWSU/s72-c/grease.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8820602537982176322.post-8557849621178907921</id><published>2009-01-30T05:33:00.000-08:00</published><updated>2009-01-30T07:11:04.188-08:00</updated><title type='text'>A volta dos que não foram</title><content type='html'>&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_995wn7UT2Y8/SYMKtz8dsLI/AAAAAAAAABI/oCsYxzslmDk/s1600-h/toptenwww.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5297089368872038578" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 320px; CURSOR: hand; HEIGHT: 308px; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://2.bp.blogspot.com/_995wn7UT2Y8/SYMKtz8dsLI/AAAAAAAAABI/oCsYxzslmDk/s320/toptenwww.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;Aqui estou eu de novo, para outra tentativa de fazer este blog funcionar. Deixei o coitadinho mofando virtualmente por mais de 6 meses... Admito que a culpa é toda da minha preguiça, mas tentarei novamente. Não prometo atualizar todos os dias, mas pelo menos toda semana já é um bom começo. Que 2009 seja rico de novidades (boas)!&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;br /&gt;:: :: :: :: &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Ando deslumbrado com a facilidade de se conseguir música na Internet hoje em dia. Eu, que sempre fui atrasado em matéria de tecnologia, só agora recentemente (de uns 2 meses pra cá) aprendi a baixar músicas. Tudo por causa de uma comunidade fantástica do Orkut, que coloca à disposição do internauta milhares de álbuns completos de todo tipo de música. Tenho me deleitado com as raridades de Henry Mancini, por exemplo, e com as trilhas sonoras de filmes e novelas antigas. Meu forte, aliás, sempre foi a "música do passado".&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;É comum ouvir os jovens chamando a música do tempo de seus avós de "música de velho". Mas existe tal categoria musical? É claro que não. Se a música é boa, não importa se é antiga. O importante é saber ouvi-la para poder apreciá-la. E para isso é preciso, antes, ter acesso a ela. Por sua vez, a maioria das pessoas mais velhas reclama que já não se faz música como antigamente. "Música boa era a do meu tempo", dizem. Mas o "meu tempo" passou e evoluiu. A produção pode não ser tão inovadora quanto a de tempos passados, mas certamente as opções hoje são infinitas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em meio a tantos avanços tecnológicos, a "música do meu tempo" à qual os mais velhos se referem tornou-se atemporal, fashion, clássica e, como os clássicos, nunca envelhece. Ao contrário. Ressurgiu forte, em novos formatos, mais acessíveis e práticos. Saem os LPs e programas de rádio e entram a Internet, o CD, o MP3 e os famigerados iPods. Nesse cyber caldeirão, orquestras da era de ouro do jazz se encontram com o rock psicodélico dos Beatles, que por sua vez se misturam às ondas da bossa nova, ao rock progressivo, à MPB, ao samba de raiz, às baladas de Elvis, aos noturnos de Chopin e por aí vai. O fato de um estilo ser sucedido por outro (teoricamente mais atual) não significa que o anterior tenha que deixar de ser cultivado.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Tudo bem, nunca é tarde para se descobrir tesouros musicais e os jovens ainda têm chance de se redimir. A diferença é que hoje os mais velhos também podem desfrutar desse prazer e isso é fascinante. Em alguns minutos é possível resgatar música da melhor qualidade, que andava sumida ou esquecida, e colocar em um iPod, por exemplo. Pesados discos de vinil do passado, coleções inteiras podem ser compiladas em um aparelho do tamanho de uma caixa de fósforos e carregadas para qualquer lugar, dentro do bolso mesmo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Na Internet há centenas de páginas que colocam música de primeira à disposição dos navegantes. E isso não é exclusividade dos mais jovens, pois a web é aberta para quem quiser acessá-la. As releituras surgiram mais atuais do que nunca. A música de Sérgio Mendes, por exemplo, que foi sucesso na década de 1960, é hoje reverenciada não só pelos mais velhos, mas por pessoas de todas as idades e voltou com força total, remixada, regravada ou simplesmente reproduzida. Pode ser ouvida nos quatro cantos do mundo, em bares descolados, boites, aparelhos de MP3 e – lá está ela – nos velhos bolachões de vinil.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E eu, que ainda me espanto com a modernidade do MP3 (sei que já existe até MP6 e outros bem além disso, mas para mim o MP3 já é ficção científica tornada realidade) tenho feito uma verdadeira salada musical à base de músicas antigas que chegam até mim da forma mais moderna possível! Isso é que é modernidade.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8820602537982176322-8557849621178907921?l=danielcouri.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://danielcouri.blogspot.com/feeds/8557849621178907921/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8820602537982176322&amp;postID=8557849621178907921' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8820602537982176322/posts/default/8557849621178907921'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8820602537982176322/posts/default/8557849621178907921'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://danielcouri.blogspot.com/2009/01/volta-dos-que-nao-foram.html' title='A volta dos que não foram'/><author><name>Daniel Couri</name><uri>http://www.blogger.com/profile/06840073946798204108</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/-rA_WPmgchDU/TvvF_HIsolI/AAAAAAAAAcM/-ymBHNcmGQw/s220/msn1.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/_995wn7UT2Y8/SYMKtz8dsLI/AAAAAAAAABI/oCsYxzslmDk/s72-c/toptenwww.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8820602537982176322.post-8939917419384429858</id><published>2008-06-05T08:36:00.000-07:00</published><updated>2008-06-05T10:53:52.341-07:00</updated><title type='text'>Mamma Mia, Meryl!</title><content type='html'>&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_995wn7UT2Y8/SEgKSOx7OnI/AAAAAAAAAAY/sivG7RmT-Rw/s1600-h/mammamia1_large_english.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5208424277375400562" style="FLOAT: right; MARGIN: 0px 0px 10px 10px; CURSOR: hand" alt="" src="http://2.bp.blogspot.com/_995wn7UT2Y8/SEgKSOx7OnI/AAAAAAAAAAY/sivG7RmT-Rw/s320/mammamia1_large_english.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;Quem é que poderia imaginar a respeitadíssima Meryl Streep, uma atriz "séria", ganhadora de&lt;br /&gt;dois Oscar, cantando hits do ABBA como &lt;em&gt;The Winner Takes it All&lt;/em&gt;, &lt;em&gt;Super Trouper&lt;/em&gt; e &lt;/span&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;&lt;em&gt;Dancing&lt;br /&gt;Queen&lt;/em&gt;? Não que o ABBA não mereça essa honra, mas o grupo que ficou famoso na década de 1970 por sua indumentária espalhafatosa, refrões alegres e sotaque sueco adquiriu, há duas décadas, uma reputação - para ser bem polido - de &lt;em&gt;kitsh&lt;/em&gt;. Era uma espécie de "prazer proibido". Isso até que nos anos 90, diretores de cinema australianos resolveram usar a&lt;br /&gt;música do grupo nas trilhas sonoras de seus filmes, elevando o quarteto à categoria de cult&lt;br /&gt;absoluto, clássico da música pop. Teve início um dos maiores &lt;em&gt;revivals&lt;/em&gt; da década, com lançamento de coletâneas, vendas abundantes e uma série de homenagens. Na verdade a "volta" do ABBA é algo que vem acontecendo há mais de dez anos e só cresce. Nem Madonna, sempre no topo das paradas, ficou de fora. Tratou de lançar, em 2005, &lt;em&gt;Hung Up&lt;/em&gt;, utilizando a melodia de uma popular canção do quarteto, &lt;em&gt;Gimme! Gimme! Gimme! (A Man After Midnight)&lt;/em&gt;. O sucesso foi imediato. E ainda tem mais: ano que vem será inaugurado em Estocolmo, capital sueca, um moderníssimo museu inteiramente dedicado à banda, com direito a semana comemorativa e tudo mais. Mas um dos maiores tributos ao grupo é o musical &lt;em&gt;Mamma Mia!&lt;/em&gt;, espetáculo em cartaz ininterruptamente desde 1999 em Londres e em vários outros países mundo afora. Como se não bastasse, o musical ganhou agora uma versão para o cinema, dirigida pela mesma diretora da peça original, Phyllida Lloyd. Trata-se de uma comédia romântica construída a partir de várias canções do ABBA. Nada a ver com a história pessoal do grupo. Apenas as canções, depois de costuradas, formaram uma história. Produzido por Tom Hanks, o longa conta a história de Donna, vivida por... Meryl Streep. Ela é uma mãe que nunca soube a real identidade do pai de sua filha Sophie (Amanda Seyfried). A situação muda quando a garota resolve se casar e convidar três homens que podem ser seu verdadeiro pai: Bill (Stellan Skarsgård), Harry (Colin Firth, de &lt;em&gt;O Diário de Bridget Jones&lt;/em&gt;) e Sam (o ex-007 Pierce Brosnan). Enquanto Donna se confronta com seu passado, a filha nutre a esperança de descobrir finalmente qual dos três é seu verdadeiro pai. Recheada com as canções do ABBA, a história dá margem a várias situações divertidas. Mais de 30 milhões de pessoas já assistiram ao musical no teatro e espera-se que o filme faça o mesmo sucesso com base na premissa de celebrar a alegria, a diversão e a satisfação do público. A estréia no Brasil tem data marcada para &lt;strong&gt;15 de agosto&lt;/strong&gt;.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8820602537982176322-8939917419384429858?l=danielcouri.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://danielcouri.blogspot.com/feeds/8939917419384429858/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8820602537982176322&amp;postID=8939917419384429858' title='4 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8820602537982176322/posts/default/8939917419384429858'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8820602537982176322/posts/default/8939917419384429858'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://danielcouri.blogspot.com/2008/06/mamma-mia-meryl.html' title='Mamma Mia, Meryl!'/><author><name>Daniel Couri</name><uri>http://www.blogger.com/profile/06840073946798204108</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/-rA_WPmgchDU/TvvF_HIsolI/AAAAAAAAAcM/-ymBHNcmGQw/s220/msn1.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/_995wn7UT2Y8/SEgKSOx7OnI/AAAAAAAAAAY/sivG7RmT-Rw/s72-c/mammamia1_large_english.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>4</thr:total></entry></feed>
